Conforme notícia publicada na mídia, pela primeira vez, equipe de
médicos residentes negros lidera serviço de trauma no Hospital Johns Hopkins
dos Estados Unidos, os quais assumiram a liderança de uma das áreas mais
exigentes da instituição, responsável por cirurgias emergenciais e atendimento
a casos críticos.
Os médicos residentes consideram que se trata de importante feito, por representar
mais do que liderança temporária em um serviço hospitalar e simbolizar avanço
na representatividade médica e amplia as referências para futuras gerações na
cirurgia acadêmica.
Embora fique claro que a mensagem exalta a proeza da união de equipe
constituída por pessoas da cor negra, com o destaque para a situação em si, é
preciso ficar muito claro que os cérebros, a massa pensante e inteligente,
responsável, no caso, pelo hábil trabalho de cirurgia não é negra, mas sim
cinzenta.
O cérebro, o invólucro misterioso da inteligência, tem a mesma cor do
homem da raça branca e de outras raças, apenas diferenciando quanto ao grau de
inteligência medido pelo QI, mas a capacidade intelectual desenvolvida é
absolutamente assemelhada em ambas as cores negra e branca.
Em termos fisiológicos, não há a menor dúvida de haver forte inclinação
discriminatória para o destaque para negros ou para brancos, porque isso não
faz o menor sentido, para o fim de distinção em relação entre si, como se as
raças fossem, por natureza, mais ou menos inteligentes e capazes ou o inverso
disso.
A verdade é que há muitos avanços da humanidade, mas essa questão racial
insiste como destaque, para sublinhar a verdadeira discriminação que não se
justifica, por haver condições iguais de aprendizagem, inteligência,
criatividade e de todas as iniciativas da incumbência do homem,
independentemente da cor racial.
Brasília, em 24 de fevereiro de 2026
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