Eu disse olá, com muito carinho à querida
tia Terezinha, diante da fotografia em que ela e eu estávamos comemorando o
lançamento do meu 30º livro, contendo linda homenagem ao Grupo Escolar Jovelina
Gomes, de Uiraúna, Paraíba.
A referida foto foi tirada, se não me
engano, em 23 de fevereiro de 2018, quando tive a alegria de lançar o meu 30º
livro (Hoje, eu concluo o meu 85º livro) dedicado ao amado Grupo Escolar
Jovelina Gomes, em cuja ocasião eu fiz importante e inusitada homenagem, em
forma de estrito amor a esse educandário que o guardo com muito carinho no meu
coração, por ele ter sido o primor de ensinamentos quando as suas lições se
transformaram seguramente em alicerce para toda a minha vida estudantil.
A verdade é que aquele dia foi um dos mais
felizes da minha vida, por eu sentir que humilde e até desconhecido ex-aluno
estava ali presente para lançar importante livro em homenagem à casa que lhe
ensinou a ler e escrever com tanto amor que o levou a se tornar um dos maiores
literatas da atualidade, evidentemente em quantidade de livros já publicados ou
concluídos.
Agradeço, em forma de gratidão, por Deus ter
me proporcionado a elaborar a absurda quantidade de 85 livros, fruto da Sua
magnânima inspiração nascida nos bancos escolares do Jovelina Gomes.
Ali não poderia ter sido melhor berço para o
atingimento de obra tão fantástica e extraordinária jamais vista na história da
literatura brasileira, em que um menino de engenho - como assim me considero,
por eu ter nascido junto a engenho de cana-de-açúcar -, tenha ousado enfrentar
diversos obstáculos e atingir o píncaro, como assim imagino, para escrever essa
montanha de obras literárias, tão somente pela eterna vocação de resumir em
crônicas os fatos da vida, considerados, de alguma forma, de importância para a
sociedade.
Sim, fico muito feliz em rever a fotografia
com a admirável tia Terezinha, ladeada pela prezada professora Cristina Duarte,
por se tratar de recordação marcante na minha vida, principalmente pela
importância materializada no meu gesto de carinho ao saudoso Grupo Escolar
Jovelina Gomes.
Em apologia à importante passagem bíblica,
digo que voltar à fonte, mesmo que por mera imagem de recordação, é reencontrar
quem eu realmente sou: eterno menino de engenho.
Saudades!
Brasília, em 17 de fevereiro de 2026
Nenhum comentário:
Postar um comentário