São bastante preocupantes as
imagens que mostram ruas inteiras com lojas e setores industriais com portas e
portões fechados, em claro anúncio do encerramento das suas atividades
comerciais e econômicas, em decorrência da enorme crise financeira que se abate
sobre os empreendimentos de todo o país, que foram estrangulados pelas
agressivas políticas fiscais do governo.
Impressiona bastante a imagem que representa o pulmão da economia
nacional, simbolizado pelo comércio completamente esvaziado, por conta da crise
econômica, que vem sendo alimentada pelas políticas recessivas do governo.
Isso é o reflexo da insensibilidade e da incompetência gerenciais do
governo, que tem causado tamanha deformidade na economia, com a precipitação do
estrangulamento dos negócios comerciais e produtos, tendo como reflexo o
fechamento de fábricas e aglomerados comerciais, motivados pelo desaparecimento
dos compradores, conforme muito bem mostram as imagens publicadas na mídia, que
dizem precisamente com a gravidade da situação caótica dos empresários e
empreendedores, diante da notória ausência de compradores.
Esse choque sobre a atual econômica brasileira é algo concreta e
dramático que tem abrangência em todo território nacional, exatamente por
consequência do ineficiente gerenciamento das políticas econômicas do próprio
Estado.
A verdade é que as contas públicas apresentam rombos extraordinários nos
orçamentos deficitários, aumentos incontroláveis dos endividamentos públicos,
juros altíssimos, pesada carga tributária, gastos públicos desnecessários e
descontrolados, entre outros desastres da administração do país, que, como
visto, levaram o Brasil à falência e à deplorável situação de insolvência, tudo
em harmonia com o conjunta da mediocridade predominante na gestão do país,
especialmente no que se refere às políticas econômicas praticadas pelo governo.
Diante dessa catástrofe imposta ao Brasil e aos brasileiros, a
responsabilidade para o saneamento desse desastre é de exclusiva incumbência
dos próprios brasileiros, que têm o poder constitucional de eleger o futuro
presidente da República.
O futuro mandatário do país precisa ser alguém com sensibilidade,
capacidade e preparo gerenciais à altura de compreender que é impossível a
continuidade da falência do Brasil, na forma do vigoroso processo atual, de
modo que se exige a aplicação de urgente choque de gestão, com a eficácia
necessária para salvar o país da bancarrota e da insolvência.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 12 de setembro de 2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário