segunda-feira, 31 de agosto de 2026

Condescendência!

 

O caso de um homem que teria deixado a prisão durante uma saída especial temporária e, segundo as informações divulgadas, aproveitado a folga para matar as duas filhas menores de idade, voltou a provocar debate nas redes sociais sobre a chamada "saidinha" de presos.

Em meio à repercussão, internautas resgataram declarações do presidente do país, feitas em 2024, quando ele defendeu a possibilidade de presos do regime semiaberto deixarem a prisão para visitar familiares.

Na ocasião, o político afirmou que sua decisão de vetar o trecho que proibia esse tipo de saída foi uma "questão de princípio", tendo argumentado que a família é importante para a recuperação do preso e questionou por que alguém que não tivesse cometido crime hediondo ou estupro deveria ser impedido de visitar os familiares?

Em outra declaração, o presidente do país afirmou que o número de presos que não retornam após a saída seria pequeno e que, na sua avaliação, não justificaria acabar com a possibilidade de o detento visitar a família.

É extremamente irracional e inacreditável que a autoridade máxima do país se coloque em defesa de criminosos de mentes deformadas e desumanas, ao deixar de aprovar medida protética da sociedade e ao aderir ao grupo que apoia regalias para criminosos.

Quem defende pessoas degeneradas pelo instinto selvagem confessa sentimento de igual maldade, quando a sua obrigação, como autoridade pública, é exatamente o contrário do que pensa, tendo o cuidado de adotar medidas justas para o combate à criminalidade e a proteção da população, à luz do disposto no artigo 144 da Constituição brasileira.

A verdade é que a defesa da criminalidade, por questão de princípio, como assim foi afirmado, termina prejudicando a sociedade, que fica desprotegida das crueldades protagonizadas pela criminalidade, que tem a proteção da incompetência, da insensibilidade e da irracionalidade, justamente pela cedência aos instintos da perversidade inata no seio da criminalidade.

É preciso se compreender que a família ´é sim importante na recuperação do preso, mas ela fazendo o seu papel de apoio naquilo que não interfira com a prisão do criminoso, porque a reclusão é o instrumento capaz de mostrar ao preso os ensinamentos viáveis à sua recuperação, com vistas à reintegração dele à sociedade.

Convém que os brasileiros se manifestem, de forma veemente, sobre a importância de se eliminar todas as regalias concedidas aos presos, em harmonia com a ideia de que a prisão é o local para a ressocialização do preso e a sua existência faz parte de sistema disciplinar inerente ao cumprimento integral da pena inerente ao crime praticado pelo preso, que não merece nenhuma forma de privilégio nem regalia.

A verdade é que a condescendência com a criminalidade, como acena sem o menor pudor a autoridade maior do país, demonstra carinho e admiração aos presos e, ao mesmo tempo, visível desprezo aos sagrados direitos de proteção da sociedade, à vista do exemplo citado na mensagem em comento, que não poderia ser mais clara sobre a importância do endurecimento de medidas próprias da reclusão aplicada por conta do crime havido.

Enfim, os brasileiros precisam refletir urgentemente sobre a importância da autoridade pública que seja capaz de vislumbrar o exato sentido da proteção da sociedade, não permitindo qualquer forma de regalias aos apenados por prática de crime.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de agosto de 2026

Desprezo aos princípios!

 

O presidente do país declarou, em discurso, sem o menor receio, que o povo não espere honestidade na pessoa dele.

Vê-se nessa afirmação muita falta de princípios por parte do político que nega propositalmente a retidão, na vida pública, porque isso é a confirmação da contumaz desfaçatez própria de quem realmente se satisfaz em primar pela desobediência às salutares condutas republicanas e democratas, que são princípios exigidos na administração pública.

A reafirmação dessa visível deformidade política se torna esperta estratégia maquiavélico de políticos calejados pelas reiteradas mentiras e desonestidades, na certeza da potencialidade do apoio recebido de bestas e ingênuos brasileiros, que ignoram a importância da dignidade e da honradez nas atividades políticas.

A verdade é que a existência de políticos desonestos, aproveitadores, incompetentes, insignificantes e irresponsáveis, na vida pública, por incrível que pareça, não é mérito deles, mas sim da pouca-vergonha de brasileiros, que não têm o mínimo escrúpulo em votar em homens públicos degenerados e indecentes.

A conclusão que, infelizmente, é óbvia diz que a desgraça da predominância de políticos deformados, em especial em termos de competência, dignidade e moralidade, praticando atividades políticas decorre da falta de consciência política de brasileiros, que não valorizam o seu voto, na escolha dos bons candidatos.

Apelam-se por que os brasileiros, independentemente de ideologia, se conscientizem sobre a importância de não votarem em homens públicos de índole deformada politicamente, que até declaram o seu desprezo aos princípios democráticos e republicanos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de agosto de 2026

Deselegância!

 

Em uma declaração que gerou polêmica nas redes sociais, o principal candidato da oposição mandou um recado direto sobre a sua atual situação jurídica.

​Ele disse, de forma categórica, que não possui nenhum inquérito ou investigação contra ele, em resposta às comparações feitas pela oposição.

​Ele indagou: "Sabe quantas investigações têm contra mim, hoje? Zero... e no imaginário das pessoas querem me colocar na mesma prateleira de um (omiti o nome)".

É sempre muito importante que os candidatos a cargos públicos eletivos sejam sinceros e comprovem a sua honestidade, na vida pública, porque isso se harmoniza com os princípios democráticos, no que se refere aos requisitos exigidos de conduta ilibada e imaculabilidade, algo que deveria ser obrigatório para todos os políticos.

Não tem o menor cabimento que homens públicos se atrevam a praticar atividades políticos sem que não satisfaçam às exigências essenciais de moralidade e dignidade, na vida pública.

Isso apenas condiz com a seriedade que precisa predominar nas atividades políticas, como se exige nos países sérios e evoluídos, em termos políticos e democráticos.

Agora, não se concebe essa mania ilógica de candidato ficar, todo tempo e a todo instante, se comparando com outros candidatos, como forma da obtenção do estabelecimento de paradigma de moralidade.

O ideal é que os candidatos tenham identidade própria, sempre com a preocupação de apenas mostrar as suas qualidades como pessoa ligada às atividades políticas, sem se comparar a ninguém, nem pior nem melhor, porque a individualidade precisa prevalecer como marca registrada do seu caráter e da sua personalidade.

A verdade é que essa importante filosofia deveria prevalecer, no sentido de que cada candidato se organize individualmente, de modo a construir o próprio currículo político, sem comparação com ninguém, muito menos com políticos insignificantes e desprezíveis, que nunca deveriam ser citados, porque isso é de somenos importância política.

Enfim, convém que os bons políticos sejam também inteligentes e altruístas, segundo o melhor pensamento político, sem qualquer conotação com ninguém. 

Brasília, em 14 de agosto de 2026

No primeiro turno!

 

Conforme notícia veiculada na mídia, a presidente do Instituto de Pesquisa apontou o fim da eleição presidencial já no primeiro turno, por ela entender que as forças políticas estão direcionando para a balança do principal candidato conservador.

A ponderada análise da pesquisadora revela situação político-eleitoral bastante plausível de acontecer, porque ela se baseou em percentuais de intenção de votos distribuídos entre os candidatos em disputa, cuja conjuntura se mostra muito mais favorável ao principal candidato, que poderia atrair mais eleitores indecisos e desconfortáveis com o péssimo desempenho gerencial do candidato à reeleição.

Na avaliação dela, as pesquisas atuais mostram empate técnico entre os dois principais candidatos, em que o presidente do país já teria atingido o limite máximo de preferência do eleitor, enquanto o seu principal oponente ainda tem espaço para crescer, diante da margem de indecisos, que, na dúvida, tende a optar por novas ideias. 

Isso é fato porque este tem bem menor rejeição dos brasileiros e ainda pode crescer na preferência do eleitorado, principalmente daquele que anseia por mudanças alvissareiras para o Brasil, ante a possibilidade de novos e importantes projetos, com destaque para novas políticas de investimentos e injeção na economia, visando ao desenvolvimento integral do país.

Na verdade, essa predição seria sim importante perspectiva para o futuro do Brasil, na esperança de que os resultados das urnas possam realmente refletir a legitimidade da vontade dos eleitores brasileiros.

A dúvida persiste quanto à possível interferência na operação do sistema eleitoral, caso persista a falta de transparência, quando isso poderá favorecer determinado candidato, a exemplo das suspeitas que ainda persistem sobre as últimas eleições presidenciais, em que a falta desse importante requisito pôs em cheque o seu resultado e ainda mantém enorme lacuna sobre incertezas quanto ao verdadeiro vencedor do pleito, quando todas as pesquisas acenavam para a tranquila vitória do candidato derrotado.

Enfim, é preciso se acreditar na lisura e na legitimidade da operacionalização das urnas eletrônicas e na dignidade do voto dos brasileiros. Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de agosto de 2026

O carinho de Corrinha!

 

A querida prima Corrinha me agradece, em nome da família, em linda mensagem, o meu carinho para com a admirável tia Conceição, sua querida mãe, diante da minha atenção que sempre dediquei a ela,  

A verdade é que não se tratava de ajuda coisa alguma, da minha parte, pela lembrança que existia entre mim e a querida tia Conceição.

Isso se faz quando há forte laço de amor familiar, que era assim a minha admiração pela sempre venerada tia.

Sei perfeitamente o seu momento difícil pela perda da sua amada mãe, que teve a permissão divina, por circunstâncias da vida, de conviver intimamente com ela, nos últimos dias da vida dela.

O conforto de tudo é saber que tudo tem a vontade divina e isso, na forma como aconteceu, faz parte dos desígnios celestiais.

Agradeça a Deus pelo convívio maravilhoso com pessoa que era a joia de Deus, por ter vivido sempre amando o seu próximo, em conformidade com os ensinamentos do Evangelho de Jesus Cristo, na paz e na graça de Deus.

Tudo na vida tem explicação, segundo a vontade de Deus, e nós fizemos um pouco que nos cabe ou cabia nesse plano celestial, mesmo que em pequena parcela, que foi o meu caso, que pude contribuir um pouco com a generosidade de Deus, que é demonstrar o meu amor, que gostaria que fosse valioso, segundo é a generosidade Dele, que nos concede a alegria de viver praticando sempre o bem.

Que Deus conforte o seu coração, na alegria da convivência com pessoa divina, mesmo também à custa do sacrifício natural, porque este é o pequeno ônus que se tem quando se é escolhido por Deus para a missão nobre de cuidar da mãe querida.

Fique com Deus, querida prima Corrinha.

Brasília, em 13 de agosto de 2026

Em defesa da criminalidade!

 

O governo brasileiro houve por bem se insurgir contra a medida adotada pelo governo norte-americano, que classificou como organizações terroristas as facções brasileiras denominadas Primeiro Comando da Capital e Comando Vermelho.

A meticulosa é precisa análise constante da mensagem em referência registra a face peculiar da completa desfaçatez de político que não tem o menor escrúpulo em defender criminosos, nem assumir que integra partido sinônimo de excremento e ainda, mesmo assim, pasmem, se considera ser humano.

Sim, é possível que essa autoridade pública ainda se valorize como tal, justamente porque o seu status provém do apoio de pessoas que também se acham que são seres humanos.

Ou seja, os ocupantes de cargos políticos, desprezíveis e insignificantes ou não, não estariam no poder sem o voto de seus apoiadores, que são seguidores que comungam com os seus mesmos ideais.

Com o devido corolário, não é justo nem devido somente se criticar severamente as ruindades isoladas da incompetência e da irresponsabilidade de político, porque o povo tem bem mais culpa por essa situação trágica, que jamais existiria se o povo tivesse consciência de não votar em políticos desonestos, mentirosos e incompetentes.

A verdade é que o povo tem o governo que bem merece, precisamente pelo fato de o ter escolhido para ser presidido por ele e ainda, o que é ainda mais grave, concordar com todos os seus atos e decisões administrativos, mesmo os mais absurdos e contrários aos princípios e às condutas da sociedade, conforme os casos mostrados na mensagem em comento.

Ante o exposto, concitam-se por que os brasileiros criem vergonha e dignidade, de modo que aprendam, com urgência, a se valorizar, não votando em políticos desonestos, incompetentes, insignificantes e irresponsáveis.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 13 de agosto de 2026

Apoio eleitoral!

 Conforme mensagem que circula nas redes sociais, uma pessoa diz que eleitores de índole deformada, como criminosos e outros fora da lei tendem a apoiar candidatos da esquerda, porque estes demonstram simpatia pelas causas deles.

Se existe fundo de verdade nessa assertiva, em que a escória da sociedade apoia pessoa como o seu representante político, qual seria a razão fundamental para que brasileiros dignos e honrados se aliem em apoio a pessoa que não tem o menor escrúpulo em ser simpatizada com essas classes desprezíveis da sociedade?

Sim, poderia se justificar a consciência democrática do livre arbítrio, em que todos têm o direito da livre escolha de seus candidatos.

Não obstante, a estranheza existe exatamente pela preferência uniforme do pensamento, quando há outros candidatos que poderiam ser apoiados por pessoas de menor qualificação social.

Agora, a principal pergunta reside mesmo em se questionar se o Brasil merece mesmo ser presidido por pessoa que se identifica com os piores brasileiros, sem qualquer conotação de discriminação, porque é a mensagem acima que faz a indicação das piores classes sociais.

Acredita-se apenas que essa indicação suscita a importância da necessidade de os brasileiros elegerem políticos que possam representar realmente a totalidade da sociedade, sem essa forma desprezível de preferência social.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 13 de agosto de 2026

Retribuição cármica!

 

Uma  influenciadora chinesa, conhecida por produzir conteúdos relacionados a fenômenos sobrenaturais, que acumulava mais de 1 milhão de seguidores, morreu após sofrer grave acidente de carro.

Antes desse acidente fatal, a jovem havia publicado vídeo que gerou repercussão nas redes sociais, de vez que é mostrada a destruição, por ela própria, de estátua de Guanyin, importante figura do budismo chinês associada à compaixão e à misericórdia.

 Essa pessoa ganhou notoriedade com a exploração de prédios abandonados, na busca de possíveis experiências sobrenaturais, além de também produzir vídeos sobre o que classificava como “curiosidades estranhas”, cujo conteúdo era considerado curioso e controverso.

A morte da jovem suscitou novas discussões, nas redes sociais, principalmente por causa da destruição, propositadamente por ela, de imagem de importante figura religiosa do budismo chinês.

Como não poderia ter sido diferente, surgiram especulações de que a morte da influenciadora teria tido relação com o episódio envolvendo a estátua quebrada, algo que foi classificado como espécie de “retribuição cármica”, por conta da destruição de símbolo religioso de valor dos chineses.

Embora o trabalho realizado por essa jovem possa ser considerado polêmico, de certa forma, por ter sido construído com a abordagem de temas ligados ao sobrenatural e à exploração de assuntos espirituais, nada justifica que possa entender que tenha havido retaliação vinda de planos estranhos, como forma de castigá-la, quando não há mínima comprovação de nada nesse sentido.

A verdade mais provável é que os padrões e princípios racionais e temáticos da vida podem melhor explicar que tenha havido mera coincidência, porque as pessoas morrem naturalmente, sem precisar ofender entidades espirituais nem destruir as respectivas imagens, as quais certamente têm a santa compreensão de que nada se constrói fora das relações de compaixão e mor.

Brasília, em 13 de agosto de 2026

O candidato do pai!

 

De repente, o senador candidato ao Palácio do Planalto afirma que está devidamente preparado para assumir a presidência do país.

Causa motivo de expectativa e preocupação a assertiva de que o principal candidato da oposição alega que está preparado para assumir o comando do Brasil, quando sabidamente o seu principal atributo político é o de ter sido escolhido exclusivamente pelo último ex-presidente do país, o seu pai, para seguir o legado dele, segundo as orientações estabelecidas por ele, conforme isso já foi dito de forma enfática e reiterada.

O ideal teria sido a escolha do candidato ao relevante cargo presidencial por meio do consenso político, em que o partido, as entidades nacionais e o povo pudessem se manifestar em aprovação da candidatura.

Além do mais, isso de o próprio candidato se dizer que se encontra preparado para assumir os destinos do país, sem nunca ter exercido qualquer cargo da administração pública, não tem a menor consistência política.

Para todos os efeitos políticos, esse presidenciável não passa de menino de recado do pai, que, se eleito, cuidará tão somente dos interesses políticos do ex-presidente do país, sem a menor preocupação com os interesses nacionais, posto que não há o menor indicativo de algo diferente disso, à vista da indiscutível deselegância de ele ter sido fruto e obra política do seu pai, sem qualquer respeito aos sagrados princípios republicanos e democráticos, conforme se recomendaria para casos que tais.

O certo é que, agora, como diz o ditado, a Inês está morta, não havendo outra alternativa, em forma de candidatura, mas sem essa de se afirmar que esse candidato elaborado por mera conveniência política estaria à altura da grandeza e dos valores do Brasil, porque os próprios fatos falam por si sós e comprovam, que queiram ou não, que os brasileiros do bem foram tapeados com a indevida indicação de candidato, que até poderia ter sido ele mesmo, desde que observados as normas e os princípios civilizados impostos pela decência da democracia.

Enfim, os brasileiros aguardam ansiosos que o presidencial do clã familiar tenha a nobreza de realmente justificar a sua indicação à candidatura ao Palácio do Planalto, visto que nada ainda tem sido capaz de justificá-la, em especial sob o prima da competência e do preparo gerenciais e administrativos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 12 de agosto de 2026

A economia do Vaticano!

 

Conforme notícia veiculada na mídia, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolhe, com alegria, a nomeação do cardeal arcebispo de São Paulo, para compor o membro do Conselho da Economia da Santa Sé.

O Conselho para a Economia tem como missão acompanhar e supervisionar a gestão econômica e as estruturas administrativas e financeiras da Cúria Romana, das instituições ligadas à Santa Sé e do Estado da Cidade do Vaticano, ou seja, nada que precise de conhecimentos senão especificamente econômicos.

A nomeação de cardeais, religiosos do último posto somente inferior ao papa, para cuidar da economia do Vaticano, caracteriza visível e extrema obscuridade de inteligência e demonstra regressão histórica da Igreja Católica.

Isso porque cuidar da economia não precisa dos conhecimentos cristãos e religiosos de vários cardeais, pois eles são especialistas, por sua longa experiência cuidando da missão evangélica, de assuntos religiosos de altíssima relevância e especificidade cristãs.

A economia do Vaticano poderia ser administrada, com muito mais eficiência, por pessoas formadas em Ciências Econômicas, que realmente entendem do mister.

Os cardeais que honram e dignificam o seu posto cardinalício jamais deveriam aceitar o seu indevido desvio de função, para serem meros e inferiores burocratas, porque isso é a prova viva da sua completa desvalorização como profissional que passa a exercer função inferior e bem menor, em termos comparativos à qualificação religiosa.

Trata-se, à toda evidência, de função realmente incompatível com a importância do relevante cargo de cardeal, porque isso que o religioso brasileiro vai fazer não exige senão conhecimentos de economia, valendo dizer que a ida do cardeal brasileiro para exercer atividade burocrata. mesmo que reconhecida como importante função, significa visível desperdício de profissional que poderia realmente ser útil às verdadeiras obras de Deus se ele continuasse à frente de missão evangélica.

A ideia que se tem é a de que o religioso brasileiro passará a exercer mero carimbador de questões econômicas, de vez que o seu novo cargo dissente da sua importante formação evangélica.

Enfim, não precisa ser inteligente para enxergar que a Igreja Católica precisa se modernizar, para o fim de realmente compreender a sua verdadeira missão de evangelização, em que os religiosos, padres, freis, bispos, arcebispos, cardeais e demais integrantes da igreja precisam ser profissionais voltados exclusivamente para as relevantes funções inerentes à evangelização das obras divinas, deixando que as suas demais atividades, como a econômica, por exemplo, sejam exercidas por profissionais competentes das áreas pertinentes.

Acorda, Vaticano!

Brasília, em 12 de agosto de 2026

A máquina humana!

 

Em contato com uma repórter, ela comparou o governador de São Paulo a uma máquina, de tanta sabedoria que ele transparecer em forma de abrangentes conhecimentos. 

É pena que político reconhecidamente comparável à máquina, por sua potencialidade de conhecimentos, preparos e competência, seja completamente ignorado e desprezado para candidato ao relevante cargo de presidente da República.

Isso mostra, de forma bastante visível, caprichado detrimento da importância do Brasil, que certamente não merece candidato só porque ele é filho de ex-presidente do país, que se considera o dono da oposição brasileira, sem ter o mínimo mérito para tanto, porque ele se encontra alijado das atividades políticas e sequer poderia ter, sozinho, empurrado de goela abaixo dos brasileiros o seu filho como o principal candidato da oposição, algo extremamente inaceitável em país minimamente democrático.

À toda evidência, o não aproveitamento desse político como candidato ao Palácio do Planalto se traduz em enorme e irreparável perda para o Brasil, porque ele realente reúne os necessários requisitos de qualidade para o preenchimento desse importante cargo.

Na verdade, ele estaria bem melhor como candidato à Presidência do país, visto que aproveitaria a sua experiência como governador do maior estado brasileiro, como industrial e econômico, a par de ter realizado excelente administração, que muito agrada aos paulistanos.

Infelizmente, o Brasil e os brasileiros perdem excelente oportunidade para eleger político qualificado para presidir o país, por se acreditar que ele seria capaz de promover as tão sonhadas e necessárias mudanças no país, em termos de moralidade, honestidade, competência, eficiência e responsabilidade.

Apelam-se por que os brasileiros resolvam eleger o candidato menos ruim para o Brasil entre os que já estão oficialmente na disputa presidencial.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 11 de agosto de 2026

 

Retaliação!

 

Conforme notícia que circula na internet, um dos focos do PL, na eleição deste ano, será maior eleger maior bancada no Senado Federal, cujo tema  será alvo de reunião do presidenciável do partido, com candidatos ao cargo apoiados por ele.

O encontro servirá para que o candidato ao Palácio do Planalto peça aos aliados para que levem o discurso de críticas à corte maior do país, que é uma das bandeiras do presidenciável.

É visivelmente incompreensível e deplorável esse entendimento, ou melhor, essa campanha de ferro e fogo contra determinado órgão institucional brasileiro, dando a entender que seja preciso tentativa consciente de mobilização contra os seus integrantes, conquanto isso parece ser algo absurdamente imaginável em país minimamente sério e evoluído, em que as atividades políticas são realizadas exclusivamente voltadas para a satisfação do interesse da sociedade.

Que ideia mais estapafúrdia é essa de concentrar propósito com o fim de encontro que "servirá para que o candidato ao Planalto peça aos aliados para que levem o discurso de críticas ao (omiti o nome do órgão), uma das bandeiras do filho do ex-presidente (omiti o nome), para as campanhas estaduais.".

Isso tem a marca e o instinto idealizados do pensamento mordaz da vingança, dizendo claramente que o objetivo é obter maioria no Senado Federal para se conseguir a desforra contra integrantes de órgão federal, em forma explicita de vingança, que é algo que tanto se critica, na atualidade.

Nos países com o mínimo de dignidade, seriedade e respeito aos princípios republicanos e democráticos, as campanhas dos candidatos a cargos públicos eletivos se restringem aos seus planos e metas vinculados à satisfação dos objetivos relacionados com o interesse da sociedade.

Isso de se institucionalizar campanha contra órgão da República tem o nome de pura desmoralização da integridade dos princípios democráticos, com a banalização de assunto completamente estranho à retidão daquilo que realmente cuida a importância da política, qual seja, repita-se, a satisfação das questões sociais e de todos os demais assuntos que digam respeito à satisfação de seus objetivos.

Não há a menor dúvida de que se trata de projeto torpe, porque a sua essência objetiva claramente a vingança de tudo de ruim que foi decidido contra o ex-presidente do país, sob a liderança de seu filho, fazendo uso de instrumento absolutamente inapropriado e ilegal, por se pretender eleger aliados para a promoção de impeachment de inimigos políticos, algo visivelmente ridículo, à luz dos princípios democráticos e de civilidade.

À toda evidência, essa forma de mensagem do candidato presidencial tem o claro condão de evidenciar o empobrecimento da sua campanha eleitoral, pelo menos sob a ótica das pessoas livres de ideologia política, por sentirem que isso que se pretende tem a marca perversa dos recrimináveis antagonismo e vingança.

Trata-se de exposição deliberada de se projetar para breve medidas de retaliação política, que condiz visivelmente com algo completamente incompatível com os atos políticos de verdade e de efeitos elevados, quando só existe neles espaço para se cuidar de assuntos circunscritos aos sentimentos construtivos do interesse público.

Apelam-se por que os candidatos ao cargo de senador tenham a clarividência e a grandeza de não se permitirem ser instrumento do ódio e da vingança, caso eles sejam eleitos, prometendo desde logo somente atuarem em nome da decência e da dignidade, na forma recomendada na vida pública.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 11 de agosto de 2026

Pedidos de desculpas!

 

Por conta de novas e recentes pesquisas sobre o tratamento da Covid-19, seguidores do último ex-presidente pretendem que seus críticos venham agora pedir desculpas a ele, dando a entender que o político estava agindo sob o respalda de elementos válidos, embora sem nenhuma comprovação científica.

Data vênia, nunca se viu tamanho disparate se querer que se apresente, agora, desculpas a alguém, por ter defendido tese, na pandemia do coronavírus, sem a menor base científica.

Ora, se agora, quatro ou cinco anos depois da crise de saúde pública, há comprovação sobre a ineficácia de muitos protocolos adotados sobre o combate à pandemia, é exatamente porque houve pesquisas durante todo esse tempo, em interregno de se cientificar. com base em estudos e pesquisas científicas, a antítese das medidas então adotadas.

Ora, isso por si só já é o suficiente para mostrar que pessoa leiga não tinha a menor condição de propugnar pelo contrário do que o próprio governo adotou como preventivo contra a terrível doença.

Ou seja, não é porque tenha havido coincidência da opinião do então presidente do país, que apenas decidiu contrariar as orientações do próprio governo, sem que ele tivesse absolutamente nada cientificamente para se basear, que é diferente do que se vem afirmando agora, com base em elementos suficientes de provas laboratoriais.

Acontece que é preciso se levar em conta que a pandemia em si contribuiu para que a sociedade não tivesse iniciativa senão de se proteger e as medidas recomendadas, comprovadas ou não, eficazes ou não, seriam o paliativo necessário para a busca de proteção contra o vírus.

Com isso, não faz sentido, agora, se conhecer que alguém estava certo, tempos atrás, quando ele não tinha nada para comprovar o que defendia, o que era diferente se tivesse dados científicos e a população, mesmo assim, ainda contrariasse a orientação dele.

O certo é que o então presidente do país somente poderia ter se manifestado e orientado a população sobre questões concernentes à pandemia se ele tivesse formação em medicina ou em assuntos inerentes à saúde pública, com propriedades sanitárias.

Na verdade, a participação dele, no combate à pandemia, contribuiu decisivamente muito mais para confundir do que para ajudar, visto que ele terminou sendo considerado negacionista e genocida, tendo merecido, justo ou não, expressiva rejeição de parte de brasileiros, cujo fato teve forte reflexo no resultado da sua reeleição.

Reeleição essa que poderia ter sido facilitada se ele tivesse apenas atuado, no combate à Covid-19, com civilidade e humanismo, fazendo tão somente o que previa a liturgia do chefe do Executivo, autorizando o que fosse realmente necessário, sem se manifestar em assuntos alheios à sua competência institucional.

Nesse caso do combate à pandemia, se alguém precisa pedir desculpas é somente aquele que se manifestou em assuntos estranhos aos seus conhecimentos, contribuindo decisivamente para confundir, diante das potenciais divergências.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 10 de agosto de 2026

Situação lastimável!

 

O relato sobre a situação lastimável que se encontra o Brasil longe de se imaginar que a culpa é exclusivamente da classe política desonesta, incompetente, aproveitadora e irresponsável.

Maior parcela de responsabilidade por essa inaceitável tragédia nacional precisa ser atribuída à mediocridade do seu povo.

Ele não tem, por puro sentimento ideológico, o menor escrúpulo em apoiar, com o seu voto, políticos insignificantes, incapazes e desonestos, que são colocados no poder, sem qualquer instinto de preocupação com as consequências da sua maldade para os interesses nacionais e dele próprio.

Diante disso, o país não consegue se desenvolver em absolutamente nada, à vista dos obstáculos impostos pela incapacidade de empreendimentos favoráveis ao crescimento econômico e social, em especial.

Nesse ponto, pode-se imaginar, em termos de indagação, o que se permite que o povo de nação com potencialidades e riquezas abundantes, como é o caso do Brasil, não consiga vislumbrar as enormes maldades que ele próprio tem sido capaz de propiciar à desgraça dele e dos demais brasileiros, ao eleger políticos visivelmente desonestos e incompetentes.

Esses homens públicos se preocupam exclusivamente com os seus projetos políticos, na forma da conquista do poder e da manutenção nele, em evidente detrimento da defesa das causas nacionais e da sociedade.

Sim, pode-se até se tentar justificar que a escolha da mediocridade política é direito sagrado e assegurado pelas faculdades democráticas, em que o cidadão é livre para votar em quem bem quiser, inclusive em macaco, como já aconteceu no Rio de Janeiro, tempos atrás.

Mutatis mutandis, é absolutamente inconcebível que parte de brasileiros ainda prefira eleger políticos sabidamente desonestos e insignificantes, sem nenhum cuidado com o sentimento de nacionalidade ou patriotismo, mesmo em condições de perene instabilidade institucional, que exige o mais firme e melhor posicionamento dos brasileiros, independentemente de preferência ideológica, porque estão em jogo os interesses supremos do Brasil.

À toda evidência, urge que os brasileiros se conscientizem de que o Brasil atravessa monumental crise institucional, causada principalmente por deficiência administrativa e gerencial, por causa da incompetência e da irresponsabilidade dos políticos dominantes do poder.

Sim, vislumbram-se alternativas de salvação do Brasil, que poderá acontecer com a junção da vontade dos brasileiros, com embargo de nefastas ideologias, visto que é preciso tão somente a eleição de alguém com preparo e competência para o enfrentamento dos grandes problemas nacionais.

Enfim, parece bastante possível a mudança do status quo brasileiro, desde que haja a mobilização dos brasileiros para a defesa e a reconstrução não somente do bem do Brasil, mas também de todos os brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 10/08/2026

Salve Severino Moreira!

 A querida prima Dilminha homenageia o seu querido pai, o inesquecível Severino Moreira, ressaltando as importantes qualidades que faziam parte da índole especial dele.

Sim, o querido Severino Moreira foi pai com "p" maiúsculo, em todos os sentidos, como pessoa que soube compreender a verdadeira dimensão do ser humano e mais ainda de superpai diferenciado.

Quanta honra para mim, em ter conhecido essa importante pessoa, desde o início os idos anos de 1966, quando o procurei e tive a melhor acolhida, na sua casa, na Vila Dimas, Taguatinga.

Essa pessoa saudosa e inesquecível foi sinônimo de amor, porque ele transpirava, em inigualável espontaneidade, bondade e sabedoria e ninguém melhor do que ele para interpretar, com inteligência, o sentimento do seu semelhante, que sempre foi visto por ele com a áurea da bondade e da caridade.

Lembro-me com muita saudade o querido primo Severino Moreira, que viveu angelicalmente na sua felicidade toda peculiar e teve a grandeza de fazer a felicidade das pessoas do seu ciclo familiar e de amizade.

Todo pensamento derivado da pessoa de Severino Moreira concentra-se na imagem sagrada de Deus, por nos ter dado essa criatura formidável, que foi verdadeiro mensageiro do amor.

Salve o formidável e eterno pai Severino Moreira, exemplo de ternura e bondade.

            Brasília, em 9 de agosto de 2026

Saudades!

 

Dizendo-se tomado pelas saudade do pai, o filho amado fez mensagem em que mostra que entristece de muita saudade,  ponto de dizer que sofre de saudade.

Permissa vênia, gostaria de afirmar, sob a ótica pessoal, que não parece ser muito devido se sofrer de saudade, por não me parecer cabível nem compatível sofrimento quando se tem saudade, que condiz com reminiscência de algo muito bom.

Na minha modesta avaliação, saudade significa algo sublime sobre aquilo que se ama e foi experimentado e vivido.

Como então sofrer, que tem o sentido de comiseração, em se tratando de saudade?

Então, como a saudade pode causar sofrimento, se ela é a melhor lembrança dos bons acontecimentos vividos?

Ter saudades somente se harmoniza com prazer e felicidade sobre os fatos que a motivaram e jamais se permite sofrimento ao resgatar esse maravilhoso sentimento permitido por Deus.

Aconselho às pessoas, se isso seja possível, que nunca sofram em sentir saudade, mesmo que queiram acentuar o máximo de saudade, mas procurem ter o maior e infinito prazer, porque é somente isso que a saudade proporciona em mim.

A saudade me enche de satisfação e amor e é por isso que vivo em permanente saudade de tudo vivido por mim.

Brasília, em 9 de agosto de 2026

Feliz Dia dos Pais!

 

Na minha convivência com o meu querido e saudoso pai Vaneir, não existia isso de se homenagear os pais, em dia especial, como se faz agora e, diga-se de passagem, com todo o mérito, embora a sua importância, naqueles tempos, já fosse muito maior do que na atualidade.

Naquela época, eram ingentes as dificuldades na criação de filhos, que se harmonizavam à capacidade circunstancial do puro amor paterno, sem nenhuma preocupação com o reconhecimento por isso.

Bons tempos aqueles dos longínquos anos das décadas de cinquenta e sessenta, quando somente prevalecia o fortalecimento da família, em que a figura do pai sobressaía como a maior autoridade do lar, que cativava o devido e especial respeito, todo santo dia.

Lembro com especial saudade a figura impoluta do meu querido e saudoso papai Vaneir, que se houve sempre com dignidade e modelo do melhor pai do mundo, enquanto ele tinha o pleno domínio das faculdades pessoais.      

Sim, eu entendia perfeitamente a grandeza que existia no meu pai, que tinha absoluta consciência sobre os valores do autêntico pai. 

Hoje, felizmente, quando se comemora o Dia dos Pais, penso muito em todos os momentos que convivemos juntos, eu e o meu pai, que foram todos proveitosos, em especial porque ele serviu de inspiração para mim, em termos de iniciativa e disposição para o trabalho, na sua fortaleza, que eu me esforçava para imitá-lo.

Meu pai era aquele que acordava cedo, junto com mamãe, para trabalhar, enquanto o resto da casa continuava ainda dormindo, menos eu, que o acompanhava, sempre.

Hoje, me emociono com as boas e felizes lembranças do meu querido papai Vaneir, que ainda são tão fortes em mim, porque elas parecem capazes de atravessar os tempos.

Esse  é verdadeiro presente que recebo de Deus, no Dia dos Pais, por perceber que o importante legado do meu pai Vaneir cabe perfeitamente no meu coração, como algo maravilhoso que me acalenta os dias atuais.

Enfim, percebe-se que ser pai seja isso de se deixar muitas e importantes lembranças em nós filhos, cuja expressividade que fica dele na vida de alguém e torcer para que esse alguém leve adiante o que ele fez de melhor, na vida.

Neste Dia dos Pais, fico feliz em merecer o presente perfeito, que é o de me lembrar com muita saudade e carinho do me amado pai Vaneir, pelo seu amor aos filhos.

Feliz Dia dos Pais!

Brasília, em 9 de agosto de 2026

O culpado!

 

O relato sobre a situação lastimável que se encontra o Brasil longe de se imaginar que a culpa é exclusivamente da classe política desonesta, incompetente, aproveitadora e irresponsável.

Maior parcela de responsabilidade por essa inaceitável tragédia nacional precisa ser atribuída à mediocridade do seu povo.

Ele não tem, por puro sentimento ideológico, o menor escrúpulo em apoiar, com o seu voto, políticos insignificantes, incapazes e desonestos, que são colocados no poder, sem qualquer instinto de preocupação com as consequências da sua maldade para os interesses nacionais e dele próprio.

Diante disso, o país não consegue se desenvolver em absolutamente nada, à vista dos obstáculos impostos pela incapacidade de empreendimentos favoráveis ao crescimento econômico e social, em especial.

Nesse ponto, pode-se imaginar, em termos de indagação, o que se permite que o povo de nação com potencialidades e riquezas abundantes, como é o caso do Brasil, não consiga vislumbrar as enormes maldades que ele próprio tem sido capaz de propiciar à desgraça dele e dos demais brasileiros, ao eleger políticos visivelmente desonestos e incompetentes.

Esses homens públicos se preocupam exclusivamente com os seus projetos políticos, na forma da conquista do poder e da manutenção nele, em evidente detrimento da defesa das causas nacionais e da sociedade.

Sim, pode-se até se tentar justificar que a escolha da mediocridade política é direito sagrado e assegurado pelas faculdades democráticas, em que o cidadão é livre para votar em quem bem quiser, inclusive em macaco, como já aconteceu no Rio de Janeiro, tempos atrás.

Mutatis mutandis, é absolutamente inconcebível que parte de brasileiros ainda prefira eleger políticos sabidamente desonestos e insignificantes, sem nenhum cuidado com o sentimento de nacionalidade ou patriotismo, mesmo em condições de perene instabilidade institucional, que exige o mais firme e melhor posicionamento dos brasileiros, independentemente de preferência ideológica, porque estão em jogo os interesses supremos do Brasil.

À toda evidência, urge que os brasileiros se conscientizem de que o Brasil atravessa monumental crise institucional, causada principalmente por deficiência administrativa e gerencial, por causa da incompetência e da irresponsabilidade dos políticos dominantes do poder.

Sim, vislumbram-se alternativas de salvação do Brasil, que poderá acontecer com a junção da vontade dos brasileiros, com embargo de nefastas ideologias, visto que é preciso tão somente a eleição de alguém com preparo e competência para o enfrentamento dos grandes problemas nacionais.

Enfim, parece bastante possível a mudança do status quo brasileiro, desde que haja a mobilização dos brasileiros para a defesa e a reconstrução não somente do bem do Brasil, mas também de todos os brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8/08/2026

 

Senilidade

 

De acordo com mensagem postada na internet, um cientista político teria afirmado que o presidente do país vive efeito do último ex-presidente norte-americano, que demonstrava problemas de ideias e expressão, por conta da idade avançada dele.

Ressalte-se que o efeito, certamente maligno, mencionado pelo cientista político se refere precisamente à possível senilidade do atual presidente do país, que já ultrapassou dos oitenta anos de idade e tem realmente demonstrado problemas de cognição na expressão dos seus pensamentos.

Isso é algo realmente considerado extremamente prejudicial ao exercício do relevante cargo presidencial, que exige jovialidade de ideias e de conhecimentos, para o enfrentamento dos elevadíssimos assuntos de interesse nacional.

Na verdade, ao contrário do que é afirmado, isso pode até nem influenciar diretamente na decisão de muitos eleitores, porque eles estão muito mais movidos pela deplorável e prejudicial causa ideológica do que pela própria defesa dos interesses do Brasil.

A causa nacional deveria ter prioridade sobre todas as outras ideias, inclusive ideológicas, pessoais ou partidárias, ainda mais havendo o envolvimento da senilidade como fator extremamente delicado e preocupante, que precisa ser levado na devida conta, quando se encontram em jogo a grandeza e os valores maiores e prioritários do Brasil.

À toda evidência, o país precisa e exige que seja presidido com competência, eficiência e responsabilidade, sem a possibilidade do menor risco por ser prejudicado por falha causada por curta memória, que pode advir de pessoa com idade já avançada, à vista da recente experiência observada com o ex-mandatário norte-americano, que foi obrigado a interromper a carreira política para não prejudicar ainda mais os interesses daquele país.

Enfim, o presente alerta pode ter sido feito em boa hora, quanto à possível senilidade do presidente brasileiro, que serve de importante lição para os brasileiros se conscientizarem sobre a imperiosa necessidade de se pensar sobretudo nos interesses do Brasil, consistentes, em especial, na defesa de boas causas que poderão advir com a renovação da classe política, com a possibilidade da introdução de novas mentalidades sobre moralidade, competência, eficiência, honestidade e responsabilidade, princípios estes tão urgentes, carentes e exigidos na administração do Brasil?

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de agosto de 2026