segunda-feira, 30 de março de 2026

Merecimento?

 

Em mensagem que circula na internet, consta a seguinte indagação: “Você acha que (o filho do ex-presidente) merece ser presidente do Brasil?

Pode até ser que o candidato mencionado mereça ser presidente do Brasil, mas, à toda evidência, o Brasil merece ser presidido por político que tenha as reais condições de experiência, preparo e capacidade muito além das que tem esse político.

À toda evidência, o maior e principal trunfo dele é ser filho do maior líder político da oposição brasileira, algo que parece bastante estranho, quando o próprio empurra, sozinho, a candidatura dele de goela abaixo dos brasileiros, quando ele que muito pouco tem para oferecer como esperança de profícua administração e de alguma mudança, exatamente por falta de experiência gerencial capaz de assegurar o enfrentamento das enormes dificuldades institucionais.

As aludidas dificuldade se originaram justamente no governo do pai dele, por ter sido tanto rejeitado por parte de brasileiros, vindo a perder o poder para candidato insignificante e desmoralizado, o que bem demonstra o altíssimo risco para o Brasil e os brasileiros de serem presidido por alguém absolutamente incompetente, que não teve condições sequer de se reeleger, diante da sua fragilidade política, porque, do contrário, ele seria o atual presidente do país?

Ainda é fato notório que existem políticos em atuação com potenciais competência e experiência administrativas, os quais se apresentam em melhor condição de preenchimento dos requisitos exigidos de governabilidade, com muito mais benéficos aos interesses do Brasil, que não pode ficar à mercê do capricho da indicação ao bel-prazer de um único político.

Os brasileiros do bem precisam criar vergonha e dignidade para somente permitirem a candidatura de postulante à Presidência da República que seja o melhor possível para o país, em termos de qualificação compatível com as ingentes dificuldades da administração do Brasil, jamais aceitando que o principal político da direita indique o seu candidato sem consultar senão a ele próprio, em visível desprezo aos salutares princípios republicanos e democráticos.

Sem qualquer margem de dúvidas, não parece justo que o Brasil possa merecer ser presidido por alguém que tenha apenas a marca do DNA de importante clã político, porque isso tem o condão de demonstrar a pouquíssima importância à grandeza do Brasil, que realmente merece e exige ser governado por quem reúna as mais profundas experiências político-administrativas, de modo que o seu preparo corresponda precisamente às carências dos requisitos de competência, eficiência e todos os demais predicativos indispensáveis à superação das dificuldades institucionais brasileiras.

Também demonstra insignificância do próprio eleitor a aceitação de candidato por apenas ser filho de político importante, quando se estar em jogo da maior importância a exclusiva grandeza político-administrativa do Brasil, que é bem diferente da continuidade de projeto político de alguém.

Urge que os verdadeiros brasileiros se conscientizem sobre a real importância do Brasil, que exige revolucionarias mudanças, de tal modo que isso somente poderá ser feito por pessoa reconhecidamente capacitada dos atributos e das qualidades compatíveis com as ingentes dificuldades predominantes na administração do Brasil.  

Acorda, Brasil!

Brasília, em 25 de março de 2026

 

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