O presidente da Argentina voltou a atacar o presidente brasileiro, depois de provocar reação formal do governo brasileiro por declarações semelhantes.
Em entrevista a uma emissora ele afirmou que o presidente brasileiro é
“ladrão” e “corrupto” e contestou novamente a anulação das condenações do
presidente brasileiro, na Operação Lava-Jato.
Aquela autoridade disse sobre o mandatário brasileiro que “Ele é um
ladrão, um corrupto. Não é inocente. Foi liberado por uma falha no processo
jurídico”.
O argentino também rejeitou a avaliação de que suas falas tenham sido
agressivas, porque, segundo ele, a gravidade estaria no suposto crime, e não na
acusação.
Ele foi enfático, ao afirmar que “Agressivo é que alguém roube. É
muito mais leve chamar um ladrão de ladrão do que o próprio ato de roubar”.
O argentino afirmou ainda que as palavras utilizadas contra o presidente
brasileiro surgiram de forma espontânea.
Sem a menor dúvida, essa declaração tem o condão de aumentar a tensão
entre os governos dos dois países.
O Ministério das Relações Exteriores convocou o convocou o embaixador
argentino em Brasília, para transmitir o descontentamento do Palácio do
Planalto, ao tempo em que o embaixador brasileiro em Buenos Aires também foi
chamado para consultas.
Em nota, o governo brasileiro classificou o episódio como “sem
precedentes”.
O presidente brasileiro evitou responder diretamente aos primeiros
ataques, mas se limitou a perguntar: “Quem é esse cara?”.
Acontece que o mandatário argentino somente disse a verdade sobre o que
realmente significa, o presidente brasileiro, que é político insignificante,
desmoralizado e desonesto, sem a mínima condição de representar politicamente
os brasileiros, porque lhe faltam os requisitos de dignidade e honradez.
Isso vale dizer que ter pessoa desonesta e indigna no comando do país
tem muita mais responsabilidade dos próprios brasileiros, que não tem o menor
escrúpulo de apoiar, com o seu voto, político que nada significa, em termos de
representação digna, à altura dos valores da República brasileira.
Enfim, todo povo tem o seu representa político que bem merece, porque
normalmente ele é leito pelo voto voluntário e livre.
Acorda, Brasil!
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