sexta-feira, 30 de outubro de 2026

O novo treinador do Botafogo!

 

A imprensa noticia que o ex-técnico da Seleção Brasileira de Futebol foi contratado pelo Botafogo.

Nada poderia ser mais "maravilhoso" e até "auspicioso" do que o Botafogo contratar esse cidadão que aparece em foto, na notícia.

 Isso porque o time vem demonstrando extrema decadência, em termos de futebol, que não consegue ganhar mais de ninguém.

Para completar o predominante desastre, como forma de assegurar tranquilamente o Z-4, ou seja, a zona de rebaixamento, pensou em contratar técnico que vem em fantástica decadência, desde quando comandava a Seleção Brasileira de Futebol, passando pelo comando de alguns clubes.

A marca da ineficiência dele ficou registrada na sua carreira, de não ter conseguido ganhar nenhum título e mesmo mostrar algo do seu trabalho que justificasse sequer o título honroso de técnico de futebol, de tão ruim que foi a sua participação por onde ele passou, ultimamente.

A confirmação da sua mediocridade por onde esteve na condição de treinador condiz com a sua dispensa antes do término do seu contrato, que é algo que deverá acontecer igualmente quando ele ingressar no Botafogo, que certamente sairá quando o Glorioso imbicar na zona do rebaixamento.

O mérito negativo desse treinador já se pode anunciar, diante da sua reconhecida incompetência como treinador de coisa alguma, pois ele estagnou no tempo, sendo completamente incapaz de contribuir senão para acelerar a derrocada do time que se encontraria bem melhor se nem fosse comando por ninguém.

O pior do que time estar somente com a contratação do ex-técnico  acima indicado.

Infelizmente, de nada adianta a opinião do torcedor, logo mais quando todo time já está com a corda no pescoço, que não custa chamá-lo para que ele ajude a selar definitivamente esse lamentável processo de enforcamento.

Enfim, quando ainda há esperança, espera-se que esse cidadão faça o favor de ter passagem rápida pelo Botafogo, para a possibilidade de esperança de sobrevida do time, fora do enforcamento.

Brasília, em 16 de setembro de 2026

O técnico do São Paulo!

 

Diante do desempenho nada animador do time do São Paulo, fala-se muito na dispensa do seu treinador, ao meio da indagação sobre a culpa dos jogadores ou do técnico e inda qual a nota que este merece?

Essa pergunta não tem a menor lógica, diante da falta de cabimento, porque ninguém pode fazer omelete, sem ovos.

O que os jogadores do São Paulo mostraram ontem foi o mais decepcionante para time da sua importância, do seu quilate, em termos de grandeza.

Não se pode imputar ao trabalho do técnico a mediocridade do elenco, que até pode ter algum jogador bom, mas, no jogo de ontem, ninguém merecia sequer vestir a camisa desse glorioso clube. Infelizmente, o técnico não joga no campo, embora ele tenha a obrigação de orientar os jogadores, que é a sua função, no clube.

Na verdade, a meu juízo, o São Pulo perdeu o jogo em razão da falta de qualidade de seus jogadores, não por incompetência do técnico, que nada pôde acrescentar para melhorar o desempenho do time, que é muito ruim, em termos de conjunto e de futebol propriamente.

A verdade precisa ser dita, no sentido de que o São Paulo precisa urgentemente de time e não de técnico, a se julgar pelo jogo realizado ontem, em que o time se apresentou com acentuadas precariedades, em todos os setores, desde a defesa ao ataque, em condições bastantes inferiorizadas do seu adversário, que também não foi nada excepcional, mas soube jogar o necessário para se classificar, por ter jogado melhor do que o time brasileiro.

Assim, ao invés de se avaliar o técnico, convém se avaliar o desempenho do time do São Paulo, que foi simplesmente horroroso, para os padrões normais exigidos para clubes da grandeza desse glorioso time paulista.

Se o técnico não merece nota, muito menos ainda merece nota o time, que ficou devendo em muito, em termos de esforço para honrar a camisa tricolor paulista.

Brasília, em 16 de setembro de 2026

Mobilização popular

 

O ex-governador de Minas Gerais convocou os brasileiros para manifestação em Brasília, destinada a protestar contra juízes da maior corte do país, envolvidos no escândalo protagonizado contra o sistema financeiro brasileiro.

Como justificativa, ele disse que “Precisamos da sua presença para pressionar esse dia que pode marcar a vitória dos brasileiros contra os intocáveis”.

Nas redes sociais, apoiadores elogiaram a aludida iniciativa e defenderam grande mobilização popular em Brasília, nestes termos “Mandou muito bem! O Brasil inteiro deveria estar lá, mostrando sua força e fazendo sua voz ser ouvida”.

Custa a acreditar na insensatez de político que se encoraja a estimular e incitar a mobilização de brasileiros para meros e infrutíferos protestos contra a crônica e monumental crise institucional, no caso, mais especificamente a que predomina fortemente no seio da corte maior do país.

Somente mentalidade insensata e desconectada com a realidade é capaz de enxergar alguma utilidade nessa inútil forma de mobilização, justamente porque o seu resultado sempre foi o mais pífio possível, pois dezenas delas já ocorreram contra todas as tragédias predominantes no país e nada delas tive alguma ressonância por parte de quem se protesta.

Isso precisamente porque há verdadeira inexistência de conteúdo com medida concreta e objetiva sobre o alvo do protesto, visto que a existência de protestos tem o condão de patentear, em forma de anúncio para o mundo, a eficácia das maldades predominantes e que elas realmente têm o sentido de apenas denunciar doloroso incômodo, conquanto, por mais que se estrebuchem, elas vão continuar como tal e qual foram adotadas.

O certo é que não é por meio de meros gritos ao vento que se consegue mudar absolutamente nada, mas sim com medidas objetivas e claras.

Há de se ressaltar, a propósito, a possibilidade de infiltração de corpos estranhos ao movimento que têm a finalidade de causar badernas, provocações e estragos ao patrimônio público, ficando o ônus da desordem para a parte organizadora do movimento.

É preciso ficar muito claro que se apresenta contrária à finalidade pretendida do protesto, diante da inexistência de qualquer conteúdo de medida prática, em forma concreta de determinação impositiva advinda do povo, no sentido explícito de deixar claro que se faça isso ou aquilo, sob pena de o próprio povo o fazer imediatamente, se nada acontecer.

Enfim, apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de somente proporem a reunião de protestos, nas avenidas públicas, em havendo realmente pauta definida de medida coercitiva, em que o povo determina a realização de algo e estabelece prazo para a sua implementação, sob pena de não o fazendo, o próprio povo adotará imediatamente as medidas cabíveis.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 16 de setembro de 2026

O treinador do Botafogo!

 O Botafogo, mesmo contrariando a vontade dos torcedores, já tem novo técnico de futebol.

Justiça seja feita, porque é incompreensível que o Botafogo se sujeite a ser treinado por ex-técnico, alguém comprovadamente incompetente por onde passou desde quando ele treinou a Seleção Brasileira de Futebol e muitos clubes brasileiros, não tendo ganho senão insucessos por onde passou.

É extremamente lastimável que a diretoria do Botafogo tenha se dignado a aceitar que pessoa nessas condições treine os seus jogadores, quando já se sabe perfeitamente que ele terá contribuição contrária à otimização de resultados.

Diante da experiência mostrada nos últimos trabalhos desse ex-treinador, a tendência certamente será que a sua orientação o conduzirá a figurar entre os times rebaixados para a segunda divisão do futebol.

Esperava-se que o time passando por dificuldades, sem conseguir ganhar de ninguém, a diretoria tivesse a inteligência de contratar alguém que tivesse realmente em condições de soerguer a qualidade do futebol, em termos de conjunto e preparo para o enfrentamento dos demais times, em condições de igualdade, tendo possibilidade de vencê-los.

Não há a menor perspectiva de que esse ex-treinador possa motivar os jogadores e se tornar vitorioso no Botafogo, à vista de os seus pífios resultados nos últimos trabalhos.

Pelo menos, tem-se o consolo de que a segunda divisão do futebol já não é mais novidade para o Botafogo, fato que tranquiliza muito os torcedores, que precisam se acostumar com essa infeliz ideia, ante a inevitável queda do time, sob nova direção.

            Brasília, em 16 de setembro de 2026

Em quem voto?

 

Em tese, as adversidades podem se transformar em importantes fontes de ensinamentos para as gerações, diante da derivação de suas repercussões no seio da sociedade.

Sim, os reveses são inevitáveis e, neles, residem, por certo, alternativas capazes de sinalizar para o que precisa ser feito objetivando a correção dos rumos da humanidade.

Sim, caso as suas lições sejam aprendidas e colocado em prática aquilo que resultou de ensinamento útil e benéfico para a sociedade, certamente como importante experiência estimulante da capacidade suficiente para o enfrentamento dos mais resistentes desafios.

O importante é que as piores dificuldades terminam contribuindo, quando se tem boa vontade, para a reflexão sobre as suas causas e os seus efeitos, de modo que seja possível, enfim, se extrair delas algo que possa transformar em ações benéficas ao progresso social.

Pensando assim, o importante é que os brasileiros reflitam sobre o momento de dificuldade que atravessa o Brasil, em termos de gestão político-administrativa, em que as perspectivas se mostram as mais desanimadoras possíveis, ante aos resultados de governo absolutamente acéfalo, no que se referem às políticas de maior importância para a satisfação do bem comum da sociedade, visto que inexiste algo nesse sentido que vislumbre a possibilidade de mudança da predominante precariedade administrativa.

Acredita-se que, por mais ignorante que seja o brasileiro, não tem ele como deixar de perceber que não pode existir maior morbidez na execução de todas as políticas de incumbência do Estado, quando há o consenso de que tudo vem funcionando sim, mas apenas em atendimento da precariedade da prestação dos serviços indispensáveis à sociedade, quando se imagina sobre a possiblidade de algo verdadeiramente bem melhor em benefício da população, em geral.

Sim, é evidente que isso seja possível se houver priorização de investimentos em projetos e programas destinados ao crescimento socioeconômico, mediante a realização de múltiplas obras de importância para  o estímulo ao progresso de regiões abandonas pelas autoridades públicas.

Certamente que essas medidas teriam por objetivo o fomento da produção e do emprego, que são fontes inteligentes de mudanças de mentalidades políticas que somente trabalham na estagnação social, com o apoio a auxílios assistencialistas de qualidade e objetivos eleitoreiros, conquanto isso se permite a acentuação da pobreza permanente e generalizada.

Sim, com certeza, os brasileiros têm plenas condições de eleger políticos sérios, competentes, honestos, responsáveis e interessados no progresso do Brasil e na melhoria das condições de vida da população.

Então, acredita-se que vale a pena se esforçar e se sacrificar, em nome desta geração e outras futuras, na melhor escolha de alguém que possa contribuir para lutar pelas urgentes mudanças na gestão pública do Brasil, pela importância da verdadeira soberania da competência, da eficiência e da responsabilidade, com vistas ao vislumbrar de melhores perspetivas para todos os brasileiros.

A verdade é que os brasileiros do bem clamam pelo pacto da conscientização sobre o império da competência, da moralidade, da dignidade, da eficiência e da responsabilidade nos cuidados com os interesses da população, não na forma desleixada e reprochável que acontece, na atualidade, à vista da insatisfação de importante parcela da sociedade.

Enfim, neste exato momento, é importante se perguntar, de forma responsável e até mesmo pelo sentimento de amor à pátria, diante da importância do momento, em quem realmente eu devo votar e por quem eu vou votar, sem que isso envolva senão o intuito de consciência cívica e patriótica?   

Brasília, em 16 de setembro de 2026

 

Adeus, Ló!

 

Trata-se da grande perda de pessoa muito querida no seio da sociedade de Uiraúna, porque Ló Duarte gozava da simpatia e da amizade do povo, como pessoa da maior relevância.

Sim, é com muita tristeza que recebo a notícia sobre a despedida da ilustre uiraunense Ló Duarte, pessoa que foi símbolo de muitas gerações de Uiraúna, pois ela por pouco não chegou a um século de existência, em pleno gozo de lucidez e alegria no seu maravilhoso viver.

Conheci a Ló ainda menino e acompanhei a sua vida bem de perto, porque ela era amiga muito próxima de mamãe Dalila, pois ambas mantinham o compartilhamento saudável de amizade de longa data.

O certo é que Uiraúna perde pessoa muito querida, que segue para a Casa celestial depois de ter cumprido brilhantemente a sua missão terrena, sempre muito feliz e satisfeita, por também ter feito a felicidade do seu semelhante, à vista da prática do amor  cristão que era peculiar no eu coração.

Aos familiares e amigos de Ló, digo que sou solidário com vocês neste momento de muita dor, por irreparável perda de pessoa admirável.

Que a sua alma encontre o ambiente mais aconchegante e aprazível no reino divino!

Amém!

Brasília, em 15 de setembro de 2026

Autodegeneração!

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, alguém mostra verdadeira submissão à decadência social à liderança do principal partido da esquerda, a quem demonstra fidelidade e veneração por conta da ideologia política.

Na verdade, a questão central não é propriamente entender como as pessoas se autodegeneram, por mera conveniência ideológica, que, na sua essência, tem o livre poder de transformação de ser humano em abjeto desprezível, exatamente na maneira exposta nas imagens registradas em vídeo, mas sim de se aceitar a deliberada deformidade social, na forma ali mostrada, precisamente aceitável para a normal insignificância do ser humano, que enxerga grande importância nesse processo deprimente de desvalorização dos princípios de civilidade e humanismo.

Infelizmente, essas pessoas estão curtindo as “delícias” exatamente objetivadas pela ideologia das trevas, que sinalizam para a faculdade do emprego de mecanismos enriquecedores da regressão social, em diversas maneiras, com a apologia às práticas mais hediondas e repulsivas à civilidade e ao humanismo, como sendo instrumento de turbinamento do prazer, evidentemente na compreensão apropriada da filosofia da degeneração social, conforme a riqueza de detalhes exemplificativos mostrados no vídeo, em que jovens se prostituem nos vícios degradantes das drogas e das vulnerabilidades sociais.

Lamentavelmente, esse defasado comportamento humano é a estratificação de país dominado pela ideologia da perdição e da libertinagem, onde há a prevalência do desprezo aos valores e aos princípios da dignidade humana.

Trata-se, como se vê, de geração completamente perdida e sem rumo, graças às permissibilidades contextualizadas na ideologia da degeneração, que contempla toda espécie de depravação ao alcance da mediocridade humana.

Não se acredita na existência de antídoto para esse terrível câncer humano, porque ele tem forte incidência e raízes na camada social que se esforça em alcançar o ápice da mediocridade humana, no sentido de autoflagelação como forma de prazer, à vista da satisfação em se destruir por meio dos vícios.

Vislumbram-se como esperança de remotas mudanças dessa preocupante situação, com a alternância do poder, em que possam surgir novas e sábias políticas de incentivo à valorização do ser humano.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de setembro de 2026

O técnico do Botafogo!

 

O Botafogo definiu (omiti o nome) como prioridade para treinar seus jogadores, tendo iniciado as negociações para a contratação dele para liderar a equipe, na sequência da temporada.

É preciso ter a clara consciência de que o Botafogo está precisando, na verdade, é de treinador competente e capacitado para soerguer a fragilidade de time vencido pela falta de adequadas e precisas orientações.

De nada valeria, porque não acrescenta absolutamente nada, a contratação de alguém que já é ex-técnico há bastante tempo, mesmo que ele tenha passado pela Seleção Brasileira de Futebol e por alguns clubes de futebol, mas a sua participação neles apenas ajudou no sentido inverso, tanto que ele sequer conseguiu ficar dirigindo o time até o término do seu contrato.

A única justificativa para a contratação de pessoa incompetente para dirigir a parte técnica do Botafogo é a própria insensatez de seus dirigentes, que não conseguem perceber que o time está precisando mesmo é de treinador de verdade e não de quem já foi treinador há muito tempo.

Caso essa pessoa seja contratada, o Botafogo consegue, a um só tempo, perder excelente oportunidade para contratar treinador de verdade e jogar direito na rala do lixo, pois é muito elevado o valor do salário de "medalhão" do futebol em inatividade, que ainda se julga ter condições de contribuir senão potencializar ainda mais a mediocridade do time.

Ao se decidir em negociar com pessoa que já foi técnico de futebol, a diretoria do Botafogo apenas mostra a sua incompetência e o seu desespero em não saber escolher pessoa competente para treinar o time.

Certamente que o Botafogo, caso realmente contrate esse ex-técnico, também contribui decisiva e voluntariamente para afastar os torcedores do Miltão, porque a rejeição a ele deve ser alarmante, justamente pelo seu legado de sucessivos fracassos nos clubes por onde ele esteve mais ultimamente.

A esperança é a última que morre, também no futebol, mas parece que o Botafogo está fadado a pagar para ser levado, o mais rapidamente possível, para a zona do rebaixamento, caso ele contrate alguém que já foi técnico de futebol.

Brasília, em 15 de setembro de 2026

 

Gritos!

 

Mais uma vez, uma multidão de brasileiros foi às ruas para protestarem contra em favor das liberdades humanas.

Infelizmente, somente gritar a todos os pulmões não resolve absolutamente nada.

Nem que toda nação brasileira se pusesse a gritar em uníssono o mesmo bordão, de nada adiantaria, porque os ouvidos para quem se dirige o recado se fazem de moucos e surdos, o que significa dizer que a estridente gritaria tem ressonância apenas e talvez nos desertos, onde nada se resolve.

Caso os brasileiros pretendam conserta o que acham que se encontra errado, eles precisam agir com as necessárias responsabilidade e competência, dizendo exatamente o que precisa ser resolvido para pôr tudo no seu devido lugar.

Se o povo entende que alguém precisa cair fora, que é o caso da inútil gritaria representada no vídeo em referência, que o diga isso de maneira bastante objetiva e clara, acrescentando a afirmação de que se nada for feito, ele, o próprio povo, adotará imediatamente as medidas cabíveis.

É precisamente assim que age quem não sabe só gritar, porque isso de se gritar somente convém para aqueles que não querem resolver absolutamente nada, conforme mostram as reiteradas mobilizações, já realizadas em todo o Brasil.

Assim, convém que os brasileiros se conscientizem sobre as suas reiteradas bestialidades de se disporem a gritarem como bandos de bestas e resolvam, finalmente, agir com responsabilidade e racionalidade, ao dizer o que realmente querem o que seja feito, deixando claro que o povo adotará as medidas cabíveis, caso não seja cumprida a sua determinação.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 14 de setembro de 2026

Pedido à Vanda!

 

Querida Vanda, preciso de seu favor, no sentido de que você se informe se, no Grupo Escolar Jovelina Gomes, já tem Galeria dos Escritores que estudaram lá?

Caso não tenha, quero que você convença a diretora, com os melhores argumentos, a instituir esse importante lugar dedicado aos escritores que passaram por seus bancos escolares, para ostentar aqueles que estudaram ali e merecem figurar, em fotografia, como exemplo e estímulo aos atuais alunos desse educandário.

Deixo claro que a escola somente tem a obrigação de criar o local reservado para essa finalidade e que as custas da fotografia e da sua instalação ficam por conta do interessado.

Eu gostaria muito de ser honrado com a colocação da minha fotografia em local onde comecei a andar no mundo das letras e agora eu sou um dos maiores escritores brasileiros, com a publicação de 88 livros, sendo merecedor, não pela qualidade literária, mas pela quantidade de livros publicados, de constar como alguém que começou a escrever exatamente nesse importante educandário.

Seja muito feliz nessa empreitada, se você puder fazer esse ato de bondade, vamos dizer assim, literária.

Muito obrigado

Brasília, em 14 de setembro de 2026

 

Polo de Desenvolvimento do Nordeste!

 

Em se tratando de eleição no Nordeste, salta aos olhos do sertanejo, em primeiro plano, quais as reais políticas voltadas para os seus interesses, em termos dos acréscimos das melhorias que já estão asseguradas para aquela população, tão carente de assistências do Estado.

Não é novidade para ninguém que os resultados das urnas refletem exatamente o apoio dos nordestinos aos candidatos que demonstram efetividade política na defesa de seus interesses e eles sempre têm sido socorridos por meio dos programas permanentes de assistência do Estado e isso é da maior importância social.

Diante desse quadro de permanente necessidade dos cuidados e da assistência do Estado, o programa Bolsa Família tem sido da maior expressão para aquela região, fazendo com que os nordestinos tenham sido eternos fiéis eleitores do candidato oficial, como forma de manter a certeza que o Nordeste nunca deixará de ser assistido com essa importante assistência social.

O exemplo palpável dessa certeza, na atual campanha, é a preferência indiscutível ao candidato que representa o partido que privilegiou a distribuição de renda sob a forma peculiar do Bolsa Família e outros auxílios oficiais, ficando bastante patenteada a poderosa influência desse programa assistencialista na preferência dos eleitores pelo principal candidato da esquerda.

Não há a menor dúvida de que se trata de programa de suma relevância para a população bastante carente do Nordeste, que, inexplicavelmente, vincula o pagamento do benefício à figura do presidente da República ou mais especificamente até mesmo ao próprio do atual governo, partido que elegeu esse programa como a sua menina dos olhos, principalmente porque ele foi transformado em espécie de curral eleitoral, a ponto de o seu líder maior ser considerado o pai dos pobres, embora só há o envolvimento de recursos públicos aplicados normalmente em programa governamental, sem qualquer vinculação partidária.

Não há como convencer os nordestinos de que o Bolsa Família é tão somente uma forma de distribuição de renda que integra, necessariamente, senão as políticas de Estado que qualquer governo, não importando a sua ideologia ou partido, tem o dever constitucional de mantê-las em plena execução, como forma de assistência de incumbência às famílias carentes de recursos, não tendo qualquer vinculação partidária.

Diante disso, apesar de parecer muito clara a situação desse programa, é quase impossível se promover campanha de esclarecimentos junto aos bolsistas, no sentido de ser mostrados a eles a realidade de que a mudança de governo não altera, absolutamente em nada, a forma de execução do programa em causa, porque é interesse do governo que sejam cumpridos os ditames constitucionais sobre a sua competência institucional de prestar assistência financeira às famílias carentes.

É evidente que os demais candidatos precisam repisar, de forma enfática, a importância desse programa para a população cadastrada e da existência dele como forma de valorização social, fatos que ensejam a sua continuidade, o qual terá especial atenção na sua gestão, entre as prioridades das metas de governo, ante o notório reconhecimento das dificuldades de emprego e de renda existentes na região nordestina.

Não obstante, à vista da consolidação do entendimento dos nordestinos sobre o Bolsa Família, com forte vinculação ao partido do governo, como se o dinheiro para o pagamento do benefício também tivesse origem desse partido, convém que outro candidato seja mais ousado, em esforços e originalidade, comprometendo-se com a criação de projeto de impacto para a região nordestina, como forma de neutralizar a força eleitoral do aludido programa e o seu peso nas urnas, em prol do candidato governista.

Essa iniciativa certamente faria com que o eixo dos interesses pelo Bolsa Família, já tornado consistente entre os beneficiários, fosse imediatamente desviado para o novo projeto, por se tratar de algo de suma importância social e econômica para o desenvolvimento do Nordeste e do país.

A ideia em causa pode ser considerada viável, tanto econômica como constitucionalmente, que tem como finalidade o desenvolvimento de regiões carentes que precisam sair urgentemente do atraso e se inserir nas atividades produtivas do país, com a criação de fundo de recursos especiais destinados ao financiamento de verdadeira revolução com vistas ao urgente desenvolvimento do Nordeste.

Esse projeto é factível de execução e chama-se “Polo de Desenvolvimento do Nordeste”, que tem como formato exatamente o modelo do projeto em funcionamento na Zona Franca de Manaus e como foco de funcionamento estratégico as localidades do interior do alto sertão dos estados nordestinos, em regiões altamente carentes de investimentos e de desenvolvimento.

Cite-se, a título de exemplo a cidade Uiraúna, no interior da Paraíba, de pouco mais 15 mil habitantes, que pode e merece receber fábrica de bicicletas ou de outro produto, cujo projeto teria o condão de contribuir para a criação de empregos para muitas cidades circunvizinhas, além de se tornar polo de desenvolvimento da região.

Com absoluta certeza, o projeto se encaixaria como uma luva no curso da campanha eleitoral, por propiciar impressão ou sensação muito forte em embate eleitoral, especialmente por atrair a atenção para algo diferente e especial que não tem sido objeto de discussão por outro candidato, ou seja, trata-se de projeto de impacto que certamente terá excelente receptividade pelos nordestinos, que vão perceber o interesse do governo em investir no desenvolvimento, aos invés dos programas assistencialistas, como é feito na atualidade.

Não há a menor dúvida de que se trata de projeto de efetivo impacto e objetiva desviar o foco do ridículo e improdutivo debate que vem sendo travado, entre candidatos, sobre escândalos, irregularidades e corrupções típicos das colunas policiais, por envolverem a dilapidação do patrimônio público, dada a constância dos escândalos que possibilitaram a sua banalização na administração pública.

Em síntese o projeto revolucionário desta eleição chama-se “Polo de Desenvolvimento do Nordeste”, que certamente irá despertar a atenção do mundo econômico, porque a sua maior atração é a inovação, porquanto não seria possível o desenvolvimento das regiões pobres do Nordeste se não houver um programa com tamanha repercussão como esse, porque ele vai cuidar de legar o progresso para localidades simplesmente abandonadas e esquecidas na lonjura dos grandes centros econômicos, onde funcionam normalmente as indústrias e os polos industriais, que abundam os fáceis ciclos de desenvolvimento do país.

A ideia é exatamente conceder incentivos fiscais para a implantação de indústrias onde a mão de obra é abundante, precisando somente do capital e da especialização, para que os investimentos da iniciativa privada possam contribuir para transformar localidades paupérrimas e polos de industrialização e exportação de produtos de qualidade, sob as condições de incentivo fiscal nos moldes do que já existe em Manaus, em que o governo possa definir as localidades a serem beneficiadas com as indústrias.

Por certo, o projeto, por sua relevância estratégica política e socioeconômica, tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento de algumas regiões onde, atualmente, inexistem empregos e oportunidades de trabalho para a população em condição e capacidade de produção.

Importa se vislumbrar a real possibilidade do incremento de investimentos em localidades totalmente esquecidas e abandonadas pelo governo federal, as quais, com a implantação do projeto de impacto, passarão a contribuir para o desenvolvimento não somente das regiões-sede, mas também do país, com o incremento da produção, do turismo e do microempreendedorismo, uma vez que este terá o poder de se alastrar pelas proximidades do polo de produção, entre tantos e abrangentes benefícios que hão de resultar dessa importante iniciativa, que terá o condão de transformação social e econômica.

À toda evidência, nem precisa dizer que, em termos de dignificação dos titulares das bolsas recebidas do governo, essa iniciativa terá o condão de diminuir significativamente os gastos com o programa Bolsa Família, porque parcela significativa vai preferir sustentar sua família tendo a certeza do salário proveniente do seu emprego, que é muito mais digno e honrado, principalmente pela certeza de estar contribuindo para o desenvolvimento do país.

Por último, o governante que tiver a iniciativa corajosa e digna de tentar mudar esse triste e decepcionante estado de penúria que representa a distribuição de renda por meio do Bolsa Família, que nada mais é do que o reconhecimento da indigência natural se isso não acontecesse, será naturalmente saldado e glorificado como o homem público que vislumbrou algo em real benefício do nordestino, porque o Polo de Desenvolvimento do Nordeste é programa perfeitamente viável, em termos de projeto político, porque só depende da vontade do governante de conceder incentivo aos empresários que precisam investir em regiões carentes. 

À vista do exposto, não há dúvida de que o projeto aqui imaginado possibilitará, por suas fundamentações acima expostas, importante injeção de motivação para se atrair a atenção dos nordestinos para o homem pública com a coragem dos grandes estadistas, que resolvem enfrentar tamanha responsabilidade no seu governo, que é o desenvolvimento de região extremamente relegada pelo Estado ao ostracismo, justamente pela falta dessa relevância que seria dada com a iniciativa projetada neste trabalho, ficando patenteado o seu real interesse pelas localidades mais pobres do país, em clara demonstração de vontade política pessoal, que pode contribuir para a efetiva melhoria das condições de vida do sofrido povo nordestino, por meio de iniciativa que irá envolvê-lo em projeto de desenvolvimento das localidades totalmente improdutivas e somente lembradas até aqui, de forma melancólica, por ocasião das eleições, ou seja, apenas em busca do seu voto.

Brasília, em 14 de setembro de 2026

Remédio sem tributos!

 

Convém assinalar, a propósito, o verdadeiro significado da base da democracia, que não pode ser nada diferente das sábias palavras do célebre ex-presidente norte-americano Abraham Lincoln, que, em trecho histórico de um de seus memoráveis discursos, fez alusão ao “governo do povo, pelo povo e para o povo.”.

O Brasil, sob a égide do Estado Democrático de Direito, o seu governo provém da soberana vontade do povo para trabalhar em sintonia com os interesses da população.

Esse princípio precisa ser valorizado e resgatado em concomitância com o alvorecer do novo governo, que nasce com muitas esperanças dos brasileiros que acreditaram na mentalidade devotada não somente para a assepsia das imaculabilidades que campeiam majestosamente na administração pública, mas também na forma mais piedosa e humana quanto aos cuidados das pletoras questões sociais, que se espraiam por todos os quadrantes do Brasil.

O governante imbuído do real sentimento de responsabilidade cívica e pública precisa se inteirar de todos os problemas que permeiam de verdade e efetiva as piores mazelas e ter reais condições não somente de conhecê-las, mas sobretudo de equacioná-las e solucioná-las, na avaliação das prioridades estabelecidas para a implementação daquelas que mais diretamente afligem a população.

É evidente que há problemas que são crônicos e de difícil solução imediatamente à posse, mas outros podem ser tabulados e resolvidos paulatinamente, à medida que os horizontes forem se descortinando para as oportunidades, principalmente quando há boas vontades política e administrativa, por parte do governante.

Aborda-se aqui problema da maior gravidade brasileira, por envolver o interesse de toda população, desde aqueles que acabam de nascer até aqueloutros que estão completando a sua fase de vida, que consiste no elevadíssimo custo dos imprescindíveis remédios, que embutem nos seus preços escorchantes tributos, em percentual bastante elevado e insuportável para os padrões econômico-financeiros da população.

Trata-se de encargo que pesa sobre a maior parte de gente situada na classe considerada de muita pobreza, que sofre e padece porque adoece, até mesmo com maior gravidade do que os ricos, que têm melhor padrão de vida, enquanto os pobres não têm nenhuma condição para comprar o remédio que precisa, diante da exorbitância dos preços, carregados de tributos que podem ser remetidos para outros produtos considerados supérfluos e outros de luxo.          

Conforme levantamento realizado recentemente, no país tupiniquim, paga-se uma das maiores cargas tributárias e nessa linha inclui-se a liderança da incidência de impostos sobre os medicamentos, com a tributação média de pouco mais de 33%, com a agregação de impostos cobrados desde importação, comercialização até circulação, em que o inevitável custo final sobra para a população que adoece, pobre ou rica, todos pagando sem ter a quem recorrer, mesmo aqueles que não têm condições, em termos financeiros.

Segundo pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário, o imposto sobre medicamentos, no Brasil, é cinco vezes maior que a média mundial, cujo fato mostra-se bastante injusto para os brasileiros, que não estão nas mesmas condições financeiras dos demais países.

Convém, sim, que o governante se importe com o valor da carga tributária, que é altíssima em razão de diversos fatores, principalmente quanto à necessidade da importação dos medicamentos, na sua maioria, tendo a obrigação de pagar pela importação e pelos royalties, fato que contribui para encarecê-los e igualmente onerar a população, mas o governo do povo precisa encontrar alternativa para essa situação insuportável e inaceitável.

Espera-se que o novo governo do povo se conscientize de que essa terrível situação referente aos preços dos medicamentos seja objeto da sua vasta e urgente pauta de discussão, para o devido saneamento, o mais rapidamente possível, por se tratar de permanente ônus para o bolso dos brasileiros e preocupação afetando a sua própria saúde, porque muitos não têm condições mínimas para comprar sequer um comprimido para aliviar a dor de dente ou de cabeça.         

A questão inerente aos medicamentos precisa ser sentida no âmago do governo, como forma de captar as dificuldades da população, que sente na própria pele e sabe muito bem como é doloroso precisar de medicamento para determinada enfermidade e não ter condições mínimas para comprá-lo, diante do seu preço absurdo e exorbitante.

Não é novidade que existem muitos países, em que os governos sensíveis às dificuldades sociais ou até mesmo por sentimentos humanitários, não tributam os medicamentos, ou seja, os remédios têm zero de tributos, a exemplo da Inglaterra, da Rússia, do Canadá, da Colômbia, do México, entre outros países, enquanto os medicamentos nos Estados Unidos da América são tributados em, no máximo, 6,3%, no Japão, em 5%, na Índia, em 4%, e no resto do mundo a tributação sobre medicamentos tem percentual civilizado, em termos de razoabilidade, mas somente no Brasil há essa cobrança extremamente  injustificável e fora da normalidade social e econômica.

A indiscutível tresloucada e insensata incidência de tributos nas alturas, com percentual que pode chegar até 35,7%, embora a média, como dito acima, é de cerca de 33%, constitui, à toda evidência, vergonhosa e repudiável penalização tributária à população, de forma irracional e injustificável, dando a entender que os brasileiros, indistintamente, vivem em país riquíssimo e desenvolvido, que precisa pagar compulsoriamente um terço do preço dos medicamentos.

A bem da verdade, muitos produtos sem a menor importância à vida são tributados em percentual bem menor e ainda há outras situações em que são isentas, a exemplo de templos religiosos, partidos políticos, jornais, revistas etc., além de outras atividades que têm tributação aquém do que seria exigido, se comparado à importância de remédios para a sociedade.

Enfim, qual seria a justificativa governamental para a escrachada e exorbitante incidência de tributos sobre medicamentos que são produtos indispensáveis à vida humana, porque de uso extremamente obrigatório, sob pena de causar sofrimento irremediável às pessoas acometidas de doenças?  

Não há a menor dúvida de que nenhum Estado pode prescindir dos tributos, mas também é inegável que ele tem a sua função primordial de priorizar os produtos que podem ser tributados com maior ou menor percentual de tributação, a depender, obviamente, da sua importância para a sociedade, a exemplo da incidência maior sobre produtos considerados prescindível para a sociedade, a exemplo daqueles classificados como supérfluos, em que a sua falta é absolutamente indiferente à vida humana, diante da sua prescindibilidade, conquanto o seu preço é fator de somenos importância para quem quiser consumi-los e tem condições financeiras.

Nessa situação, fica muito claro que somente adquirirem os produtos supérfluos as pessoas que querem satisfazer seu prazer ou a sua vontade, não importando o seu preço e muito menos ainda os percentuais de tributos incidentes sobre eles, justamente por se tratar de produtos dispensáveis à vida humana, em contraposição aos remédios, caso em que aqueles podem perfeitamente suportar o ônus dos tributos incidentes sobre os remédios e certamente que ninguém que os consume sequer iriam reclamar por essa boa causa social, exatamente porque eles são comprados simplesmente para satisfazer o seu bel-prazer e nada mais importando, nem mesmo sobre a maior incidência do percentual dos tributos.

É mais do que notória que o Estado tem importante incumbência no suprimento das carência essenciais da sociedade e a questão das doenças se insere perfeitamente nesse contexto, quando se sabe que adoecer não é privilégio ou demérito absolutamente de ninguém, porque a doença abrange indistintamente toda população que igualmente ressente da medicação e o seu acesso precisa ser facilitado, como forma de alívio do sofrimento da população.

Os governos sensíveis ao sofrimento da população mais carente têm o dever público, no âmbito do sentimento humano, de fornecer, em farmácias públicas e de graça, medicamentos básicos e essenciais, na linha de remédios populares, contra dores e mal-estar, bem assim para pequenos curativos, como forma de resolver situações que não precisem da procurar nem ocupação de unidade de saúde ou até mesmo de atendimento hospitalar.

Convém que o governo mantenha farmácias populares nos bairros das metrópoles e em todas as cidades pequenas, justamente para o fornecimento desses medicamentos, de modo a facilitar a vida da população carente, cujo custo-benefício é bastante satisfatório e recompensador, em termos de cuidados básico à população.

Diante da experiência, sabe-se que a arrecadação de tributos sobre remédios gira em torno de R$ 3,5 a R$ 4 bilhões por ano, o equivalente a aproximadamente 0,13% do Orçamento da União, fato que demonstraria reduzidíssimo impacto na redução da arrecadação própria e direta sobre os remédios, caso não tivessem alternativas quanto à sua substituição por outros tributos suportados por importantes fontes, sem afetar em absoluto o orçamento, porque o valor dos tributos dos medicamentos apenas seria arrecadado por meio de importantes mecanismos, só que essa nova forma de tributação virá propiciar enorme e direto benefício na vida dos brasileiros, sem afetar um centavo do montante vindo dos medicamentos.

A propósito, impende salientar, para conhecimento do novo governo, a crueldade praticada pelo Estado contra os brasileiros, quanto ao critério de tributação de medicamentos para uso das pessoas, que consiste na média de 33%, enquanto os medicamentos vendidos para o uso veterinário tem a média de tributação de apenas 14,3%, ou seja, percentual menos da metade cobrado sobre os remédios para uso humano, o que demonstra disparidade e injustiça de tratamento dispensado ao ser humano, não que os animais não mereçam, mas a vida humana, pelo menos nos países sérios e civilizados, em termos humanitários, é devidamente valorizada e merece tratamento compatível com a sua relevância humanitária.

É preciso que as políticas tributárias sejam equalizadas e avaliadas em termos de valoração no exato contexto dos princípios humanitários, tendo-se em conta a imperiosa necessidade da aplicação de critérios razoáveis, racionais e justos, não se admitindo que o ser humano seja onerado além da sua capacidade contributiva, em se tratando de situação que tem plenas condições e plausibilidade de ajustamentos a níveis aceitáveis, sem prejudicar absolutamente ninguém, mas, ao contrário, de mero reconhecimento de que o Brasil, nas suas condições socioeconômicas, não pode continuar penalizando e esfolando a sua população, com a cobrança de preços altíssimos de medicamentos, por força da insuportável carga tributária jamais admissível nas nações sérias, civilizadas e desenvolvidas, em termos políticos, sociais, democráticos e administrativos, que primam pelo bem-estar da sua população.

Convém que o insuportável sacrifício dos brasileiros, nessa questão da tributação dos remédios, seja objeto de sensibilização por parte novo governo, no sentido de mostrar a sua boa vontade de auscultar os anseios da população, porque certamente se perguntadas às pessoas sobre a redução dos preços dos remédios certamente que as respostas seriam todas convergentes, no sentido de que já passou do tempo de o Brasil buscar alternativas capazes de aliviar carga tributária desumana, insuportável e injustificável, bastando que o presidente e seus assessores se dignem a se colocar no lugar da população, para sentirem na pele o peso dos preços dos medicamentos.

É até bem possível que alguém se insurja contra a medida em causa, sob a alegação da impossibilidade da substituição da escorchante carga tributária sobre medicamentos por outra forma suave e leve de nada cobrar tributos sobre remédios, porque neste país nada se muda com facilidade para beneficiar a população, principalmente quando há interesses corporativistas, porém, nesse caso dos remédios, é imperioso que o novo governo que deve emergir da vontade soberana do povo tenha a melhor sensibilidade para solucionar questão extremamente angustiante para a sociedade, que não pode continuar sendo explorada e sacrificada injustamente.

É preciso que o governo do povo ansioso por mudanças seja tocado pelo sentimento de justiça social, atento à necessidade de proporcionar bem-estar para a população, resolva atender essa reivindicação de eliminação dos tributos dos remédios, o quanto antes possível, para o bem da sociedade e do país, por se tratar da verdadeira aplicação da justiça humanitária.

Vejam-se o descomunal tratamento dispensado à tributação dos medicamentos, em que, na atualidade, há evidente atropelamento do princípio fundamental eleito pelo governo de se taxar mais os produtos considerados não essenciais à população, justamente os produtos supérfluos e os de luxo, ou seja, "A regra geral é: quanto mais essencial à população, menor tributado", a exemplo dos produtos maléficos à saúde (cigarros e bebidas), artigos de luxo, itens supérfluos (como jogos eletrônicos, normalmente impostos).

Por coerência, os remédios, que são extremamente benéficos à saúde, por excelência, deveriam não somente ter tributação zerada como também ser subsidiados com tributos oriundos dos referidos produtos supérfluos e de luxo, para que os remédios adquiridos por trabalhadores até determinada faixa salarial e os desempregados possam receber de graça os medicamentos que precisam, tudo em harmonia com o verdadeiro sentido democrático de governo do povo, pelo povo e para o povo, que nada mais faz senão prestigiar, sem demagogia, as justiças social e humanitária.   

Diante do exposto, fica muito claro que é perfeitamente possível zerar a tributação dos medicamentos, de modo que o montante arrecadado sobre eles seja transferido, de forma equânime, para produtos supérfluos, como cigarros, bebidas, perfumes, brinquedos eletrônicos, objetos de luxo etc., e também podendo ser aproveitado parcela dos fundos das loterias federais, tirando esse pesado ônus dos ombros dos brasileiros, principalmente das famílias mais carentes, que são as mais prejudicadas diante de sistema extremamente desumano, perverso e injusto, em termos sociais, de tributação, que massacra o bolso do trabalhar e das famílias brasileiras, na impiedosa e inevitável transferência para os Tesouros Nacional e Estaduais de, em média, 33% do valor do preço do remédio.

Brasil: apenas o ame!

Brasília, em 14 de setembro de 2026

 

A importância do líder!

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, uma pessoa mostrou o resultado do desempenho do governo do último ex-presidente do país, salientando as melhores obras realizadas por ele.

A mensagem em referência cuida de descrever, com a maior minudência possível, as coisas boas e saudáveis que marcaram a sua atuação política, que o fizeram ser transformado no maior líder político da oposição, porque, nesse particular, os seus exemplos foram extremamente proveitosos para os seus seguidores, que se lembraram saudosos das suas efervescentes atividades, que incitavam à prática, em especial, do amor à unidade familiar e à valorização da pátria.

Isso é fato, sim, de suma importância, em forma de finalidade política, posto que isso diz respeito ao perfeito sentido da liderança política, que precisa sempre servir de modelo para os demais políticos e a sociedade.

Ou seja, esse político cumpriu com muita eficiência a relevante missão de ter sido exemplar no que se refere aos mencionados aspectos. Isso, à toda evidência, merece os mais expressivos encômios, porque é exatamente assim que se espera dos bons políticos, de serem paradigma de boas iniciativas e ideias aproveitáveis pela sociedade.

Pois bem, o ideal é que o político tivesse centralizado as suas energias somente para as ações marcantes e saudáveis, conforme tudo que foi enaltecido anteriormente, como forma de virtudes políticas.

Acontece que o político somente elogiado na mensagem em comento, teve o infeliz despautério de agredir pessoas, imprensa e integrantes de outros poderes da República.

Ou seja, as atividades agressivas são absolutamente injustificáveis na vida pública, visto que elas são completamente incompatíveis com a finalidade política da busca do bem comum da sociedade.

Na verdade, nada se explica nem justifica qualquer forma de agressão, nem mesmo na política.

Causa perplexidade que os seguidores fanatizados do político não enxergam essa terrível deformidade inata nele.

Basta lembrar, a propósito, segundo interpretação pessoal, não fossem as citadas agressões, jamais existiriam as ações persecutórias contra ele, visto que inexistiam outros motivos relevantes a justificarem tanto antagonismo vingativo.

Ao que tudo indica, não tem qualquer importância para os seguidores desse genial político que ele tenha se desviado de conduta, com as suas insanas agressões, pois as suas maravilhosas ações cíclico-políticas, para os seus apoiadores, suplantam tudo de contrário à normalidade humana e de civilidade.

Eis aí monstruosa insensatez dos seguidores dele, que assim se comportando, qual seja, aplaudindo as grosserias do político, mesmo que elas sejam prejudiciais à pessoa dele, conforme mostram os fatos, o próprio líder se convence de que o seu comportamento incivilizado e desumano é absolutamente normal, quando, à toda evidência, não é preciso o despertar para o bem dele e dos próprios seguidores, que podem contar com importante líder que respeita os princípios humanos e de civilidade.

Poder-se-ia até se apelar para a justificativa segundo a qual ninguém é perfeito, mas, até mesmo na política, é preciso, necessariamente, que sejam respeitados até mesmo os mais comezinhos costumes de respeito, compreensão, tolerância e educação, pois é princípio o império da reciprocidade de tratamento nas relações sociais.

Ante o exposto, urge que as avaliações sobre o principal líder político da oposição brasileira sejam levadas em conta não somente as suas atitudes saudáveis e constritivas, mas também os seus nefastos desvios de conduta, porque importa que a verdade seja transparente.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 13 de setembro de 2026