Conforme pesquisa realizada sobre preferência dos candidatos ao Palácio
do Planalto, “O Paraná está mandando o recado: (omiti o nome do
político) enfrenta rejeição perto dos 70% no estado. E o sinal de alerta já
acendeu na campanha.”.
Se está assim agora, imagina quando chegar a hora das urnas…
Ao se julgar pelo resultado da pesquisa que indica quase 70% de rejeição
de político com a índole estranha aos princípios democráticos, certamente por
ter se envolvido em casos irregulares contra a administração pública, conforme
os resultados convalidados pela Justiça sobre os processos que investigaram
fatos irregulares cuja autoria é atribuída a ele.
Vê-se que o povo a que se refere a pesquisa mostra elevado grau de
evolução política, ao avaliar a quase insignificância de político que se mostra
incompatível, em termos de qualificação à altura de representar os interesses
da sociedade, que estabelece severo limite de tolerância com homem público que
é realmente insuportável e desqualificado para o exercício de atividades
políticas.
A pesquisa em causa sinaliza a importância da evolução política de um
povo, que precisa ter consciência e sabedoria sobre a importância de políticos
honestos, dignos, competentes e responsáveis, porque não faz o menor sentido o
representante político desprezar os princípios de conduta ilibada e
imaculabilidade, na vida pública.
Oxalá que os demais brasileiros tenham iniciativas idênticas a essa, de
avaliarem os homens públicos, com vistas a se auferir as suas qualificações
necessárias ao preenchimento dos requisitos imprescindíveis ao exercício das
nobres atividades políticas e administrativas.
Isso é o mínimo que se espera de povo civilizado e evoluído, que se
honra e se respeita com a escolha de seus representantes pelos critérios,
devidamente comprovados, de reputação ilibada e de ficha limpa deles.
Enfim, que a pesquisa realizada no Paraná sirva de modelo para todo o
território nacional, como forma de se propiciar a necessária limpeza da vida
pública de políticos aproveitadores, desprezíveis e incompetentes.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 28 de agosto de 2026
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