sexta-feira, 31 de julho de 2026

Humanização do mundo

 

Em entrevista cujo texto foi postado na internet, importante sociólogo mostrava linha da sua consolidada e pacífica índole ideológica, a sua completa aversão ao regime capitalista, como sendo a causa das perdições mundiais, mas tem a expertise de exaltar as revolucionarias qualidades do notável regime socialista, como a verdadeira fonte de Iluminismo da sociedade.

Como conclusão da sua entrevista, ele, sem o menor pudor, disse que Cuba se presta como o moderno socialismo, porque nessa ilha existe o “socialismo humanizando o mundo. Em Cuba, eu vi o socialismo mais próximo do socialismo. Cuba é uma coisa formidável, o mais próximo da justiça social.”.

Como compreender pessoas que enaltecem regime que oprime o povo e o priva dos direitos humanos e das liberdades individuais e democráticas, o submete ao pior regime desumano e cruel de completa escravidão do totalitarismo e da tirania ditatorial?

Um povo que vive há mais de meio século isolado dos avanços e do desenvolvimento científico e tecnológico, em plena miserabilidade de fome, pois tudo é racionado e controlado sob a mão-de-ferro da insensatez do Estado totalitário.

Que socialismo formidável é esse que só produz desgraça e sofrimento social, como seria a marca festejada de justiça social, que só oferece maldade às pessoas, à vista dos fatos que são normalmente denunciados pelos organismos internacionais?

Pelo menos no mundo civilizado, o normal entendimento de justiça social condiz com plenas liberdades de expressão e do usufruto de todos os direitos humanos, com total direito de ir e vir, como acontece normalmente nos países evoluídos que têm aderência ao capitalismo, onde todas as pessoas indistintamente são livres e donas das suas vontades e liberdades de pensamento e opinião.

Nesses países, o povo pode se expressar na forma que bem quiser, exatamente com a salutar e verdadeira justiça social do capitalismo e da democracia que realmente precisa ter validade em todos os lugares do mundo, em respeito e valorização dos direitos e princípios humanitários.

Impressiona bastante que as condições desumanas e até cruéis próprias de países de regime socialista causem impressão maravilhosa, mesmo conhecendo a crueza da realidade ali vivida, como é o caso existencial de Cuba, que é símbolo de país em completa ruína, em todos os sentidos.

Estranha-se que, mesmo assim, ele é mostrado como padrão internacional de justiça social, como se essa triste e deplorável inversão de valores sociais fosse realmente desejável para a humanidade, que não merece tamanha atrocidade.

Na verdade, ainda bem que existem os princípios do bom senso e da sensatez, por meio dos quais o homem ainda pode discernir o joio do trigo, somente nos países não socialistas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 5 de junho de 2026

A ex-primeira-dama

 Em mensagem postada na internet, que aparece a imagem da última ex-primeira-dama do país, encimada de texto que diz que ela representa as mulheres brasileiras.

Não se sabe exatamente como se definiria melhor quais as mulheres que a ex-primeira-dama brasileira realmente representa, à vista das questões de ordem ideológi9ca.

Só há margem de interpretação de que ela jamais representa as mulheres socialistas, que também são brasileiras, mas certamente não se sentem representadas por ela, por mais boa vontade possível nesse sentido.

Há certas expressões que são preferíveis nem as mencionar, porque elas não passam de frases sem efeito, como essa de "Ela representa todas as mulheres do Brasil.", se referindo à ex-primeira-dama, porque isso não tem o mínimo fundo de verdade.

É possível, por óbvio, até que ela represente as mulheres que confessam a sua mesma ideologia, mas nunca as suas declaradas adversárias.

A verdade é que urge se mudarem os conceitos, precisamente para se evitar saia-justa como a que significa a expressão acima, para se evitarem interpretações distorcidas.

À toda evidência, a ex-primeira-dama é cidadã especial, mas apenas no âmbito restrito aos seus admiradores, pois ela tem enorme rejeição por parte das suas adversárias políticas e isso é bastante compreensível, nas circunstâncias.

Na realidade, o bom senso e a sensatez recomendam que essa forma de propaganda política deveria ser evitada, precisamente porque o que consta do texto não condiz com a realidade, porque é bem possível que a ex-primeira-dama do país somente represente a própria pessoa.

Apelam-se por que as propagandas políticas somente sejam feitas quando isso se tornar realmente imprescindível e tenha por objeto fatos lógicos e factíveis, sob pena de se incorrer em ridículo. 

            Brasília, em 5 de junho de 2026

Desumanidade

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, a principal autoridade do país vem a público para incitar o enforcamento de dois filhos do último ex-presidente do país, sob a acusação de que eles teriam traído a pátria.

Nada poderia ser mais incrivelmente desumano e cruel que alguém sequer imaginar o enforcamento do seu semelhante, por mais ódio que se acumule em forma de maldade no seu coração, por conta do extremo antagonismo predominante.

Isso só demonstra o grau de inferioridade de sentimento, desamor e falta de compaixão, exatamente pelo desprovimento de qualquer instinto humanitário.

O desejo mórbido como esse de morte de pessoas representa total perda da credibilidade e do respeito, precisamente porque isso não condiz com a dignidade humana e muito menos com a relevância de chefe de Estado, de quem se exige e espera atos nobres de equilíbrio emocional e psicológico, que são visivelmente abandonados quando não se tem o menor escrúpulo em incitar a eliminação de adversários políticos, quando isso contraria frontalmente todos os sentimentos humanitários.

O certo mesmo é que não existe absolutamente nada que possa justificar atitude extrema de irracionalidade e desumanidade, que tenha por propósito a execução da vida do seu próximo, quanto mais apenas quando tudo se contextualiza no âmbito de disputa política, mesmo que houvesse a prova material de algum dano comprovado contra alguém.

A verdade é que este é o pior momento da vida política brasileira, em que o país pode estar sendo presidido por desequilibrado mental, que acha que tem o direito de sugerir e incitar a morte de pessoas, decorrente de sentença de monstruosidade sem limite das suas insanas autoria e vontade.

Queira Deus que os brasileiros percebam, o mais rapidamente possível a gigantesca gravidade de estar sendo presidido por pessoa visivelmente desequilibrada emocionalmente, que se permite propugnar impunemente pelo enforcamento de seus semelhantes, por simples motivação de puros ódio e antagonismo, quando isso tem a total desaprovação de todos os princípios humanitários. 

Brasília, em 5 de junho de 2026

O plano de governo!

 

O candidato da direita à Presidência da República disse, em tom de esperança, que o fim do governo da incompetência e do atraso se aproxima, dando a entender que ele já se considera eleito.

O fim de terrível ciclo morto e sem esperança predominante no Brasil é o que mais aspiram os brasileiros que se preocupam com a necessidade da volta da brasilização, o que vale dizer da urgente colocação do país na trilha do progresso, de modo a se permitir o seu crescimento socioeconômico.

Agora. o novo tempo prometido não se consegue com meras palavras, com frases de efeitos e outros ditos sem nenhuma significância, como parece ser o caso do candidato que assim se apresenta.

Ele já se lançou candidato há mais de meio ano e anda dizendo e prometendo mudar o status quo, como se somente isso tivesse o condão de conquistar alguma expectativa de mudança para o Brasil, apenas pronunciando frases soltas e sem conteúdo.

Os brasileiros estão esperando que esse candidato seja o mais preciso possível, em termos de clareza e objetividade, o que significa que urge o surgimento de algo substancial apresentado por ele, como o seu plano de governo, sob a expectativa de ele vir a ser eleito.

Convém que ele mostre aos brasileiros o que pretende fazer, no seu governo, o que vai fazer para acabar com a roubalheiras no governo e no país, quais as reformas que pretende implantar, as prioridades em termos de obras de impacto, as suas preocupações com a melhoria das condições sobre a miséria crônica, o que pretende fazer com os múltiplos programas assistencialistas do governo, o seu relacionamento com os políticos, inclusive com a velha política, as relações internacionais etc.

Enfim, o candidato precisa acabar com as suas fantasias e frases vazias e inúteis, procurando urgentemente mostrar aos brasileiros a substancialidade do que realmente pretende realizar, no seu governo, que seja possível a implementação da real volta da moralização e do desenvolvimento socioeconômico.

Somente assim os brasileiros poderão avaliar a capacidade dele sobre o enfrentamento das gravíssimas crises prevalentes no Brasil.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 5 de junho de 2026

Comercial da 107/108 Sul

 

Em síntese, uma mensagem de cunho bíblico, que circula nas redes sociais, diz que “Deus irá entregar enorme paz aos homens e esmagará os sofrimentos.”.

Quem realmente acredita em Deus, sabe perfeitamente que não é verdade que Ele entregará coisa alguma, o que vale se afirmar que ninguém espere algo por meio da entrega por Deus, porque isso é absolutamente impossível, sob a ótica da materialidade.

Também não tem nada de verdadeiro se dizer que Deus esmaga coisa alguma, pelo mesmo motivo da impossibilidade material.

A obtenção da paz pode sim ser possível, inclusive com a ajuda de Deus, por meio do merecimento da fé, no sentido de que se tem a infinita crença de que tudo seja possível, porque o Ser supremo tudo pode, por meio da Sua intercessão espiritual, fazendo que isso se efetive pela crença, mas sob o prisma dos exclusivos esforço e mérito da própria pessoa, sem que tenha qualquer participação direta de Deus, nos seus intentos.

Do mesmo modo acontece com o esmagamento do sofrimento, que depende exclusivamente das condições pessoais, na forma do merecimento de quem pretende ficar livre das dificuldades, sempre contando com a crença de que Deus quer que aconteça o melhor para todos seus filhos.

Enfim, ninguém espere que Deus vai entregar paz nem coisa alguma e muito menos Ele esmaga sofrimento, porque o seu poder é infinitamente espiritual, que, por isso mesmo, a experiência mostra que Ele nada faz, em termos materiais.

Vivam na esperança da paz espiritual, aquela construída por méritos próprios, tendo como princípio a fé inabalável em Deus, que tudo pode, na esfera espiritual. 

Brasília, em 4 de junho de 2026

O amor perfeito!

 

Um rei amante das artes resolveu realizar concurso para incentivar a salutar prática da pintura, com vistas à escolha do melhor trabalho artístico, de modo que fosse capaz de retratar, na tela, a paz desejável da alma.

Concluídas as pinturas, todas de altíssima qualidade artística, que foram obviamente avaliadas e valorizadas por sua majestade, que observou e admirou atentamente todas as pinturas com cuidado, mas apenas duas realmente chamaram sua especial atenção.

A primeira era uma verdadeira e maravilhosa paisagem que mostrava impressionante imagem, sobressaindo belo lago tão perfeito que parecia fantástico espelho na água, onde se refletiam formidáveis e plácidas montanhas que o rodeavam.

As montanhas eram emolduradas com o céu azul com discretas nuvens brancas, que transmitiam o real poder da paz como fonte da inspiração objetivada pelo rei, pois o seu cenário traduzia esse sentimento instantâneo.

A segunda pintura também versava sobre cenário de estonteantes montanhas, cujos contornos mostravam enormes rochas e estavam despidas de vegetação.

Ao seu redor pesava a imagem de céu revolto e cinza, com precipitação de fortes tempestades, ao meio de relâmpagos e trovões e ainda transparecendo descer, montanha abaixo, turbulenta torrente de água, dando a ideia, à primeira vista, de que nada disso poderia se interpretar como pacífico, na forma pretendida pelo rei.

Não obstante, quando observada a pintura com a devida atenção, poderia se verificar, atrás da cascata, havia arbusto crescendo da fenda de uma rocha e, nele, podia-se ver um ninho de pombinhos.

Exatamente ali, em meio ao ruído e à violência da cena construída na pintura, estava aquela ave na maior calma a chocar seus ovinhos, prestes a darem vida a novos ocupantes da Terra.

Foi daí que o rei concluiu que seria aquela a pintura escolhida por ele, diante da sábia explicação de que a “Paz não significa estar em um lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. A paz significa que, apesar de estar no meio de tudo isso, nosso coração deve e pode permanecer calmo.”.

À toda evidência, o verdadeiro significado da paz perfeita reside na pacificação do coração, mesmo que o ambiente ao seu redor esteja tumultuado por tempestades e incômodos ruídos, que precisam ser isolados daquela consciência que diz estar em sintonia com o seu bem-estar.

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Brasília, em 4 de junho de 2026

quarta-feira, 29 de julho de 2026

A falência!

 

O importante jornal norte-americano Wall Street Journal, que também tem influência internacional, publicou editorial fazendo análise abrangente sobre o governo brasileiro, cujo texto evidencia o quão vem sendo desastroso o gerenciamento dos negócios brasileiros, à vista dos perniciosos resultados extremamente prejudiciais aos interesses nacionais.

Imagina-se que a matéria noticiada acima, em forma de artigo publicado em um dos mais respeitados jornais do mundo, em razão da seriedade e da competência atribuídas às suas informações jornalísticas, tenha fundo de veracidade e represente a fidelidade dos fatos descritos na presente reportagem.

Na verdade, são da maior importância, para a reflexão dos verdadeiros brasileiros, os conteúdos das afirmações descritas diretas e às claras, mostrando, sem subterfúgio, a monstruosidade da atual gestão brasileira, que vem conduzindo o Brasil às profundezas da pior tragédia, em termos administrativos, políticos, sociais, econômicos, entre outros assuntos relevantes para o interesse do seu povo.

A aludida matéria jornalista aponta cenário devastador protagonizado no país, como "... desordem econômica, incompetência administrativa e autoritarismo disfarçado de democracia."; "... o Brasil está mergulhado em uma crise fiscal, inflação alta e fuga de investimentos, tudo consequência direta das políticas desastrosas do seu governo."; "... o Brasil, que já foi visto como uma potência emergente, está hoje à beira do abismo econômico, com um governo que privilegia aliados ideológicos e ignora as demandas do mercado.”; "... (o presidente) não é apenas um problema para o Brasil, mas uma ameaça global, pois sua influência corrosiva se espalha como uma doença pela América Latina.”; "... sua postura (do presidente) mina os valores democráticos e envia um péssimo recado ao mundo: o Brasil sob o PT não é confiável.”; “... as políticas econômicas do governo petista estão levando o Brasil para um cenário de desindustrialização, aumento da pobreza e estagnação econômica."; “... o presidente continua distribuindo benesses para aliados políticos, ampliando privilégios para sindicatos e expandindo um estado inchado e ineficiente.”; “(o presidente) está construindo um ambiente hostil para negócios, desestimulando o empreendedorismo e espantando capitais estrangeiros.”; “O Brasil (...) caminha a passos largos rumo ao declínio: Declínio moral e democrático!"; “A perseguição a opositores, o controle sobre a mídia e a tentativa de enfraquecer instituições democráticas são apontados como práticas comuns do petismo.”; "... (o presidente) está mais interessado em consolidar seu poder e garantir a perpetuação de seu projeto de poder do que em resolver os problemas reais da população."; “Os ataques à liberdade de expressão, como as tentativas de censura nas redes sociais, são apresentados como evidências de que o governo atual não tolera críticas e busca transformar o Brasil em um estado controlado pelo PT."; “É um retrato sombrio de um país que já foi sinônimo de democracia vibrante e que hoje está refém de um partido obcecado pelo controle absoluto.”; "... enquanto (o presidente) continuar no poder, o Brasil estará destinado ao fracasso, e a região, ao retrocesso."; "... o povo brasileiro enfrenta as consequências desse governo desastroso: inflação, desemprego, aumento da criminalidade e a perda de confiança nas instituições. (o presidente), que se apresenta como 'o pai dos pobres', é, na verdade, o pai do caos (...).”; "... não é apenas um golpe na imagem internacional (do presidente), mas um reflexo do que todos já sabemos: sua gestão é uma tragédia anunciada...".

A verdade é que a dureza da realidade assombrosa e trágica retratada pela importante matéria jornalística em comento assume verdadeira declaração de falência do Estado brasileiro, que vem sendo governado, à luz das referidas afirmações, em extrema condição de incompetência, ineficiência e irresponsabilidade, com absolutos e evidentes prejuízos aos interesses nacionais.

Na realidade, esse desastroso e caótico quadro terminal configurado para o Brasil é absolutamente inadmissível para o país com a sua grandeza e os seus valores, cujo povo precisava se conscientizar sobre a importância de não se admitir que a nação pusesse ter sido conduzida ao extremo da completa degradação social, política, administrativa e econômica, em condições de generalizada falência institucional.

Certamente que, à vista da plena complacência para esse estado de visível falibilidade, o povo tem o governo que bem merece, diante da sua falta de vergonha e dignidade, por não se dignar a reagir contra a notória destruição do Estado brasileiro, por governante que é visto, sob a lupa da verdade, somente pela imprensa internacional, que teve sublime honestidade para apontar o universo das precariedades existentes na gestão mais desastrosa e perniciosa da face da Terra, que deixa rastros extremamente prejudicais aos interesses dos brasileiros.

Diante do verdadeiro caos e da visível tragédia nacional, resta aos verdadeiros brasileiros criarem vergonha e dignidade, por meio da urgente deliberação sobre a necessidade de mudança generalizada da classe política brasileira, como forma da tentativa da retomada da organização institucional e do desenvolvimento socioeconômico do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 29 de julho de 2026