Conforme notícia veiculada pela imprensa, o presidente do país está́
pretendendo disputar o voto do eleitorado evangélico, mas determinou que a
mobilização da campanha seja mantida estritamente distante dos púlpitos e das
estruturas religiosas, tendo por finalidade ampliar o diálogo com esse
eleitorado, sem transformar os templos em espaço para a disputa
político-eleitoral.
À toda evidência, é chegado o momento de o cristão, católico ou
evangélico, criar dignidade e vergonha tal e qual como ele assim se declara, em
respeito aos sagrados princípios sagrados do Evangelho de Jesus Cristo, de
somente votar nos candidatos que se comprometam com o respeito aos princípios
cristãos e humanitários.
Convém que haja compromisso político, em especial, que se reafirmem
plena rejeição as ideologias abraçadas pelo socialismo, notadamente aquelas que
são favoráveis ao aborto, à degradação da família, à descriminalização da
criminalidade, à aversão à crença religiosa e à adoração aos símbolos sagrados,
entre outros assuntos importantes e consistentes ao crescimento social dos
cristãos.
Nada justifica, especialmente por força dos sagrados princípios de
religiosidade, que os cristãos se dignem votar em políticos de ideologia
preponderantemente contrários aos segmentos da cristandade, que se fundamentam
exatamente na solidez da família, na condenação à criminalidade, na valorização
da crença religiosa e na defesa dos melhores e saudáveis princípios benéficos à
vida.
Diante de todas as ideologias maléficas representadas nos programas de
candidatos de índole socialista, por todos os seus sentimentos contrários aos
princípios cristãos, os devotados dos ensinamentos do Mestre Jesus Cristo
precisam se conscientizar de que tudo se justifica com base no não apoiamento
de candidatos defensores dessa filosofia maligna, à luz dos valores inerentes à
crença religiosa de amor ao próximo.
Apelam-se por que os verdadeiros cristãos, crentes no Evangelho de Jesus
Cristo, reflitam fervorosamente sobre a importância de somente votar, nas
próximas eleições, em candidatos que se comprometam a trabalhar para o
fortalecimento da família, da fé religiosa, da proteção da sociedade e do
engrandecimento do Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 9 de setembro de 2026
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