sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Risada

 

Conforme apelo feito na internet, alguém propõe deixar risada, mostrando imagem exemplificativa, por motivo da proclamação do insucesso do desfile da escola de samba que usou dinheiro público para menosprezar princípios da dignidade humana.

É preciso ficar patente que não se trata de se deixar risada coisa alguma, mas sim a indignação pela obrigação da tolerância à mediocridade da mentalidade de pessoas que criam motivos absolutamente desnecessários, diante do insucesso ou desgraça de seus adversários políticos, como nesse caso envolvendo o resultado negativo do desfile de escola de samba que usou recursos dos contribuintes para homenagear político e menosprezar a dignidade da família cristã, em total desrespeito aos direitos humanos.

Que o resultado sobre o desempenho da citada escola de samba satisfaz o instinto perverso das pessoas que se alimentam do ódio e da vingança, isso parece não restar a menor dúvida, diante do prazer mórbido da alegria e da incitação para o riso, em forma de vangloria pela desgraça, enfim, havida como recompensa das maldades.

Na verdade, a mensagem em causa serve de exemplo vivo e explícito do sentimento inescrupuloso das pessoas de alimentarem a nefasta e demoníaca polarização política, que tem no seu bojo a marca da perseguição, do desamor e da negativa de compaixão, algo que tem muito com as pessoas sem dignidade, sem caráter e sem civilidade.

Enfim, fica-se a imaginar por qual motivo as pessoas se satisfazem em disseminar motivos de discórdia e desavença, mesmo que haja plausibilidade para tanto?

Não obstante, à luz dos salutares princípios humanitários e ainda diante da imperiosa necessidade sobre a prevalência do bom relacionamento social, tudo indica que a melhor opção seria sempre se evitar a discórdia e a provocação, porque sempre existe o revide com o peso da vingança e da maldade, em eterna e demoníaca potencialização da deplorável polarização política.

Urge que os brasileiros do bem se conscientizem sobre a necessidade da sua recivilização política, de modo que o respeito à dignidade possa ser padronização no relacionamento entre os adversários políticos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 20 de fevereiro de 2026

 

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