Sem a indicação da fonte segura, uma
mensagem gravada em vídeo noticia a eliminação da Terra o principal e mais
importante assessor do dono do banco que se encontra no olho do furacão das
investigações pela Polícia Federal sobre o calote que ele protagonizou contra
investidores brasileiros.
Não se pode acreditar na fidelidade da
notícia constante do vídeo em tela, que informa a morte de pessoa que era a
principal fonte onde estavam armazenados todos os elementos e informações
referentes à vida orgânica do banco quebrado.
Trata-se, no jargão policial, do começo da
queima de arquivo, em que se apaga definitivamente o manancial extremamente
importante desse banco.
De logo, se verdadeira a notícia, fica muito
evidente que o mandante do crime é ninguém diferente dos tubarões já
mencionados pela Polícia Federal, envolvidos diretamente nas irregularidades
que levaram ao fechamento do banco.
A narrativa da notícia condiz perfeitamente
com o mundo da bandidagem, em que procura dificultar as investigações e,
consequentemente, a conclusão dos trabalhos pertinentes, bem como a indicação das
responsabilidades pelos prejuízos causados ao patrimônio dos brasileiros.
Enfim, a eliminação de peça-chave e da maior
importância aumentar em muito o quebra-cabeça que passou a constituir a
extinção do banco em questão, além de passar a ser mais um relevante
ingrediente que a Polícia Federal terá que se esforçar para investigar e
descobrir a sua autoria, de modo a se averiguar a real motivação do
assassinato, que, aliás, ela já não é mais novidade para ninguém, à vista do
enorme imbróglio para novas investigações.
Brasília, em 17 de fevereiro de 2026
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