terça-feira, 29 de setembro de 2026

Dívida pública!

 

Conforme mensagem que circula na internet, uma pessoa mostra o vertiginoso crescimento da dívida pública, já ultrapassando ao montante de dez trilhões de reais.

O efetivo descontrole da dívida pública não significa tão somente o rombo do Tesouro Nacional, mas especialmente a plena e cabal incompetência da gestão dos recursos públicos, consistente nos gastos exagerados, sem qualquer compromisso com a economicidade das despesas, que precisam se ajustar aos limites das receitas.

O governo que perde o controle dos gastos públicos deixa muito evidente a sua despreocupação para com a coisa pública, no sentido de ser necessariamente zeloso com a eficiência da máquina pública, em termos de se evitar desperdícios com gastos desnecessários e abusivos, que podem ser saneados e ajustados à arrecadação, que também não pode ficar atrelada à elevada carga tributária, muito além do que podem suportar os contribuintes.

A verdade é que a dívida pública reflete muito claramente a patente irresponsabilidade fiscal do governo, que, gastando muito mais do que arrecada, se obriga a recorrer a empréstimos para pagar os seus compromissos.

Com isso, ele fica obrigado a assumir encargos além das receitas arrecadadas e isso caracteriza não somente incompetência, mas visível abuso com o emprego do patrimônio dos brasileiros.

Ao contrário disso, se houvesse o mínimo de pudor e respeito à causa pública, nada disso estaria acontecendo, porque prevaleciam competência e responsabilidade na gestão dos recursos públicos.

Convém que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da escolha de candidato ao Palácio do Planalto que se digne a honrar a essencialidade dos princípios exigidos na administração pública, com a prevalência da decência, da competência e principalmente a responsabilidade fiscal, em que os gastos do governo se limitem às receitas arrecadadas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 21 de agosto de 2026

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