terça-feira, 29 de setembro de 2026

A lei é para todos...

 

Nos países evoluídos e civilizados, as leis existem como base do ordenamento jurídico, como forma de se garantir a estabilidade e a segurança jurídicas. 

Basta, sim, que as leis sejam iguais perante todos e que todos sejam submetidos às mesmas leis.

A igualdade sob o império das leis equivale se afirmar que ninguém estar acima delas, a salvo da sua disposição, por mais que alguém especial possa representar no seio da sociedade, porque isso não faz sentido algum, diante da sua importância, em termos de civilidade e do necessário aperfeiçoamento da humanidade.

Quando se imagina que todos estão em pé de igualdade perante as leis, isso significa que os atos e as decisões inerentes ao homem, sob a égide delas, são justas, legítimas e imparciais, sob a ótica consistente do ordenamento jurídico.

Quando as decisões judiciais e administrativas passam para o crivo da suspeição, certamente que existem desconfianças de que as leis não estão sendo aplicadas com uniformidade para todos.

Sem dúvida, pode haver nisso dois pesos e duas medidas em situação análoga, algo absolutamente condenável no âmbito da Justiça ou da administração pública, que deixam de realizar o seu importante papel de equidade, no seio da sociedade.

Enfim, a sociedade nutre robusta esperança quanto à compreensão de que todos sejam iguais perante a lei e que a lei seja igual para todos, para a sua plena satisfação, como assim precisa que ela exista para a proteção da humanidade.

Brasília, em 24 de agosto de 2026

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