Em mensagem que circula nas redes sociais, uma pessoa critica o nível de oportunismo do principal líder da esquerda brasileira, que se beneficia da ingenuidade do eleitor brasileiro, apenas lhe oferecendo migalhas, em forma de auxílios financeiros.
O diagnóstico apresentado na mensagem reflete a fidelidade sobre
situação extremamente repugnante, em termos de honestidade e dignidade, na
administração pública, que condiz com a ajuda financeira oficial, com suposto
beneficiamento de importante parcela de políticos.
É fato que a pobreza brasileira foi transformada em instrumento
supervalioso para fomentar a conquista e a manutenção no poder de homens
públicos inescrupulosos, por meio de inteligente estratégia que consegue
viabilizar na consciência dessa classe social a importância da dependência aos
programas de assistencialismo governamental.
A mensagem em referência deixa bastante clara essa calamidade
sócio-eleitoral.
A manipulação dessa estratagema é tão perfeita que ela prevalece há
décadas rendendo os mais auspiciosos dividendos político-eleitorais, além de
produzir sempre excelentes resultados para a glória dos seus mentores e
defensores, que não temem qualquer risco de que essa fórmula mágica de produção
de votos possa desabar em definitivo, justamente porque os seus opositores são
incapazes senão de criticar inutilmente, apenas em visível demonstração de
notória dificuldade para o enfrentamento de situação que lhe causa enorme
incômodo, especialmente pela visível e gigantesca impossibilidade de mudança do
status quo.
Então, de nada adianta se fazer a mais sentida estranheza, em forma de
severas críticas, se não se vislumbra o remédio para o câncer que somente se
alastra causando rastros de destruição da integridade dos princípios
republicanos e democráticos.
Isso acontece por força da brutal deformidade imposta ao sistema
eleitoral, pela prevalência dos programas assistencialistas do governo, que têm
o viés de legitimidade, mas se caracterizam por sua feição incrivelmente
deformadora da moralidade eleitoral, conforme mostram as mentes insatisfeitas.
Apelam-se por que os críticos aos sistemas assistencialistas financeiros
do governo se dignem a criar medidas capazes de substituí-los por algo justo,
legal e moral e que seja capaz de satisfazer plenamente e ao mesmo tempo os
políticos honestos e os aproveitadores, bem assim os personagens dessa
preocupante história, os eleitores.
Acorda, Brasil!
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