terça-feira, 29 de setembro de 2026

Insignificante!

 O presidente da Argentina voltou a atacar o presidente brasileiro, depois de provocar reação formal do governo brasileiro por declarações semelhantes.

Em entrevista a uma emissora ele afirmou que o presidente brasileiro é “ladrão” e “corrupto” e contestou novamente a anulação das condenações do presidente brasileiro, na Operação Lava-Jato.

Aquela autoridade disse sobre o mandatário brasileiro que “Ele é um ladrão, um corrupto. Não é inocente. Foi liberado por uma falha no processo jurídico”.

O argentino também rejeitou a avaliação de que suas falas tenham sido agressivas, porque, segundo ele, a gravidade estaria no suposto crime, e não na acusação.

Ele foi enfático, ao afirmar que “Agressivo é que alguém roube. É muito mais leve chamar um ladrão de ladrão do que o próprio ato de roubar”.

O argentino afirmou ainda que as palavras utilizadas contra o presidente brasileiro surgiram de forma espontânea.

Sem a menor dúvida, essa declaração tem o condão de aumentar a tensão entre os governos dos dois países.

O Ministério das Relações Exteriores convocou o convocou o embaixador argentino em Brasília, para transmitir o descontentamento do Palácio do Planalto, ao tempo em que o embaixador brasileiro em Buenos Aires também foi chamado para consultas.

Em nota, o governo brasileiro classificou o episódio como “sem precedentes”.

O presidente brasileiro evitou responder diretamente aos primeiros ataques, mas se limitou a perguntar: “Quem é esse cara?”.

Acontece que o mandatário argentino somente disse a verdade sobre o que realmente significa, o presidente brasileiro, que é político insignificante, desmoralizado e desonesto, sem a mínima condição de representar politicamente os brasileiros, porque lhe faltam os requisitos de dignidade e honradez.

Isso vale dizer que ter pessoa desonesta e indigna no comando do país tem muita mais responsabilidade dos próprios brasileiros, que não tem o menor escrúpulo de apoiar, com o seu voto, político que nada significa, em termos de representação digna, à altura dos valores da República brasileira.

Enfim, todo povo tem o seu representa político que bem merece, porque normalmente ele é leito pelo voto voluntário e livre.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 31 de agosto de 2026

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