Diante de texto da minha lavra, que faz
referência ao amado casarão do Sítio Canadá, a querida tia Terezinha escreveu
amável mensagem, na forma a seguir.
“Bonita mensagem. Você só diz a verdade desse
Casarão. Acho lindo você meu amado sobrinho. Não esqueço sua beleza de menino
quando botava no meus braços só para beijar e afagar não esqueço sua beleza de
criança e até hoje a tia não esquece o sobrinho Antonio de Volneir, como a
gente chamava.”.
O meu carinho para a tia Terezinha querida, que me encanta com o seu
carinho.
Ah, como eu gostaria de dizer o quanto o casarão corresponde do meu amor
por ele, pois temos enorme sintonia de cumplicidade, desde a minha origem até
quando estive nos seus recintos, nos longínquos anos de 50 e parte de 60.
Certamente que o meu cordão umbilical foi colocado em local especial das
terras próximas dele e isso faz com que eu me sinta sempre presente em
sentimento com tudo que diz com o casarão.
A verdade é que, quando as maravilhosas lembranças desse paraíso são
despertadas, normalmente quando aparece a sua linda e emocionante imagem, eu me
convido a falar um pouco do que sinto e o que me vem à mente são sentimentos de
muito amor e gratidão, tanto a Deus, que me permitiu que eu me aportasse nesse
encanto de casarão, como às pessoas queridas que lá moravam, diante da sua
bondade cristã e amor familiar.
Tenho motivos suficientes para dizer sobre a grande importância do
casarão para mim, porque ali foi meu seguro ninho de calor, aconchego e amor.
Brasília, em 19 de fevereiro de 2026
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