Mensagem publicada na internet diz que o presidente do país, segundo
resultado de pesquisa recente, segue na frente do seu principal opositor na
preferência de eleitores, tanto no primeiro como no segundo turnos, em que
pesem a intensa disputa eleitoral e a exposição dos candidatos na TV.
Na verdade, ao confirmar-se a tendência da mencionada pesquisa, de que o
mandatário atual lidera as intenções de voto, nas próximas eleições, têm-se que
ele e o povo estão realmente contra o Brasil e todos.
Isso porque o país precisa urgentemente de alternativa de
governabilidade, com o vislumbre de possibilidade de crescimento social,
político, administrativo e econômico, à vista da notória predominância da
estagnação em todas as políticas de incumbência do atual governo, que tem
desempenho prejudicial ao desenvolvimento do país, à vista dos resultados das
suas políticas públicas.
Ganha destaque no seu governo o precário desempenho das políticas
fiscais, em razão do efetivo descontrole dos gastos públicos, em que são
notórios os rombos nas contas do governo e das empresas estatais, que
apresentam enormes déficits orçamentários.
A verdade é que a continuidade do mesmo governo se vislumbra a tendência
natural da permanência das mesmas políticas econômicas, sem qualquer
possibilidade de mudanças em absolutamente nada, porque é exatamente assim como
se encontram as políticas em execução que satisfazem aos seus projetos
políticos.
A vista disso, se é verdade, o próprio povo o aprova para continuar
gerenciando a miséria e a pobreza, na base da incompetência, porque é
exatamente dessa maneira que a maioria dos brasileiros também se satisfaz, com
governo que garante a plena estagnação do desenvolvimento e do atraso
econômico, diante da impossibilidade de reformas, modernidades e
aperfeiçoamentos das estruturas da administração do país.
Infelizmente, se é verdade que o povo pretende decidir pela permanência
da incompetência, da ineficiência e principalmente pela irresponsabilidade
fiscal, apenas mais uma vez prevalece o verdadeiro sentimento de desamor aos
valores e às causas do Brasil e dos próprios brasileiros, que perdem importante
oportunidade para a alternância de mudança da administração do país, a se
permitirem também novas formas de governabilidade da nação.
Diante do exposto, apelam-se por que os brasileiros reflitam um pouco
mais, independentemente de ideologia política, sobre a importância da
alternância do poder, nas próximas eleições, à vista da possibilidade do
surgimento de novas medidas políticas, sociais, administrativas e econômicas,
em benefício do bem comum dos brasileiros.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 8 de setembro de 2026
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