sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Sentimento exagerado

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, um parlamentar demonstra exagerado sentimento de alegria ao informar que a escola de samba que fez uso de dinheiro pública para homenagear o principal político brasileiro, em que pese este ano ser eleitoral, e menosprezar a dignidade de político e da honrada família brasileira foi rebaixada no carnaval carioca de 2026.

O fato em si, que demonstra o malogro do resultado do desempenho de escola de samba que teria sido beneficiada com recursos públicos para a protagonização da maldade contra os princípios políticos e da família cristã, parece digno de nota e até merece ser mostrado como exemplo de que a disseminação da maldade somente deveria render os resultados pertinentes às suas maledicências.

No caso vertente, isso parece que foi feito, visto que a justiça veio espontaneamente, diante do merecimento natural por conta da deliberada vontade de causar enormes danos a outrem, conforme mostram os fatos que aconteceram na avenida.

Não se trata, em absoluto, de motivo para se vangloriar pelo castigo que aconteceu contra a maldade, porque nem sempre isso acontece com tanta frequência, quando a punição nem sempre aparece tal qual imediatamente com o mérito que teve a escola de samba carioca, que teve o seu pior carnaval, justamente por ter resolvido desafiar completamente os benignos e salutares principais humanitários.

A escola de samba foi generosamente contemplada com o valioso prêmio do mérito pela maldade protagonizada no carnaval, fato que materializa a profecia que manda dar a César o que é de César e ao justo o que é de justiça.

Bem, tudo isso já é fato e são favas contadas, mas não deixa de constranger a forma da reação de parlamentar que se pôs transtornado de alegria, diante do resultado das avaliações na avenida, por não parecer que essa deva ser a postura normal de ninguém diante de decisão que parece ser justa e cabível ao caso.

Louve-se pela justiça operada com as necessárias presteza e rapidez, mostrando que ainda se pode acreditar na esperança, que deve ser realmente a última a desaparecer.

Brasília, em 18 de fevereiro de 2026

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