sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Questão de Prudência

 

Em mensagem publicada nas redes sociais, alguém escreveu, mostrando a imagem do último ex-presidente do país, que “A vitória de (omiti o nome do político), este ano,  é inevitável. Ele vai ganhar no primeiro turno.”.

Mesmo que o ex-presidente do país tivesse condições políticas para se candidatar ao cargo presidencial, à toda evidência, nas condições atuais, ele nunca estaria apto a exercer, com eficiência e plenitude, qualquer função pública, muito menos a principal delas,  diante do enorme desgaste psicológico e emocional pelo qual foi submetido nos últimos tempos, porque isso exige bom tempo para a recuperação.

A situação psicológica dele se agravou bastante com o seu confinamento no presídio, principalmente em razão de se tratar de prisão sem causa plausível, mas apenas em razão de narrativa decorrente de interpretação jurídica dos atos que deram causa à condenação à sua prisão.

É imprescindível que o político somente assuma a incumbência de exercer cargo público eletivo quando realmente ele tiver adquirido as suas plenas habilidades, tanto de competência como, principalmente, psicológicas, para não somente o necessário conforto pessoal, mas especialmente para o bem da nação, que certamente são atributos que não estão, no momento, presentes na pessoa dele, à vista das dramáticas situações que ele vem enfrentando, notadamente no que se refere à sua saúde e mais especificamente quanto ao envolvimento dele com a Justiça.

A verdade é que de nada adianta se cogitar que o ex-presidente do país volte às atividades públicas, se ele apresenta gravíssima pendência de diversas ordens, que certamente poderiam constituir enormes dificuldades para o seu desempenho, cujas consequências poderiam contribuir para causar prejuízos irreparáveis principalmente à nação e ao seu importante histórico político.

Os brasileiros que desejam o bem do ex-presidente do país precisam se conscientizar de que o melhor para ele, em termos políticos, é adiar o máximo possível a sua volta às atividades políticas, para quando muito depois da sua plena habilitação para o exercício de cargo público eletivo, quando ele se apresentar livre  e desembaraçado dos empecilhos, de qualquer natureza.

Enfim, é preciso que os brasileiros do bem entendam que é muito importante a presença do ex-presidente do país, na vida pública, desde que ele esteja em plenas condições de atender, com plenas competência e segurança, à confiança de seus seguidores e aos interesses do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 27 de fevereiro de 2026

Nenhum comentário:

Postar um comentário