Quando se imaginava que o presidente do país já havia aprontado tudo de
errado e insensato, eis que ele tem a iniciativa de protagonizar mais outra
presepada, capaz de estarrecer o mais incrédulo dos brasileiros.
A sua deliberada atitude de virar as costas para o general comandante do
desfile militar, em comemoração ao Dia da Independência do Brasil, mostra o seu
completo desprezo à dignidade e à honra que ainda restam aos militares,
permitindo se inferir o grau de importância que ele deposita a eles, qual seja,
absolutamente nenhum, conforme isso ficou bastante expresso na sua rude
retirada do local, deixando o confuso e atônito general falando aos ventos.
Essa cena não poderia ter mais patética e humilhante, em se tratando do
momento especial e histórico da nação, além de envolver importante autoridade
das Forças Armadas, que foram igualmente menosprezadas e desdenhadas por seu
comandante-em-chefe, em situação mui inusitada.
Na verdade, isso nem poderia ser entendido como nenhuma surpresa, porque
a confirmação da humilhação apenas se harmoniza com o distanciamento que vem
acontecendo entre o governo comunista e os militares, à vista da imposição
deliberada de expressivas restrições orçamentárias, que dificultam o normal
cumprimento da sua relevante missão constitucional.
Tem-se, nesse deplorável episódio, mais uma prova pública de indiferença
do governo comunista aos militares, que certamente nada farão em forma de
reação contra essa inadmissível e monstruosa humilhação, visto que a sua
vergonhosa e indigna submissão ao desgoverno perde a autoridade e o respeito,
não tendo moral alguma para reclamar de absolutamente nada, nem mesmo das
humilhações protagonizadas por seu comandante, mesmo que ele seja ex-condenado
e ex-presidiário, pessoa notoriamente insignificante.
Apelam-se por que os militares decidam se dignificarem e se honrarem,
deixando o mais rapidamente possível de apoiar o desgoverno das trevas.
Acordem, militares!
Brasília, em 8 de setembro de 2026
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