A divulgação de novas informações da investigação envolvendo o dono do
Banco Master e um juiz da corte maior do país voltou a movimentar o cenário
político e as redes sociais.
Segundo a Polícia Federal, o dono do banco procurava o juiz para pedir
orientações jurídica e proteção sob ameaça vinda dos investigadores.
Em meio à repercussão das melancólicas revelações, internautas passaram
a relembrar a trajetória política do último ex-presidente do país, associando o
momento atual às críticas que ele fez a integrantes daquela corte.
Um comentarista lembra ressalta que aquele político “lutou
praticamente sozinho contra tudo isso.”, fazendo referência à luta inglória
dele.
A reflexão que diz que alguém lutou sozinho contra o sistema até pode
ter fundo de verdade, mas essa luta foi completamente em vão e inglória, por
não ter resultado em absolutamente nada, visto que ela teve o condão de apenas
potencializar a ira e o desejo de vingança contra ele, em forma de perseguição,
conforme mostram os fatos.
É muito importante que se analise tudo o que foi protagonizado de
críticas e agressões estabanadas pelo político, que contribuíram senão para a
provocação e a irritação, não tendo ele conseguido emplacar nada, absolutamente
nada, aproveitável para ninguém como retorno dos seus insultos, agressões e
descortesias, salvo isso que mostra a mensagem, qual seja; ele lutou sozinho
contra tudo isso, cujo resultado foi o pior possível.
A verdade é que ele pode ter lutado com plena disposição contra tudo e
todos, mas aconteceu com objetividade senão de ter cutucado as feras com vara
curta, que, posteriormente, teve o devido troco pela incompetência de seus atos
inconsequentes e atrapalhados, posto que eles apenas tiveram o propósito de
causar terrível provocação, sem qualquer resultado prático em benefício da
sociedade.
O que se viu depois disso foi o mais trágico possível para ele, quando o
político terminou perdendo o poder, seus direitos políticos e de cidadania,
estando completamente isolado do convívio com a sociedade, que ele teria o
dever de bem cuidar.
Não obstante, as suas atrapalhadas insanas e irresponsáveis foram
extremamente prejudiciais aos interesses dos brasileiros e ao Brasil, porque
ele jamais deveria senão lutar e se sacrificar tão somente para cumprir a
liturgia das funções previstas para o mandatário do Brasil, sem nunca ter
pretendido lutar contra ninguém, sem ter tido a necessária competência para
tanto, conforme mostram os fatos históricos.
Com certeza absoluta, o político jamais teria lutado de forma estabanado
se ele soubesse o destino que estava reservado para o melancólico fim da sua
vida política, por se encontrar, agora, até mesmo impedido não só de sair de
casa, ma também de votar nas próximas eleições.
A dramática lição deixada pela luta inglória e insensata precisa ser
aprendida pelos políticos da atualidade, de modo que eles reflitam bastante
antes de qualquer luta, à vista das suas consequências, porque nunca se sabe o
que pode surgir no horizonte.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 8 de setembro de 2026
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