terça-feira, 29 de setembro de 2026

Por que a educação?

 

Durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026, um candidato criticou a ausência do presidente do país, a quem ele  direcionaria a cobrança sobre a situação da educação brasileira.

Ao ser questionado sobre educação, o mencionado candidato afirmou: “(omiti o nome do candidato), você tinha que estar aqui para responder o caos que está a educação”.

Por que a conveniência de explicação somente para o caos na educação?

Quem vai explicar as demais precariedades predominantes no desempenho do governo?

Ou não precisa que a esculhambação generalizada na gestão pública brasileira seja devidamente explicada e justificada, à luz dos princípios da competência, da eficiência e da responsabilidade, conquanto, como visto, somente a educação merece preocupação?

Fica-se abismado somente em pensar que políticas incompetentes e irresponsáveis possam continuar fazendo parte da vida dos brasileiros, diante da possibilidade de o seu principal gestor ser reeleito por parte de brasileiros que não estão nada preocupados com a devassidão imposto ao gerenciamento dos recursos públicos, em que a regressão se encontra presente em tudo de incumbência constitucional do Estado.

O certo é que se chega ao fim de governo sem nada para se comemorar de construtivo e muito menos de desenvolvimento, pois nada foi acrescentado ao patrimônio dos brasileiros, em termos de melhoramentos, aperfeiçoamentos nem obras importantes.

Em país com o mínimo de evolução e seriedade do seu povo, a desgraça que predomina no Brasil serviria de importante exemplo para que o responsável por essa tragédia nacional fosse, no mínimo, responsabilizado com a perda do mandato e a sentença determinante de ele ficar impedido de se candidatar a cargo público eletivo, pelo resta da vida, diante de todos os danos causados ao Brasil e aos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 25 de agosto de 2026

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