terça-feira, 29 de setembro de 2026

Aproveitadores!

 Em mensagem que circula nas redes sociais, uma pessoa critica o nível de oportunismo do principal líder da esquerda brasileira, que se beneficia da ingenuidade do eleitor brasileiro, apenas lhe oferecendo migalhas, em forma de auxílios financeiros.

O diagnóstico apresentado na mensagem reflete a fidelidade sobre situação extremamente repugnante, em termos de honestidade e dignidade, na administração pública, que condiz com a ajuda financeira oficial, com suposto beneficiamento de importante parcela de políticos.

É fato que a pobreza brasileira foi transformada em instrumento supervalioso para fomentar a conquista e a manutenção no poder de homens públicos inescrupulosos, por meio de inteligente estratégia que consegue viabilizar na consciência dessa classe social a importância da dependência aos programas de assistencialismo governamental.

A mensagem em referência deixa bastante clara essa calamidade sócio-eleitoral.

A manipulação dessa estratagema é tão perfeita que ela prevalece há décadas rendendo os mais auspiciosos dividendos político-eleitorais, além de produzir sempre excelentes resultados para a glória dos seus mentores e defensores, que não temem qualquer risco de que essa fórmula mágica de produção de votos possa desabar em definitivo, justamente porque os seus opositores são incapazes senão de criticar inutilmente, apenas em visível demonstração de notória dificuldade para o enfrentamento de situação que lhe causa enorme incômodo, especialmente pela visível e gigantesca impossibilidade de mudança do status quo.

Então, de nada adianta se fazer a mais sentida estranheza, em forma de severas críticas, se não se vislumbra o remédio para o câncer que somente se alastra causando rastros de destruição da integridade dos princípios republicanos e democráticos.

Isso acontece por força da brutal deformidade imposta ao sistema eleitoral, pela prevalência dos programas assistencialistas do governo, que têm o viés de legitimidade, mas se caracterizam por sua feição incrivelmente deformadora da moralidade eleitoral, conforme mostram as mentes insatisfeitas.

Apelam-se por que os críticos aos sistemas assistencialistas financeiros do governo se dignem a criar medidas capazes de substituí-los por algo justo, legal e moral e que seja capaz de satisfazer plenamente e ao mesmo tempo os políticos honestos e os aproveitadores, bem assim os personagens dessa preocupante história, os eleitores.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 28 de agosto de 2026

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