Durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026, um
candidato criticou a ausência do presidente do país, a quem ele direcionaria a cobrança sobre a situação da
educação brasileira.
Ao ser questionado sobre educação, o mencionado candidato afirmou:
“(omiti o nome do candidato), você tinha que estar aqui para responder o
caos que está a educação”.
Por que a conveniência de explicação somente para o caos na educação?
Quem vai explicar as demais precariedades predominantes no desempenho do
governo?
Ou não precisa que a esculhambação generalizada na gestão pública
brasileira seja devidamente explicada e justificada, à luz dos princípios da
competência, da eficiência e da responsabilidade, conquanto, como visto,
somente a educação merece preocupação?
Fica-se abismado somente em pensar que políticas incompetentes e
irresponsáveis possam continuar fazendo parte da vida dos brasileiros, diante
da possibilidade de o seu principal gestor ser reeleito por parte de
brasileiros que não estão nada preocupados com a devassidão imposto ao
gerenciamento dos recursos públicos, em que a regressão se encontra presente em
tudo de incumbência constitucional do Estado.
O certo é que se chega ao fim de governo sem nada para se comemorar de
construtivo e muito menos de desenvolvimento, pois nada foi acrescentado ao
patrimônio dos brasileiros, em termos de melhoramentos, aperfeiçoamentos nem
obras importantes.
Em país com o mínimo de evolução e seriedade do seu povo, a desgraça que
predomina no Brasil serviria de importante exemplo para que o responsável por
essa tragédia nacional fosse, no mínimo, responsabilizado com a perda do
mandato e a sentença determinante de ele ficar impedido de se candidatar a
cargo público eletivo, pelo resta da vida, diante de todos os danos causados ao
Brasil e aos brasileiros.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 25 de agosto de 2026
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