sexta-feira, 31 de julho de 2026

Países aliados

 

Conforme esclarecimentos prestados pelos Estados Unidos, aquele país atualizou os países que estão alinhados com ele, deixando bastante claro que o Brasil não faz parte dessas nações.

Impressiona a muitos brasileiros que o governo norte-americano se expresse exatamente como pensa outro país que só demonstra o oposto da sua linha de entendimento, especialmente em termos das relações internacionais, quando o governo brasileiro é francamente alinhado com as nações de regime socialista, evidentemente contrárias ao alinhamento ideológico daquele país.

Seria completa incoerência que assim fosse e os ianques ainda tivessem condescendência para com o Brasil, declaradamente com aderência ao lado antagônico dos interesses daquele país.

A lição que fica é muito clara, no sentido de que, ou o Brasil estar com os Estados Unidos ou permaneça onde realmente quer ficar, tendo a certeza de que, nessas condições, o Brasil, com toda justiça, fica fora do bloco de aliados dos Estados Unidos, obviamente ficando livre para ter a companhia dos países socialistas, como China, Cuba, Venezuela e outros.

Trata-se apenas de preferência do governo brasileiro, que aquele país só tem a alternativa de considerá-lo exatamente como ele realmente se posicionou, em termos de ideologia, que também mostra a sua verdadeira identidade de pensamento de país não amigável dos Estados Unidos, passando a merecer o tratamento adequado à situação como tal assim declarada de não aliado.

Certamente que esse melancólico epílogo de relações diplomáticas tem um perdedor que não são os Estados Unidos, porque é esse país que escolhe os melhores países para integrarem a sua companhia na composição das nações que formam o seu bloco de apoio internacional.

Resta o consolo ao Brasil de se alinhar com os países que mais lhe convém, que é natural opção de governo.

A história certamente vai dizer se essa situação foi compensatória ou não aos interesses da diplomacia brasileira. 

Brasília, em 9 de junho de 2026

Vitória

 Em mensagem que circula nas redes sociais, há manifestação assegurando a vitória do candidato da direita à Presidência da República, quando ali já se afirma a implantação de imediatas medidas de mudanças generalizadas.

À toda evidência, os seguidores do candidato da direita confiam na sua vitória, assim como eles acreditavam na reeleição do mandatário anterior ao atual, que terminou não tendo sucesso, diante da enorme rejeição dele, por parte de brasileiros e do sistema.

Certamente que não houve mudança de absolutamente nada, quanto aos critérios e procedimentos sobre a escolha do presidente do país, o que nos leva a duvidar sobre possíveis dificuldades para resultado favorável ao mencionado candidato.

Isso ajuda a compreender facilmente que, mantido o status quo, a ilação que se pode chegar é a de que não será nada certa a vitória nem do último ex-presidente do país e muito menos de quem for indicado por ele, pois todos são considerados golpistas ou liderados pelo golpista-mor.

Nada importa que o candidato indicado pelo ex-presidente tenha 99% dos votos, mas, nas urnas, ele não terá mais de 49% dos votos.

Infelizmente, essa é a interpretação que se deflui de tudo que já foi consumado contra a oposição, diante da predominância do poder que decide soberanamente e contra o qual não há contraposição nem recursos.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 9 de junho de 2026

A entrega de Deus!

 

Em síntese, uma mensagem de cunho bíblico, que circula nas redes sociais, diz que “Deus irá entregar enorme paz aos homens e esmagará os sofrimentos.”.

Quem realmente acredita em Deus, sabe perfeitamente que não é verdade que Ele entregará coisa alguma, o que vale se afirmar que ninguém espere algo por meio da entrega por Deus, porque isso é absolutamente impossível, sob a ótica da materialidade.

Também não tem nada de verdadeiro se dizer que Deus esmaga coisa alguma, pelo mesmo motivo da impossibilidade material.

A obtenção da paz pode sim ser possível, inclusive com a ajuda de Deus, por meio do merecimento da fé, no sentido de que se tem a infinita crença de que tudo seja possível, porque o Ser supremo tudo pode, por meio da Sua intercessão espiritual, fazendo que isso se efetive pela crença, mas sob o prisma dos exclusivos esforço e mérito da própria pessoa, sem que tenha qualquer participação direta de Deus, nos seus intentos.

Do mesmo modo acontece com o esmagamento do sofrimento, que depende exclusivamente das condições pessoais, na forma do merecimento de quem pretende ficar livre das dificuldades, sempre contando com a crença de que Deus quer que aconteça o melhor para todos seus filhos.

Enfim, ninguém espere que Deus vai entregar paz nem coisa alguma e muito menos Ele esmaga sofrimento, porque o seu poder é infinitamente espiritual, que, por isso mesmo, a experiência mostra que Ele nada faz, em termos materiais.

Vivam na esperança da paz espiritual, aquela construída por méritos próprios, tendo como princípio a fé inabalável em Deus, que tudo pode, na esfera espiritual. 

Brasília, em 9 de junho de 2026

Provérbio!

 

Um provérbio que circula nas redes sociais centraliza no desejo que aconteça o pior inimigo, que todos sabem que é, como a coceira nas suas costas e, para completar a maldade, o pobre coitado teria braços curtos, para impossibilitar se coçar.

Mas que provérbio mais desgraçado esse, que tanto perturba, em termos de desassossego, quanto não se permite sequer um pouco de alívio, com o auxílio das mãos.

É o que se pode chamar de 

De qualquer modo, tudo isso ainda parecer não ser insuficiente contra quem tem causado gigantescos transtornos aos brasileiros do bem?

Será que não teria nada ainda mais poderoso que fizesse que esse câncer asqueroso sumisse da face do planeta?

A verdade é que a situação já atingiu o grau máximo de tolerância e a única medida que resta é sim o sumiço da praga predominante.

Que os deuses da política acenem para antídoto poderoso que possa ser aplicado especialmente contra o infortúnio que castiga impiedosamente os brasileiros do bem.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de junho de 2026

Meta de governo

 

Uma interessante cidadã aparece nas redes sociais mostrando ao Brasil o que ela gostaria de fazer para o bem da nação, caso ela se tornasse presidente do país, pois o seu plano de governo prometia ser absolutamente revolucionário, com propósitos de urgentes moralização e desenvolvimento, sob a garantia de que ele tem capacidade para enfrentar as gravíssimas questões nacionais.

Brava, corajosa e sábia brasileira, que tem excelentes projetos político-administrativos, essenciais ao desenvolvimento socioeconômico do Brasil, conforme a sua expressiva demonstração de competência em muitas áreas inerentes à administração do país.

As suas ideias seriam absolutamente necessárias ao enfrentamento das reais dificuldades elencadas por ela, principalmente com a imediata aprovação de reformas estruturais e conjunturais, com a eliminação de desperdícios, em especial com a redução de gastos excessivos e desnecessários ao funcionamento da máquina pública, que realmente precisa de verdadeiro choque de eficiência e qualidade dos seus sistemas.

É evidente que muitos projetos dela têm muita coerência com o que realmente precisa ser adotado imediatamente como medidas prioritárias e essenciais, para a colocação do Brasil na linha da moralidade e do desenvolvimento.

Não obstante, quase nada ela pode fazer por decreto, a exemplo da extinção de tribunal superior, das emendas parlamentares, entre outras medidas de racionalização e reestruturação, diante de imposição constitucional, que exigem a formalização de PEC ou lei.

Tudo isso carece da aprovação não por ela, mas sim pelo Congresso Nacional, à vista de exigências previstas na Lei Maior do país.

O certo mesmo é que, em linhas gerais, as proposições oferecidas por essa senhora estão muito bem fundamentadas no que diz respeito à urgência de aperfeiçoamento e modernização do Estado brasileiro, que precisa passar por verdadeira revolução, no sentido de reestruturação e avanço no que diz respeito à implantação dos princípios da competência, eficiência, moralidade e responsabilidade.

Parabéns pela importante iniciativa da apresentação de interessante plano de governo, em que pese ela nem se animar a se candidatar ao cargo presidencial, conquanto quem se diga candidato ainda, infelizmente, não se dignou a apresentar o seu projeto de governo. 

Brasília, em 8 de junho de 2026

Os candidatos

 Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém indaga se a eleição fosse hoje, você votaria no atual presidente do país ou no pré-candidato da direta, para presidente da República?

Há fortíssima tendência dos brasileiros do bem de que o Brasil exige, porque realmente precisam, de urgentes mudanças no quadro político.

Pensando também assim, certamente que nenhum dos dois políticos mostrados na mensagem satisfazem a esse pré-requisito da maior importância para o país,

Isso porque um deles já mostrou, de forma categórica, as suas verdadeiras índole e capacidade empreendedoras de enganação social como forma de paliativo da manutenção da consolidação da miserabilidade predominante no seio da pobreza, como se isso fosse o maná do povo, quando somente contribui para a continuidade de coisa alguma.

Enquanto isso acontece normalmente, nada de investimentos são feitos em grandes obras de impacto e desenvolvimento, que seriam possíveis para viabilizar a retomada do verdadeiro e ansiado progresso brasileiro.

Por seu turno, o outro candidato não disse ainda quais sãos os seus verdadeiros projetos para o Brasil, salvo a certeza de que ele foi apenas indicado pelo próprio pai, certamente para dar continuidade ao projeto falido dele (do pai).

Ao contrário disso, o país não estaria mergulhado nas profundezas vulcânicas dos piores precipícios institucionais como se encontra, visto que a última mudança de poder teve origem na enorme rejeição à pessoa do último mandatário, que não teve competência para se firmar no governo, diante de suas deficiências na condução do relevante cargo presidencial, conquanto o contrário disso o levaria certamente à continuidade no exercício do poder.

Ante o exposto, apelam-se por que os brasileiros reflitam profundamente sobre a importância do Brasil, de modo que o futuro presidente da República também possa ter a relevância compatível com o país, em termos de capacidade para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais, com a força da sua experiência empreendedora, tendo como primazia os princípios da dignidade, competência, eficiência, moralidade e responsabilidade.

Acorda, Brasil! Parte inferior do formulário

Brasília, em 8 de junho de 2026

A família Rocha

 Em mensagem que circula nas redes sociais, consta o seguinte a síntese do dignificado ou da definição da família Rocha, na forma do texto a seguir.

“Assim como o nome, a família Rocha é firme e inabalável. Eles sabem se apoiar nos dias difíceis e celebrar nas conquistas. São força que sustenta, amor que protege e união que atravessa gerações. Rocha é laço que nada pode quebrar.”.Parte inferior do formulário

Salve a família Rocha, da qual tenho grande honra em pertencer.

Sem a menor dúvida, o nome Rocha imprime a tradição de dignidade e consistência moral, por conta do importante legado consolidado, ao longo da história, por nossos antepassados, que foram e ainda são os nossos pilares que sustentam esse poderoso nome, na atualidade.

Sim, sinto no peito o ardor de pertencer à família Rocha, que tem sido orgulho de seus integrantes, pela consciência da importância do zelo, por nós, da sua integridade social e moral.

Alegro-me diante da divulgação da definição da tão importante família Rocha, que nos permitiu conhecer um pouco da importante história também de fé e amor.

 

            Brasília, em 7 de junho de 2026