sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Equipe negra

 

Conforme notícia publicada na mídia, pela primeira vez, equipe de médicos residentes negros lidera serviço de trauma no Hospital Johns Hopkins dos Estados Unidos, os quais assumiram a liderança de uma das áreas mais exigentes da instituição, responsável por cirurgias emergenciais e atendimento a casos críticos.

Os médicos residentes consideram que se trata de importante feito, por representar mais do que liderança temporária em um serviço hospitalar e simbolizar avanço na representatividade médica e amplia as referências para futuras gerações na cirurgia acadêmica.

Embora fique claro que a mensagem exalta a proeza da união de equipe constituída por pessoas da cor negra, com o destaque para a situação em si, é preciso ficar muito claro que os cérebros, a massa pensante e inteligente, responsável, no caso, pelo hábil trabalho de cirurgia não é negra, mas sim cinzenta.

O cérebro, o invólucro misterioso da inteligência, tem a mesma cor do homem da raça branca e de outras raças, apenas diferenciando quanto ao grau de inteligência medido pelo QI, mas a capacidade intelectual desenvolvida é absolutamente assemelhada em ambas as cores negra e branca.

Em termos fisiológicos, não há a menor dúvida de haver forte inclinação discriminatória para o destaque para negros ou para brancos, porque isso não faz o menor sentido, para o fim de distinção em relação entre si, como se as raças fossem, por natureza, mais ou menos inteligentes e capazes ou o inverso disso.

A verdade é que há muitos avanços da humanidade, mas essa questão racial insiste como destaque, para sublinhar a verdadeira discriminação que não se justifica, por haver condições iguais de aprendizagem, inteligência, criatividade e de todas as iniciativas da incumbência do homem, independentemente da cor racial.

Brasília, em 24 de fevereiro de 2026

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