Em mensagem publicada nas redes sociais, alguém escreveu, mostrando a
imagem do último ex-presidente do país, que “A vitória de (omiti o nome
do político), este ano, é inevitável.
Ele vai ganhar no primeiro turno.”.
Mesmo que o ex-presidente do país tivesse condições políticas para se
candidatar ao cargo presidencial, à toda evidência, nas condições atuais, ele
nunca estaria apto a exercer, com eficiência e plenitude, qualquer função
pública, muito menos a principal delas, diante do enorme desgaste psicológico e
emocional pelo qual foi submetido nos últimos tempos, porque isso exige bom
tempo para a recuperação.
A situação psicológica dele se agravou bastante com o seu confinamento
no presídio, principalmente em razão de se tratar de prisão sem causa
plausível, mas apenas em razão de narrativa decorrente de interpretação
jurídica dos atos que deram causa à condenação à sua prisão.
É imprescindível que o político somente assuma a incumbência de exercer
cargo público eletivo quando realmente ele tiver adquirido as suas plenas
habilidades, tanto de competência como, principalmente, psicológicas, para não
somente o necessário conforto pessoal, mas especialmente para o bem da nação,
que certamente são atributos que não estão, no momento, presentes na pessoa
dele, à vista das dramáticas situações que ele vem enfrentando, notadamente no
que se refere à sua saúde e mais especificamente quanto ao envolvimento dele
com a Justiça.
A verdade é que de nada adianta se cogitar que o ex-presidente do país
volte às atividades públicas, se ele apresenta gravíssima pendência de diversas
ordens, que certamente poderiam constituir enormes dificuldades para o seu
desempenho, cujas consequências poderiam contribuir para causar prejuízos
irreparáveis principalmente à nação e ao seu importante histórico político.
Os brasileiros que desejam o bem do ex-presidente do país precisam se
conscientizar de que o melhor para ele, em termos políticos, é adiar o máximo
possível a sua volta às atividades políticas, para quando muito depois da sua
plena habilitação para o exercício de cargo público eletivo, quando ele se
apresentar livre e desembaraçado dos empecilhos,
de qualquer natureza.
Enfim, é preciso que os brasileiros do bem entendam que é muito
importante a presença do ex-presidente do país, na vida pública, desde que ele
esteja em plenas condições de atender, com plenas competência e segurança, à
confiança de seus seguidores e aos interesses do Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 27 de fevereiro de 2026
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