Conforme apelo feito na internet, alguém propõe deixar risada, mostrando
imagem exemplificativa, por motivo da proclamação do insucesso do desfile da
escola de samba que usou dinheiro público para menosprezar princípios da
dignidade humana.
É preciso ficar patente que não se trata de se deixar risada coisa
alguma, mas sim a indignação pela obrigação da tolerância à mediocridade da
mentalidade de pessoas que criam motivos absolutamente desnecessários, diante
do insucesso ou desgraça de seus adversários políticos, como nesse caso
envolvendo o resultado negativo do desfile de escola de samba que usou recursos
dos contribuintes para homenagear político e menosprezar a dignidade da família
cristã, em total desrespeito aos direitos humanos.
Que o resultado sobre o desempenho da citada escola de samba satisfaz o
instinto perverso das pessoas que se alimentam do ódio e da vingança, isso parece
não restar a menor dúvida, diante do prazer mórbido da alegria e da incitação
para o riso, em forma de vangloria pela desgraça, enfim, havida como recompensa
das maldades.
Na verdade, a mensagem em causa serve de exemplo vivo e explícito do
sentimento inescrupuloso das pessoas de alimentarem a nefasta e demoníaca
polarização política, que tem no seu bojo a marca da perseguição, do desamor e
da negativa de compaixão, algo que tem muito com as pessoas sem dignidade, sem
caráter e sem civilidade.
Enfim, fica-se a imaginar por qual motivo as pessoas se satisfazem em
disseminar motivos de discórdia e desavença, mesmo que haja plausibilidade para
tanto?
Não obstante, à luz dos salutares princípios humanitários e ainda diante
da imperiosa necessidade sobre a prevalência do bom relacionamento social, tudo
indica que a melhor opção seria sempre se evitar a discórdia e a provocação,
porque sempre existe o revide com o peso da vingança e da maldade, em eterna e
demoníaca potencialização da deplorável polarização política.
Urge que os brasileiros do bem se conscientizem sobre a necessidade da
sua recivilização política, de modo que o respeito à dignidade possa ser
padronização no relacionamento entre os adversários políticos.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 20 de fevereiro de 2026
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