sexta-feira, 30 de outubro de 2026

A preferência!

 

Mensagem publicada na internet diz que o presidente do país, segundo resultado de pesquisa recente, segue na frente do seu principal opositor na preferência de eleitores, tanto no primeiro como no segundo turnos, em que pesem a intensa disputa eleitoral e a exposição dos candidatos na TV.

Na verdade, ao confirmar-se a tendência da mencionada pesquisa, de que o mandatário atual lidera as intenções de voto, nas próximas eleições, têm-se que ele e o povo estão realmente contra o Brasil e todos.

Isso porque o país precisa urgentemente de alternativa de governabilidade, com o vislumbre de possibilidade de crescimento social, político, administrativo e econômico, à vista da notória predominância da estagnação em todas as políticas de incumbência do atual governo, que tem desempenho prejudicial ao desenvolvimento do país, à vista dos resultados das suas políticas públicas.

Ganha destaque no seu governo o precário desempenho das políticas fiscais, em razão do efetivo descontrole dos gastos públicos, em que são notórios os rombos nas contas do governo e das empresas estatais, que apresentam enormes déficits orçamentários.

A verdade é que a continuidade do mesmo governo se vislumbra a tendência natural da permanência das mesmas políticas econômicas, sem qualquer possibilidade de mudanças em absolutamente nada, porque é exatamente assim como se encontram as políticas em execução que satisfazem aos seus projetos políticos.

A vista disso, se é verdade, o próprio povo o aprova para continuar gerenciando a miséria e a pobreza, na base da incompetência, porque é exatamente dessa maneira que a maioria dos brasileiros também se satisfaz, com governo que garante a plena estagnação do desenvolvimento e do atraso econômico, diante da impossibilidade de reformas, modernidades e aperfeiçoamentos das estruturas da administração do país.

Infelizmente, se é verdade que o povo pretende decidir pela permanência da incompetência, da ineficiência e principalmente pela irresponsabilidade fiscal, apenas mais uma vez prevalece o verdadeiro sentimento de desamor aos valores e às causas do Brasil e dos próprios brasileiros, que perdem importante oportunidade para a alternância de mudança da administração do país, a se permitirem também novas formas de governabilidade da nação.

Diante do exposto, apelam-se por que os brasileiros reflitam um pouco mais, independentemente de ideologia política, sobre a importância da alternância do poder, nas próximas eleições, à vista da possibilidade do surgimento de novas medidas políticas, sociais, administrativas e econômicas, em benefício do bem comum dos brasileiros.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 8 de setembro de 2026

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