Conforme vídeo que circula nas redes sociais, um parlamentar demonstra
exagerado sentimento de alegria ao informar que a escola de samba que fez uso
de dinheiro pública para homenagear o principal político brasileiro, em que
pese este ano ser eleitoral, e menosprezar a dignidade de político e da honrada
família brasileira foi rebaixada no carnaval carioca de 2026.
O fato em si, que demonstra o malogro do resultado do desempenho de
escola de samba que teria sido beneficiada com recursos públicos para a
protagonização da maldade contra os princípios políticos e da família cristã,
parece digno de nota e até merece ser mostrado como exemplo de que a
disseminação da maldade somente deveria render os resultados pertinentes às
suas maledicências.
No caso vertente, isso parece que foi feito, visto que a justiça veio
espontaneamente, diante do merecimento natural por conta da deliberada vontade
de causar enormes danos a outrem, conforme mostram os fatos que aconteceram na
avenida.
Não se trata, em absoluto, de motivo para se vangloriar pelo castigo que
aconteceu contra a maldade, porque nem sempre isso acontece com tanta
frequência, quando a punição nem sempre aparece tal qual imediatamente com o
mérito que teve a escola de samba carioca, que teve o seu pior carnaval,
justamente por ter resolvido desafiar completamente os benignos e salutares
principais humanitários.
A escola de samba foi generosamente contemplada com o valioso prêmio do
mérito pela maldade protagonizada no carnaval, fato que materializa a profecia
que manda dar a César o que é de César e ao justo o que é de justiça.
Bem, tudo isso já é fato e são favas contadas, mas não deixa de
constranger a forma da reação de parlamentar que se pôs transtornado de
alegria, diante do resultado das avaliações na avenida, por não parecer que
essa deva ser a postura normal de ninguém diante de decisão que parece ser
justa e cabível ao caso.
Louve-se pela justiça operada com as necessárias presteza e rapidez,
mostrando que ainda se pode acreditar na esperança, que deve ser realmente a
última a desaparecer.
Brasília, em 18 de fevereiro de 2026
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