À toda evidência, parece que o maior desafio, nessa campanha eleitoral,
fica a cargo dos eleitores que não têm o menor escrúpulo em apoiar político sem
as mínimas condições, em termos de qualificação e competência para o exercício
de cargo público eletivo.
Para tanto, a bem da verdade, se exige, em princípio, uma série de
requisitos próprios da dignidade e da honradez como conduta de compatibilidade
com a finalidade precípua das atividades públicas.
É preciso se atentar que estão em jogo a grandeza e os valores do
Brasil, país este que merece e exige ser presidido por alguém com algum
atributo que possa justificar, mesmo minimamente, algo compatível com as
finalidades inerentes à administração pública, em termos de competência,
dignidade, honradez, moralidade, eficiência, decência e principalmente
responsabilidade pública.
Causa muita estranheza que ainda tenham eleitores que enxergam alguma
qualidade em político que mais demonstra ter sido sucumbido definitivamente por
todos os princípios exigidos para alguém que pretende representar politicamente
o povo.
Sim, é somente isso que se pode interpretar sobre político ultrapassado
em condições normais das práticas das atividades políticas, que exigem sim
habilidades especiais.
Até quando alguns brasileiros vão deixar de conscientizar sobre a
importância de urgentes mudanças em benefício dos interesses do Brasil, de modo
que a nefasta ideologia dê lugar à mentalidade que permita vislumbrar a
possibilidade de o Brasil ser presidido por alguém que satisfaça os requisitos
essenciais de dignidade, moralidade, decência, competência e respeito aos
princípios da administração pública?
Acorda, Brasil!
Brasília, em 29 de agosto de 2026
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