Segundo notícia publicada na internet, militares do Exército estariam em
linha de colisão com o comandante dessa corporação, sob o argumento de incômodo
em se apoiar governo comunista.
Melhor tarde do que nunca o despertar para a cruel realidade, se
verdadeira a notícia sobre possível insatisfação contra o comandante de
militares da principal força brasileira.
Diante da sua inexplicável submissão ao governo comunista, em ato do
mais explícito menosprezo aos princípios da honra e da dignidade peculiares dos
militares, o movimento de revolta contra a liderança militar deveria ter
acontecido tão logo e imediatamente à aliança que selou essa união estúpida de
os militares fazerem continência para político desonesto, desmoralizado e
insignificante.
Custa se acreditar que militares venham agora demonstrar forma de
contestação que merecia ter acontecido na origem da inversão dos valores
cultuados de honradez e dignidade dos militares.
Nestas alturas dos acontecimentos, acredita-se que tudo não passa de
meros rumores de insatisfação, visto que nada mais abala a estrutura que se
consolidou ao longo do desgoverno, pois os militares se mantiveram obtém todo
de cabeça baixa como verdadeiros carneirinhos, sem nenhuma reclamação. Isso
vale se acreditar que, infelizmente, tudo vai continuar como antes, no quartel
de Abrantes.
Ou seja, a declarada decadência entre os militares é algo consolidado
nos quartéis, que contou com a debilidade de seus integrantes, que até
tentariam demonstrar, agora, depois de tanto tempo da desmoralização, o contrário
disso, mas apenas timidamente ante à sua visível impotência, conforme mostram
os fatos.
Convém que os militares se despertem dessa deplorável higidez mental, no
sentido da reconquista dos seus valores de honradez e dignidade, próprios das
suas origens institucionais de amor aos princípios hauridos nas casernas.
Acordem, militares!
Brasília, em 9 de setembro de 2026
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