terça-feira, 29 de setembro de 2026

Colegas de escola!

 

Uma turma de estudantes de 1973 colocou, na internet, fotografias de colegas e indagou sobre a possiblidade de rever aquelas pessoas, diante da saudade que existe nos seus corações.

Foi então que eu disse que, em 2018, depois de mais de 50 anos das atividades escolares, eu voltei ao Grupo Escolar Jovelina Gomes, Uiraúna, Paraíba, para homenagear a escola e professores e fazer lançamento de livro escrito por mim.

Eu tinha muita esperança de me encontrar com alguns amigos dos bancos escolares, que ainda viviam nessa cidade.

Na capa do livro continha a fotografia dos colegas, para mais de vinte crianças.

Eu tinha muita expectativa de que alguns iam comparecer ao evento, evidentemente que não todos.

Pois bem, para a minha alegria, compareceu somente uma colega da turma, que eu nem me lembrava dela.

Confesso que fiquei bastante frustrado, por isso, porque eu pretendia entregar o livro para eles, como expressiva recordação da nossa amizade.

O importante é que ainda permanece a imagem que fica em nós dos bons tempos escolares, quando a gente estudava e se divertia com os bons colegas.

Sim, agora, é só a certeza de que nunca mais nós nos vemos.

Saudades eternas...

Brasília, em 25 de agosto de 2026

 

Por que a educação?

 

Durante o primeiro debate presidencial das eleições de 2026, um candidato criticou a ausência do presidente do país, a quem ele  direcionaria a cobrança sobre a situação da educação brasileira.

Ao ser questionado sobre educação, o mencionado candidato afirmou: “(omiti o nome do candidato), você tinha que estar aqui para responder o caos que está a educação”.

Por que a conveniência de explicação somente para o caos na educação?

Quem vai explicar as demais precariedades predominantes no desempenho do governo?

Ou não precisa que a esculhambação generalizada na gestão pública brasileira seja devidamente explicada e justificada, à luz dos princípios da competência, da eficiência e da responsabilidade, conquanto, como visto, somente a educação merece preocupação?

Fica-se abismado somente em pensar que políticas incompetentes e irresponsáveis possam continuar fazendo parte da vida dos brasileiros, diante da possibilidade de o seu principal gestor ser reeleito por parte de brasileiros que não estão nada preocupados com a devassidão imposto ao gerenciamento dos recursos públicos, em que a regressão se encontra presente em tudo de incumbência constitucional do Estado.

O certo é que se chega ao fim de governo sem nada para se comemorar de construtivo e muito menos de desenvolvimento, pois nada foi acrescentado ao patrimônio dos brasileiros, em termos de melhoramentos, aperfeiçoamentos nem obras importantes.

Em país com o mínimo de evolução e seriedade do seu povo, a desgraça que predomina no Brasil serviria de importante exemplo para que o responsável por essa tragédia nacional fosse, no mínimo, responsabilizado com a perda do mandato e a sentença determinante de ele ficar impedido de se candidatar a cargo público eletivo, pelo resta da vida, diante de todos os danos causados ao Brasil e aos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 25 de agosto de 2026

A lei é para todos...

 

Nos países evoluídos e civilizados, as leis existem como base do ordenamento jurídico, como forma de se garantir a estabilidade e a segurança jurídicas. 

Basta, sim, que as leis sejam iguais perante todos e que todos sejam submetidos às mesmas leis.

A igualdade sob o império das leis equivale se afirmar que ninguém estar acima delas, a salvo da sua disposição, por mais que alguém especial possa representar no seio da sociedade, porque isso não faz sentido algum, diante da sua importância, em termos de civilidade e do necessário aperfeiçoamento da humanidade.

Quando se imagina que todos estão em pé de igualdade perante as leis, isso significa que os atos e as decisões inerentes ao homem, sob a égide delas, são justas, legítimas e imparciais, sob a ótica consistente do ordenamento jurídico.

Quando as decisões judiciais e administrativas passam para o crivo da suspeição, certamente que existem desconfianças de que as leis não estão sendo aplicadas com uniformidade para todos.

Sem dúvida, pode haver nisso dois pesos e duas medidas em situação análoga, algo absolutamente condenável no âmbito da Justiça ou da administração pública, que deixam de realizar o seu importante papel de equidade, no seio da sociedade.

Enfim, a sociedade nutre robusta esperança quanto à compreensão de que todos sejam iguais perante a lei e que a lei seja igual para todos, para a sua plena satisfação, como assim precisa que ela exista para a proteção da humanidade.

Brasília, em 24 de agosto de 2026

O dono do Brasil!

 

Segundo mensagem atribuída ao senador candidato à Presidência da República, consta que ele disse que “vai decretar que o Brasil pertence a Jesus Cristo.”.

A crença religiosa é algo facultado a quem acredita piamente nos mistérios espirituais e cultua devoção por sentimento estritamente pessoal, na forma do pensamento livre facultado e assegurado na Constituição brasileira.

Em todo país minimamente evoluído, em termos civilizados, políticos e democráticos, há plena liberdade da crença religiosa, em que as pessoas sejam livres para acreditar ou não em divindades espirituais.

Agora, isso de se idealizar a decretação de o país vir a pertencer a importante unidade espiritual, por mais relevante que ela seja, não tem o menor cabimento, porque isso tem o condão de transforma uma nação declarada constitucionalmente laica em país cristão ou sob o domínio espiritual de determinado ser supremo.

Na verdade, trata-se de medida absurda, em termos de nacionalidade, por ferir, com gravidade jurídica, o direito individual de muitos brasileiros, que não têm opção religiosa e isso precisa ser respeitado.

Na verdade, essa medida não condiz com os princípios democráticos de nação séria e evoluída, em termos do livre pensamento.

Sim, parece ser importante que as pessoas possam acreditar em quem quiser, sem isso de abusiva imposição religiosa, quando a melhor interpretação que se pode ter é a de que o Brasil pertence aos brasileiros, que precisam ter a liberdade para as suas crenças, inclusive religiosas.

Sim, também é importante, em sentido religiosa, que o candidato a cargo público eletivo tenha crença na divindade espiritual que quiser, mas que isso jamais possa ser objeto de materialização impositiva para toda a nação, uma vez que a medida em si caracteriza verdadeiro contrassenso, sob o aspecto de objetivos políticos, que devem ter centralidade às políticas voltadas para o atendimento das importantes questões de efetivo interesse do bem comum da sociedade.

Enfim, convém que os candidatos à Presidência do Brasil reafirmem suas propostas de governo com ideias sólidas de que o Brasil pertence aos brasileiros, que vão continuar a optar normalmente por suas crenças, inclusive religiosas.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 24 de agosto de 2026

Denúncia indevida!

 

Diante de texto da minha lavra, em que eu discorri sobre o desempenho do último ex-vice-presidente do país, uma pessoa mostrou insatisfação com as minhas análises e resolveu escrever a indagação a seguir:

“Então, você acredita, que houve GOLPE ou tentativa?”.    

Em resposta, em disse que o meu texto se refere ao caso específico da acusação sem provas, feita aleatoriamente por pessoa que demonstra bastante e veemência aversão ao desempenho de determinado militar, que também é político.

Os fatos mostram ridículas narrativas destinadas a incriminarem injustamente pessoas inocentes, as quais, finalmente prevaleceram em prejuízo da honra e da dignidade de pessoas, repita-se, inocentes.

Em momento algum eu afirmei a existência de golpe de Estado, porque tenho plena consciência sobre o verdadeiro sentido da sua efetividade, em termos de estragos aos princípios republicanos e democráticos.

Mesmo que tivesse havido planejamento para tanto, isso fica bem distante da sua realização, pois, na verdade, isso nunca aconteceu, conforme mostram os fatos históricos.

Enfim, parece normal se falar sobre fatos que se referem a golpe, porque, queira ou não, muitas pessoas foram condenadas à prisão por causa da indevida responsabilização por crime inexistente, mas nem por isso elas estão livres do castigo, diante das circunstâncias políticas do país.

Enfim, resta aos brasileiros do bem lamentarem essa inacreditável e inaceitável realidade de verdadeiro horror humano, em que se pune pessoas inocentes, à vista da inexistência de crime.

Brasília, em 23 de agosto de 2026

Inexistência de golpe!

 

Diante de texto da minha lavra, em que eu discorri sobre o desempenho do último ex-vice-presidente do país, uma pessoa mostrou insatisfação com as minhas análises e resolveu escrever a indagação a seguir:

“Então, você acredita, que houve GOLPE ou tentativa?”.    

Em resposta, em disse que o meu texto se refere ao caso específico da acusação sem provas, feita aleatoriamente por pessoa que demonstra bastante e veemência aversão ao desempenho de determinado militar, que também é político.

Os fatos mostram ridículas narrativas destinadas a incriminarem injustamente pessoas inocentes, as quais, finalmente prevaleceram em prejuízo da honra e da dignidade de pessoas, repita-se, inocentes.

Em momento algum eu afirmei a existência de golpe de Estado, porque tenho plena consciência sobre o verdadeiro sentido da sua efetividade, em termos de estragos aos princípios republicanos e democráticos.

Mesmo que tivesse havido planejamento para tanto, isso fica bem distante da sua realização, pois, na verdade, isso nunca aconteceu, conforme mostram os fatos históricos.

Enfim, parece normal se falar sobre fatos que se referem a golpe, porque, queira ou não, muitas pessoas foram condenadas à prisão por causa da indevida responsabilização por crime inexistente, mas nem por isso elas estão livres do castigo, diante das circunstâncias políticas do país.

Enfim, resta aos brasileiros do bem lamentarem essa inacreditável e inaceitável realidade de verdadeiro horror humano, em que se pune pessoas inocentes, à vista da inexistência de crime.

Brasília, em 23 de agosto de 2026

Esperança de civilidade!

O senador e candidato à Presidência da República fez duras críticas ao  seu principal pretendente ao Palácio do Planalto, tendo afirmado que pretende derrotá-lo nas próximas eleições.

O mencionado político afirmou, ipsis litteris: "Vamos varrer o (omiti o nome do partido) para a lata de lixo da história. O tempo do atraso e do retrocesso chegou ao fim. O Brasil tem futuro!".

O candidato foi muito enfático em defender a alternância do poder, além de ter reforçado o discurso de oposição ao presidente do país, mostrando enorme esperança de derrotá-lo.

Como se pode perceber, o principal candidato da oposição ao atual presidente do país demonstra disposição para vencê-lo, mas exagera na forma de expressar isso, quando ele emprega termos nada elegante para dizer o seu sentimento, que dissente da liturgia apropriada para quem tenciona presidir o Brasil.

Sim, precisava tão somente confessar o seu desejo de vencer e encerrar o terrível ciclo de atrasos e retrocessos, porque o Brasil bem merece mudanças e governo de competência, eficiência, honradez e responsabilidade, como imperiosa necessidade da retomada do desenvolvimento.

Com a sinceridade que se faz necessária, não condiz com candidato que pretende representar os brasileiros insinuar sobre a vontade de colocar algo na lata de lixo, porque isso suscita a ideia de desprezo e ódio, que mostra sentimento de forte antagonismo, que vem alimentando a horrorosa polarização, que representa gigantesco retrocesso político.

A toda evidência, as péssimas lições do passado, não muito distante, precisam ser soterradas da história política, de modo que se coloquem no seu lugar bons exemplos de civilidade, porque isso define muito bem o desejável aperfeiçoamento da humanidade.

Enfim, é aconselhável que o principal candidato à Presidência da República da oposição tenha a necessária humildade para compreender a sublime importância de civilizar-se, no sentido de ser elegante e simpático, ao se manifestar, nunca se expressando com sentimento de desprezo e diminuição dos valores e dos princípios de civilidade.

            Brasília, em 23 de agosto de 2026