sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

O amor de Deus

 

A verdade pode ser transmitida sem nunca se deixar de amar as coisas divinas, como reafirmação da crença em entidade suprema que tem o poder que alimentar a fé inabalável do homem.

Ou seja, faz parte primacial o amor devotado a Deus, como o criador universal de todas as coisas, que certamente nem existiriam sem a presença Dele como o genial inventor de tudo que existe.

Agora, o bom senso e a racionalidade mostram com muita clareza que não é função de Deus insistir ou desistir de ninguém, porque isso não corresponde à realidade espiritual nem condiz com a religiosidade, que sustentam a existência do ser maior que é parâmetro do fortalecimento dos sentimentos confiáveis para todos aqueles que creiam na sua força de bondade e amor quanto à construção das magníficas obras terrenas, mas exclusivamente por meio da crença religiosa.

Quem realmente acredita na existência divina somente deve persistir na crença de nunca desistir de Deus e não o contrário, porque é a fé que diz e assegura que quanto mais se confia nos poderes celestiais, mais forças se adquire para se evoluir espiritualmente e ser merecedor das graças divinas.

É evidente que não se pode imaginar que Deus vai fazer algo por alguém, porque isso não faz parte do seu reino, conquanto quem faz valer o poder do alto é a fé pessoal que tem a capacidade de mover montanhas, segundo afirmação das escrituras sagradas, obviamente em nome de Deus.

Enfim, é importante que o cristão nunca desista de Deus, porque a vocação da fé religiosa aumenta o sentimento de amor às coisas divinas e o interesse na realização das saudáveis obras que agradam o coração do homem, pela felicidade da paz espiritual da crença, que se fortalece quando se acredita na existência de Deus em nós.

Brasília, em 22 de fevereiro de 2026

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