A verdade pode ser transmitida sem nunca se deixar de amar as coisas
divinas, como reafirmação da crença em entidade suprema que tem o poder que
alimentar a fé inabalável do homem.
Ou seja, faz parte primacial o amor devotado a Deus, como o criador
universal de todas as coisas, que certamente nem existiriam sem a presença Dele
como o genial inventor de tudo que existe.
Agora, o bom senso e a racionalidade mostram com muita clareza que não é
função de Deus insistir ou desistir de ninguém, porque isso não corresponde à
realidade espiritual nem condiz com a religiosidade, que sustentam a existência
do ser maior que é parâmetro do fortalecimento dos sentimentos confiáveis para
todos aqueles que creiam na sua força de bondade e amor quanto à construção das
magníficas obras terrenas, mas exclusivamente por meio da crença religiosa.
Quem realmente acredita na existência divina somente deve persistir na
crença de nunca desistir de Deus e não o contrário, porque é a fé que diz e
assegura que quanto mais se confia nos poderes celestiais, mais forças se
adquire para se evoluir espiritualmente e ser merecedor das graças divinas.
É evidente que não se pode imaginar que Deus vai fazer algo por alguém,
porque isso não faz parte do seu reino, conquanto quem faz valer o poder do
alto é a fé pessoal que tem a capacidade de mover montanhas, segundo afirmação
das escrituras sagradas, obviamente em nome de Deus.
Enfim, é importante que o cristão nunca desista de Deus, porque a
vocação da fé religiosa aumenta o sentimento de amor às coisas divinas e o
interesse na realização das saudáveis obras que agradam o coração do homem,
pela felicidade da paz espiritual da crença, que se fortalece quando se
acredita na existência de Deus em nós.
Brasília, em 22 de fevereiro de 2026
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