Em vídeo que circula nas redes sociais, alguém mostra verdadeira
submissão à decadência social à liderança do principal partido da esquerda, a
quem demonstra fidelidade e veneração por conta da ideologia política.
Na verdade, a questão central não é propriamente entender como as
pessoas se autodegeneram, por mera conveniência ideológica, que, na sua
essência, tem o livre poder de transformação de ser humano em abjeto
desprezível, exatamente na maneira exposta nas imagens registradas em vídeo,
mas sim de se aceitar a deliberada deformidade social, na forma ali mostrada,
precisamente aceitável para a normal insignificância do ser humano, que enxerga
grande importância nesse processo deprimente de desvalorização dos princípios
de civilidade e humanismo.
Infelizmente, essas pessoas estão curtindo as “delícias” exatamente
objetivadas pela ideologia das trevas, que sinalizam para a faculdade do
emprego de mecanismos enriquecedores da regressão social, em diversas maneiras,
com a apologia às práticas mais hediondas e repulsivas à civilidade e ao
humanismo, como sendo instrumento de turbinamento do prazer, evidentemente na
compreensão apropriada da filosofia da degeneração social, conforme a riqueza
de detalhes exemplificativos mostrados no vídeo, em que jovens se prostituem
nos vícios degradantes das drogas e das vulnerabilidades sociais.
Lamentavelmente, esse defasado comportamento humano é a estratificação
de país dominado pela ideologia da perdição e da libertinagem, onde há a
prevalência do desprezo aos valores e aos princípios da dignidade humana.
Trata-se, como se vê, de geração completamente perdida e sem rumo,
graças às permissibilidades contextualizadas na ideologia da degeneração, que
contempla toda espécie de depravação ao alcance da mediocridade humana.
Não se acredita na existência de antídoto para esse terrível câncer
humano, porque ele tem forte incidência e raízes na camada social que se
esforça em alcançar o ápice da mediocridade humana, no sentido de
autoflagelação como forma de prazer, à vista da satisfação em se destruir por
meio dos vícios.
Vislumbram-se como esperança de remotas mudanças dessa preocupante
situação, com a alternância do poder, em que possam surgir novas e sábias
políticas de incentivo à valorização do ser humano.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 15 de setembro de 2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário