sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Aconchego

 

Diante de texto da minha lavra, que faz referência ao amado casarão do Sítio Canadá, a querida tia Terezinha escreveu amável mensagem, na forma a seguir.

Bonita mensagem. Você só diz a verdade desse Casarão. Acho lindo você meu amado sobrinho. Não esqueço sua beleza de menino quando botava no meus braços só para beijar e afagar não esqueço sua beleza de criança e até hoje a tia não esquece o sobrinho Antonio de Volneir, como a gente chamava.”.

O meu carinho para a tia Terezinha querida, que me encanta com o seu carinho.

Ah, como eu gostaria de dizer o quanto o casarão corresponde do meu amor por ele, pois temos enorme sintonia de cumplicidade, desde a minha origem até quando estive nos seus recintos, nos longínquos anos de 50 e parte de 60.

Certamente que o meu cordão umbilical foi colocado em local especial das terras próximas dele e isso faz com que eu me sinta sempre presente em sentimento com tudo que diz com o casarão.

A verdade é que, quando as maravilhosas lembranças desse paraíso são despertadas, normalmente quando aparece a sua linda e emocionante imagem, eu me convido a falar um pouco do que sinto e o que me vem à mente são sentimentos de muito amor e gratidão, tanto a Deus, que me permitiu que eu me aportasse nesse encanto de casarão, como às pessoas queridas que lá moravam, diante da sua bondade cristã e amor familiar.

Tenho motivos suficientes para dizer sobre a grande importância do casarão para mim, porque ali foi meu seguro ninho de calor, aconchego e amor.

Brasília, em 19 de fevereiro de 2026

 

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