Mensagem publicada na internet traz a seguinte texto, in verbis: “Petista diz: (omiti o nome) está no auge dos seus 80 anos, mas é o único candidato 100% lúcido, coerente e com um plano de governo. Internauta responde: Ele é realmente muito esperto e lúcido. Burro mesmo é quem vota nele.”.
O fato de político com oitenta anos de idade ter o direito democrático
de se candidatar a cargo público eletivo demonstra liberdade de escolha, pela
sociedade, do seu representante político.
Agora, por sua vez, é preciso que os eleitores reflitam muito bem o seu
apoio ao candidato que melhor satisfaz aos interesses do Brasil,
independentemente de ideologia e fanatismo político-partidário, porque é
exatamente assim que fazem os eleitores dos países evoluídos e com a
sinceridade exigida nas atividades políticas.
Nesses países, todos os patriotas convergem para a defesa do progresso
do seu país, sob a égide do eficiente gerenciamento que melhor produza os
resultados dos recursos aplicados nas políticas de incumbência do Estado.
O que importa, agora, é se avaliar se o candidato idoso realiza governo
com algum aproveitamento para a satisfação do interesse da sociedade, se ele
conduziu os negócios do Estado com a necessária prudência nas despesas e nos
investimentos públicos, respeitando os limites orçamentários previstos em lei.
Convém que os eleitores avaliem a importância desse político ser ou não
modelo de dignidade e moralidade na vida pública, principalmente o seu
envolvimento com processos criminais incompatíveis com as atividades políticas.
Por fim, os brasileiros que têm crença religiosa, com esperança nos
ensinamentos cristãos e divinos, precisam ter a consciência de que o homem
público não pode defender ideologia que contrarie os princípios sagrados da
integridade familiar, do sentimento religioso e do amor à pátria, porque estes
são os verdadeiros alicerces do fortalecimento das estruturas da humanidade.
Ressalte-se que a próxima eleição presidencial é excelente oportunidade
para a conscientização do voto em defesa da valorização das causas maiores do
Brasil, no sentido de se investir na viabilidade de alternância de
possibilidades melhores para o país, principalmente para a economia, em que
novas políticas de gestão se interessem em severidade nos gastos e na estrita
observância às restrições orçamentárias, além de se vislumbrarem a modernização
do Estado, com a implementação de importantes reformas estruturais e
conjunturais, tão necessárias do ansiado progresso nacional.
Apelam-se por que os brasileiros se interessem na qualificação da
administração do Brasil, ao escolher o presidente da República que tenha os
predicados capazes de satisfazerem os requisitos de competência, honestidade,
dignidade, eficiência e responsabilidade.
Acorda, Brasil!
Nenhum comentário:
Postar um comentário