segunda-feira, 30 de março de 2026

O propósito do bem!

 

O monge, acompanhado por seus discípulos. Viajavam em excursão por estrada e, ao passarem por uma ponte, viram um escorpião ser arrastado pelas águas.

O monge correu pela margem do rio, entrou na água e conseguiu pegar o bichinho, pondo a salvo.

Quando o levara para fora, o escorpião o picou e, devido à enorme dor, o monge deixou-o cair novamente no rio.

O religioso regressou à margem do rio e, com o auxílio de ramo de árvore, entrou no rio e novamente colheu o escorpião com o salvou.

Depois, voltou e se juntar aos seus discípulos na caminhada.

Enquanto isso os discípulos tinham assistido a tudo e estavam perplexos e até indignados, quando fizeram a seguinte indagação: “Mestre, a picada deve estar doendo muito! Por que salvaste aquele bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o procurava salvar! Não merecia a sua compaixão!”.

O monge ouviu tranquilamente os comentários e respondeu serenamente:  Ele agiu conforme a sua natureza, e eu de acordo com a minha.”.

O moral dessa história e que nunca deixe de fazer o bem, mesmo que, aparentemente, as pessoas não mereçam, porque, nos casos de ajuda, está em jogo a somente avaliação sobre a bondade, a caridade e o amor, quando se quer fazer o bem.

Brasília, em 28 de março de 2026

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