sexta-feira, 30 de outubro de 2026

Autodegeneração!

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, alguém mostra verdadeira submissão à decadência social à liderança do principal partido da esquerda, a quem demonstra fidelidade e veneração por conta da ideologia política.

Na verdade, a questão central não é propriamente entender como as pessoas se autodegeneram, por mera conveniência ideológica, que, na sua essência, tem o livre poder de transformação de ser humano em abjeto desprezível, exatamente na maneira exposta nas imagens registradas em vídeo, mas sim de se aceitar a deliberada deformidade social, na forma ali mostrada, precisamente aceitável para a normal insignificância do ser humano, que enxerga grande importância nesse processo deprimente de desvalorização dos princípios de civilidade e humanismo.

Infelizmente, essas pessoas estão curtindo as “delícias” exatamente objetivadas pela ideologia das trevas, que sinalizam para a faculdade do emprego de mecanismos enriquecedores da regressão social, em diversas maneiras, com a apologia às práticas mais hediondas e repulsivas à civilidade e ao humanismo, como sendo instrumento de turbinamento do prazer, evidentemente na compreensão apropriada da filosofia da degeneração social, conforme a riqueza de detalhes exemplificativos mostrados no vídeo, em que jovens se prostituem nos vícios degradantes das drogas e das vulnerabilidades sociais.

Lamentavelmente, esse defasado comportamento humano é a estratificação de país dominado pela ideologia da perdição e da libertinagem, onde há a prevalência do desprezo aos valores e aos princípios da dignidade humana.

Trata-se, como se vê, de geração completamente perdida e sem rumo, graças às permissibilidades contextualizadas na ideologia da degeneração, que contempla toda espécie de depravação ao alcance da mediocridade humana.

Não se acredita na existência de antídoto para esse terrível câncer humano, porque ele tem forte incidência e raízes na camada social que se esforça em alcançar o ápice da mediocridade humana, no sentido de autoflagelação como forma de prazer, à vista da satisfação em se destruir por meio dos vícios.

Vislumbram-se como esperança de remotas mudanças dessa preocupante situação, com a alternância do poder, em que possam surgir novas e sábias políticas de incentivo à valorização do ser humano.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 15 de setembro de 2026

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