terça-feira, 29 de setembro de 2026

Em quem votaria?

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém certamente saudosista e sem esclarecer por qual motivo pergunta se você votaria no último ex-presidente do país.

É evidente que esse político é daqueles de índole extremamente populista que agrada multidão de seguidores, mas se mostra absolutamente prejudicial aos interesses do Brasil, que foi precisamente o que ele fez, no seu governo.

Ele prometeu mundo e fundos, mas apenas realizou o mínimo necessário do governo que poderia ter sido exemplo de grandes e abrangentes reformas estruturais e conjunturais do Brasil, tão carente de modernização e aperfeiçoamentos em todos os setores da administração pública, que poderiam consistir na substancial melhoria da saúde, da educação, da segurança pública, da infraestrutura, da previdência social etc.

Ele teve excelente oportunidade para a execução de importantes obras de impacto ao desenvolvimento socioeconômico, mas nada fez em benefício da sociedade, salvo a conclusão da transposição das águas do Rio São Francisco, algo realmente importante, mas tudo já iniciado por outro governo.

Na prática, o seu governo produziu muito pouco, o que se pode dizer, o mínimo necessário, que apenas satisfaz para quem se elege como mandatário que ficaria muito feio se nada também não fizesse.

A verdade é que esse político ficou na história, na voz do povo, como negacionista e genocida, por ter conduzido, no seu governo, o combate à gravíssima pandemia do coronavírus, sem que ele tivesse o mínimo conhecimento de medicina, mas insistia em opinar, com veemência, sobretudo envolvendo os problemas da doença, cujo resultado ficou patenteado na maior rejeição que se poderia expressar a político, pois ele desrespeitava, insistentemente, até mesmo as orientações do seu governo.

Por fim, a sua plena incompetência político-administrativa, acentuada com a enorme rejeição popular, resultou na perda do poder para político desmoralizado e incompetente, algo já mais visto na história brasileira, motivando todas as crises impostas às instituições brasileiras, visto que, do contrário disso, certamente que o país teria continuado sob o comando dele, sem as notórias dificuldades predominantes na atualidade.

Ressalte-se que esse político se mostrou fora da curva, quando demonstrou nítido descontrole emocional capaz de agredir, com palavras, a imprensa, políticos e autoridades de outros poderes, algo completamente incompatível com a diplomacia e a compreensão de civilidade exigidas no exercício dos cargos públicos eletivos.

Na realidade, trata-se de político que não faz nenhuma falta às atividades política, pois já ficou bastante evidenciada a sua índole incompatível com as finalidades inerentes ao interesse público.

Apelam-se por que os brasileiros se conscientizem sobre a importância da escolha de alguém que realmente esteja à altura de presidir o Brasil, sob os princípios da dignidade, da decência, da competência e principalmente da responsabilidade.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 21 de agosto de 2026

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