O senador e candidato à Presidência da República fez duras críticas
ao seu principal pretendente ao Palácio
do Planalto, tendo afirmado que pretende derrotá-lo nas próximas eleições.
O mencionado político afirmou, ipsis litteris: "Vamos
varrer o (omiti o nome do partido) para a lata de lixo da história. O
tempo do atraso e do retrocesso chegou ao fim. O Brasil tem futuro!".
O candidato foi muito enfático em defender a alternância do poder, além
de ter reforçado o discurso de oposição ao presidente do país, mostrando enorme
esperança de derrotá-lo.
Como se pode perceber, o principal candidato da oposição ao atual
presidente do país demonstra disposição para vencê-lo, mas exagera na forma de
expressar isso, quando ele emprega termos nada elegante para dizer o seu
sentimento, que dissente da liturgia apropriada para quem tenciona presidir o
Brasil.
Sim, precisava tão somente confessar o seu desejo de vencer e encerrar o
terrível ciclo de atrasos e retrocessos, porque o Brasil bem merece mudanças e
governo de competência, eficiência, honradez e responsabilidade, como imperiosa
necessidade da retomada do desenvolvimento.
Com a sinceridade que se faz necessária, não condiz com candidato que
pretende representar os brasileiros insinuar sobre a vontade de colocar algo na
lata de lixo, porque isso suscita a ideia de desprezo e ódio, que mostra
sentimento de forte antagonismo, que vem alimentando a horrorosa polarização,
que representa gigantesco retrocesso político.
A toda evidência, as péssimas lições do passado, não muito distante,
precisam ser soterradas da história política, de modo que se coloquem no seu
lugar bons exemplos de civilidade, porque isso define muito bem o desejável
aperfeiçoamento da humanidade.
Enfim, é aconselhável que o principal candidato à Presidência da
República da oposição tenha a necessária humildade para compreender a sublime
importância de civilizar-se, no sentido de ser elegante e simpático, ao se
manifestar, nunca se expressando com sentimento de desprezo e diminuição dos
valores e dos princípios de civilidade.
Brasília, em 23 de agosto de 2026
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