Conforme mensagem que circula na internet, uma pessoa mostra o
vertiginoso crescimento da dívida pública, já ultrapassando ao montante de dez
trilhões de reais.
O efetivo descontrole da dívida pública não significa tão somente o
rombo do Tesouro Nacional, mas especialmente a plena e cabal incompetência da
gestão dos recursos públicos, consistente nos gastos exagerados, sem qualquer
compromisso com a economicidade das despesas, que precisam se ajustar aos
limites das receitas.
O governo que perde o controle dos gastos públicos deixa muito evidente
a sua despreocupação para com a coisa pública, no sentido de ser
necessariamente zeloso com a eficiência da máquina pública, em termos de se
evitar desperdícios com gastos desnecessários e abusivos, que podem ser
saneados e ajustados à arrecadação, que também não pode ficar atrelada à
elevada carga tributária, muito além do que podem suportar os contribuintes.
A verdade é que a dívida pública reflete muito claramente a patente
irresponsabilidade fiscal do governo, que, gastando muito mais do que arrecada,
se obriga a recorrer a empréstimos para pagar os seus compromissos.
Com isso, ele fica obrigado a assumir encargos além das receitas
arrecadadas e isso caracteriza não somente incompetência, mas visível abuso com
o emprego do patrimônio dos brasileiros.
Ao contrário disso, se houvesse o mínimo de pudor e respeito à causa
pública, nada disso estaria acontecendo, porque prevaleciam competência e
responsabilidade na gestão dos recursos públicos.
Convém que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da
escolha de candidato ao Palácio do Planalto que se digne a honrar a
essencialidade dos princípios exigidos na administração pública, com a
prevalência da decência, da competência e principalmente a responsabilidade
fiscal, em que os gastos do governo se limitem às receitas arrecadadas.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 21 de agosto de 2026
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