Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém certamente saudosista
e sem esclarecer por qual motivo pergunta se você votaria no último
ex-presidente do país.
É evidente que esse político é daqueles de índole extremamente populista
que agrada multidão de seguidores, mas se mostra absolutamente prejudicial aos
interesses do Brasil, que foi precisamente o que ele fez, no seu governo.
Ele prometeu mundo e fundos, mas apenas realizou o mínimo necessário do
governo que poderia ter sido exemplo de grandes e abrangentes reformas
estruturais e conjunturais do Brasil, tão carente de modernização e
aperfeiçoamentos em todos os setores da administração pública, que poderiam
consistir na substancial melhoria da saúde, da educação, da segurança pública,
da infraestrutura, da previdência social etc.
Ele teve excelente oportunidade para a execução de importantes obras de
impacto ao desenvolvimento socioeconômico, mas nada fez em benefício da
sociedade, salvo a conclusão da transposição das águas do Rio São Francisco,
algo realmente importante, mas tudo já iniciado por outro governo.
Na prática, o seu governo produziu muito pouco, o que se pode dizer, o
mínimo necessário, que apenas satisfaz para quem se elege como mandatário que
ficaria muito feio se nada também não fizesse.
A verdade é que esse político ficou na história, na voz do povo, como
negacionista e genocida, por ter conduzido, no seu governo, o combate à
gravíssima pandemia do coronavírus, sem que ele tivesse o mínimo conhecimento
de medicina, mas insistia em opinar, com veemência, sobretudo envolvendo os
problemas da doença, cujo resultado ficou patenteado na maior rejeição que se
poderia expressar a político, pois ele desrespeitava, insistentemente, até
mesmo as orientações do seu governo.
Por fim, a sua plena incompetência político-administrativa, acentuada
com a enorme rejeição popular, resultou na perda do poder para político
desmoralizado e incompetente, algo já mais visto na história brasileira,
motivando todas as crises impostas às instituições brasileiras, visto que, do
contrário disso, certamente que o país teria continuado sob o comando dele, sem
as notórias dificuldades predominantes na atualidade.
Ressalte-se que esse político se mostrou fora da curva, quando
demonstrou nítido descontrole emocional capaz de agredir, com palavras, a
imprensa, políticos e autoridades de outros poderes, algo completamente
incompatível com a diplomacia e a compreensão de civilidade exigidas no
exercício dos cargos públicos eletivos.
Na realidade, trata-se de político que não faz nenhuma falta às
atividades política, pois já ficou bastante evidenciada a sua índole
incompatível com as finalidades inerentes ao interesse público.
Apelam-se por que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da
escolha de alguém que realmente esteja à altura de presidir o Brasil, sob os
princípios da dignidade, da decência, da competência e principalmente da
responsabilidade.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 21 de agosto de 2026
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