Diante de texto da minha lavra, em que eu discorri sobre o desempenho do
último ex-vice-presidente do país, uma pessoa mostrou insatisfação com as
minhas análises e resolveu escrever a indagação a seguir:
“Então, você acredita, que houve GOLPE ou tentativa?”.
Em resposta, em disse que o meu texto se refere ao caso específico da
acusação sem provas, feita aleatoriamente por pessoa que demonstra bastante e
veemência aversão ao desempenho de determinado militar, que também é político.
Os fatos mostram ridículas narrativas destinadas a incriminarem
injustamente pessoas inocentes, as quais, finalmente prevaleceram em prejuízo
da honra e da dignidade de pessoas, repita-se, inocentes.
Em momento algum eu afirmei a existência de golpe de Estado, porque
tenho plena consciência sobre o verdadeiro sentido da sua efetividade, em
termos de estragos aos princípios republicanos e democráticos.
Mesmo que tivesse havido planejamento para tanto, isso fica bem distante
da sua realização, pois, na verdade, isso nunca aconteceu, conforme mostram os
fatos históricos.
Enfim, parece normal se falar sobre fatos que se referem a golpe,
porque, queira ou não, muitas pessoas foram condenadas à prisão por causa da
indevida responsabilização por crime inexistente, mas nem por isso elas estão
livres do castigo, diante das circunstâncias políticas do país.
Enfim, resta aos brasileiros do bem lamentarem essa inacreditável e
inaceitável realidade de verdadeiro horror humano, em que se pune pessoas
inocentes, à vista da inexistência de crime.
Brasília, em 23 de agosto de 2026
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