sábado, 28 de fevereiro de 2026

Adeus, Nicácio!

 Diante da notícia sobre a despedida definitiva do conterrâneo Nicácio Duarte, eu escrevi a mensagem a seguir, mostrando o meu carinho por essa pessoa memorável.

Guardo no coração excelentes lembranças do lendário Nicácio de Zé Daniel, pelo exemplo de decência que ele transmitia para os amigos, sempre com a postura de integridade e respeito, que eram a sua marca peculiar de boa convivência em ciclo de amizade.

Eu sempre o admirei como pessoa muito digna e de alto valor humano.

Lembro-me que ele era um dos ases da sinuca, que dominava o taco com impressionante habilidade, sendo capaz de realizar jogadas espetaculares e muitas vezes impossíveis.

Ele tinha fã-clube de admiradores, pois ele jogava sinuca como verdadeiro mestre.

Enfim, é com muita tristeza que Uiraúna perde um de seus filhos mais dignos e nobres, que muito honrou o seu glorioso berço, com os melhores exemplos de cidadania e de amor ao seu semelhante.

Associo-me, em solidariedade, aos familiares de Nicácio, neste momento de muita dor, por sua inevitável partida, sob o consolo de que a sua alma há de merecer a acolhida dos justos e dos filhos amados do Criador.

Salve o grande amigo Nicácio, que deixa muita saudade!

            Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

Mistério

 

Sem a indicação da fonte segura, uma mensagem gravada em vídeo noticia a eliminação da Terra o principal e mais importante assessor do dono do banco que se encontra no olho do furacão das investigações pela Polícia Federal sobre o calote que ele protagonizou contra investidores brasileiros. 

Não se pode acreditar na fidelidade da notícia constante do vídeo em tela, que informa a morte de pessoa que era a principal fonte onde estavam armazenados todos os elementos e informações referentes à vida orgânica do banco quebrado.

Trata-se, no jargão policial, do começo da queima de arquivo, em que se apaga definitivamente o manancial extremamente importante desse banco.

De logo, se verdadeira a notícia, fica muito evidente que o mandante do crime é ninguém diferente dos tubarões já mencionados pela Polícia Federal, envolvidos diretamente nas irregularidades que levaram ao fechamento do banco.

A narrativa da notícia condiz perfeitamente com o mundo da bandidagem, em que procura dificultar as investigações e, consequentemente, a conclusão dos trabalhos pertinentes, bem como a indicação das responsabilidades pelos prejuízos causados ao patrimônio dos brasileiros.

Enfim, a eliminação de peça-chave e da maior importância aumentar em muito o quebra-cabeça que passou a constituir a extinção do banco em questão, além de passar a ser mais um relevante ingrediente que a Polícia Federal terá que se esforçar para investigar e descobrir a sua autoria, de modo a se averiguar a real motivação do assassinato, que, aliás, ela já não é mais novidade para ninguém, à vista do enorme imbróglio para novas investigações.

Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

Saudades

 

Eu disse olá, com muito carinho à querida tia Terezinha, diante da fotografia em que ela e eu estávamos comemorando o lançamento do meu 30º livro, contendo linda homenagem ao Grupo Escolar Jovelina Gomes, de Uiraúna, Paraíba.

A referida foto foi tirada, se não me engano, em 23 de fevereiro de 2018, quando tive a alegria de lançar o meu 30º livro (Hoje, eu concluo o meu 85º livro) dedicado ao amado Grupo Escolar Jovelina Gomes, em cuja ocasião eu fiz importante e inusitada homenagem, em forma de estrito amor a esse educandário que o guardo com muito carinho no meu coração, por ele ter sido o primor de ensinamentos quando as suas lições se transformaram seguramente em alicerce para toda a minha vida estudantil.

A verdade é que aquele dia foi um dos mais felizes da minha vida, por eu sentir que humilde e até desconhecido ex-aluno estava ali presente para lançar importante livro em homenagem à casa que lhe ensinou a ler e escrever com tanto amor que o levou a se tornar um dos maiores literatas da atualidade, evidentemente em quantidade de livros já publicados ou concluídos.

Agradeço, em forma de gratidão, por Deus ter me proporcionado a elaborar a absurda quantidade de 85 livros, fruto da Sua magnânima inspiração nascida nos bancos escolares do Jovelina Gomes.

Ali não poderia ter sido melhor berço para o atingimento de obra tão fantástica e extraordinária jamais vista na história da literatura brasileira, em que um menino de engenho - como assim me considero, por eu ter nascido junto a engenho de cana-de-açúcar -, tenha ousado enfrentar diversos obstáculos e atingir o píncaro, como assim imagino, para escrever essa montanha de obras literárias, tão somente pela eterna vocação de resumir em crônicas os fatos da vida, considerados, de alguma forma, de importância para a sociedade.

Sim, fico muito feliz em rever a fotografia com a admirável tia Terezinha, ladeada pela prezada professora Cristina Duarte, por se tratar de recordação marcante na minha vida, principalmente pela importância materializada no meu gesto de carinho ao saudoso Grupo Escolar Jovelina Gomes.

Em apologia à importante passagem bíblica, digo que voltar à fonte, mesmo que por mera imagem de recordação, é reencontrar quem eu realmente sou: eterno menino de engenho.

Saudades!

Brasília, em 17 de fevereiro de 2026

 

Aperfeiçoamento democrático

Um candidato derrotado à Presidência dos Estados Unidos da Amárica se pronunciou, logo imediatamente à sua derrota, nas urnas, que “Ontem, ele era meu adversário. A partir de agora ele é o meu presidente.”.

Quando o político se dispõe a entender que aceita o resultado das urnas, como o fez o candidato derrotado americano, isso significa, em princípio, a existência do aperfeiçoamento da prática democrática, na forma da aceitação da vontade popular, evidentemente na compreensão de país evoluído e civilizado, em termos políticos, porque isso se coaduna perfeitamente com as regras do jogo democrático, sem qualquer questionamento de qualquer ordem.

É evidente que nos países com histórico político de predominância da nefasta polarização, o mínimo que se pode esperar, depois da eleição, é a clássica mensagem nestes termos: "Ontem, ele era meu adversário, a partir de hoje ele é meu pior adversário político.".

Isso porque, na prática, há o resídio do nefasto antagonismo vicejado pela desgraçada polarização, que vem se confirmando reacionariamente no país tupiniquim, que tem sido modelo dos piores exemplos de atividades políticas, em que a prioridade é sempre a defesa dos objetivos políticos pessoais.

Essa deplorável realidade acontece em detrimento das causas nacionais, como fazem normalmente, em contrário, os políticos de nações desenvolvidas, em termos políticos e democráticos.

A importante lição vinda dos Estados Unidos da América mostra que a política brasileira precisa evoluir muito para o atingimento do nível de civilidade necessária e desejável.

Infelizmente, com os políticos do nível predominante, no Brasil, há pouquíssima esperança de mudança de mentalidade para o fim da eliminação do deplorável instituto da degradante polarização, que somente permite a consolidação do antagonismo político, com notáveis espetáculos tendentes à insignificância das práticas políticas.

Acorda, Brasil!

            Brasília, em 26 de fevereiro de 2026 

Apelo ao socorro!

 

Em mensagem publicada no Facebook, o último ex-presidente do país faz apelo para que ele não seja abandonado pelos brasileiros.

Infelizmente, o apelo melancólico de "Não me abandone, Brasil", feito pelo último ex-presidente do país, por meio de mensagem segurada por ele, já vem com bastante atraso e seguramente não surtirá o efeito cogitado por ele.

A toda evidência, os fatos mostram que ele foi eternamente abandonado por quem o aplaudia como se fosse verdadeiro herói nacional, por apenas haver vozes , aqui e acolá, apelando inutilmente por liberdade, que não chega a ser ouvido pelo sistema responsável pelas decisões sancionarias contra a pessoa dele.

A triste imagem do político não poderia ter sido a pior possível para mostrar a dureza da realidade prisional, como uma cama fria de aço, sem roupas, ao lado de pia e vazo sanitário, em recinto reduzidíssimo, para quem viveu em palácio suntuoso, com as pompas da relevância do cargo presidencial.

Também representa a rigidez do abandono a roupa alaranjada do presídio, vestida por ele, que mostra a situação verdadeiramente de quem se encontra totalmente isolado, sozinho na mais deplorável das amarguras da vida para quem já foi o principal político do Brasil, em passado recente.

Não que ele tenha sido impiedoso e malvado criminoso, senão por não ter sabido controlar os seus impulsos de agressão, quando a liturgia do cargo presidencial aconselhava o caminho da sabedoria, da temperança e do respeito à dignidade inerente à função presidencial de não interferência na competência institucional de outros poderes da República.

A verdade é que o abandono do povo ao ex-presidente do país se encontra mais que configurado e isso ficou bastante caracterizado com a sua figura em apelo em sentido contrário, que não passa de perda de tempo, porque aqui fora do presidio ninguém mostra a mínima preocupação em defendê-lo.

Ante à lastimável situação em que se encontra o ex-presidente do país, visivelmente abandonado e ainda sem a menor perspectiva de reversão da sua condição de presidiário, resta a sabedoria humana para a reflexão, principalmente com a avaliação do que foi feito indevidamente à estrita competência presidencial, que poderia ter sido evitado, evidentemente se ainda restar tempo para a sua volta às atividades políticas, mesmo que seja junto às mesmas pessoas que lhe negaram o apoio necessário à sua liberdade.

Brasília, em 25 de fevereiro de 2026

Equipe negra

 

Conforme notícia publicada na mídia, pela primeira vez, equipe de médicos residentes negros lidera serviço de trauma no Hospital Johns Hopkins dos Estados Unidos, os quais assumiram a liderança de uma das áreas mais exigentes da instituição, responsável por cirurgias emergenciais e atendimento a casos críticos.

Os médicos residentes consideram que se trata de importante feito, por representar mais do que liderança temporária em um serviço hospitalar e simbolizar avanço na representatividade médica e amplia as referências para futuras gerações na cirurgia acadêmica.

Embora fique claro que a mensagem exalta a proeza da união de equipe constituída por pessoas da cor negra, com o destaque para a situação em si, é preciso ficar muito claro que os cérebros, a massa pensante e inteligente, responsável, no caso, pelo hábil trabalho de cirurgia não é negra, mas sim cinzenta.

O cérebro, o invólucro misterioso da inteligência, tem a mesma cor do homem da raça branca e de outras raças, apenas diferenciando quanto ao grau de inteligência medido pelo QI, mas a capacidade intelectual desenvolvida é absolutamente assemelhada em ambas as cores negra e branca.

Em termos fisiológicos, não há a menor dúvida de haver forte inclinação discriminatória para o destaque para negros ou para brancos, porque isso não faz o menor sentido, para o fim de distinção em relação entre si, como se as raças fossem, por natureza, mais ou menos inteligentes e capazes ou o inverso disso.

A verdade é que há muitos avanços da humanidade, mas essa questão racial insiste como destaque, para sublinhar a verdadeira discriminação que não se justifica, por haver condições iguais de aprendizagem, inteligência, criatividade e de todas as iniciativas da incumbência do homem, independentemente da cor racial.

Brasília, em 24 de fevereiro de 2026

O amor de Deus

 

A verdade pode ser transmitida sem nunca se deixar de amar as coisas divinas, como reafirmação da crença em entidade suprema que tem o poder que alimentar a fé inabalável do homem.

Ou seja, faz parte primacial o amor devotado a Deus, como o criador universal de todas as coisas, que certamente nem existiriam sem a presença Dele como o genial inventor de tudo que existe.

Agora, o bom senso e a racionalidade mostram com muita clareza que não é função de Deus insistir ou desistir de ninguém, porque isso não corresponde à realidade espiritual nem condiz com a religiosidade, que sustentam a existência do ser maior que é parâmetro do fortalecimento dos sentimentos confiáveis para todos aqueles que creiam na sua força de bondade e amor quanto à construção das magníficas obras terrenas, mas exclusivamente por meio da crença religiosa.

Quem realmente acredita na existência divina somente deve persistir na crença de nunca desistir de Deus e não o contrário, porque é a fé que diz e assegura que quanto mais se confia nos poderes celestiais, mais forças se adquire para se evoluir espiritualmente e ser merecedor das graças divinas.

É evidente que não se pode imaginar que Deus vai fazer algo por alguém, porque isso não faz parte do seu reino, conquanto quem faz valer o poder do alto é a fé pessoal que tem a capacidade de mover montanhas, segundo afirmação das escrituras sagradas, obviamente em nome de Deus.

Enfim, é importante que o cristão nunca desista de Deus, porque a vocação da fé religiosa aumenta o sentimento de amor às coisas divinas e o interesse na realização das saudáveis obras que agradam o coração do homem, pela felicidade da paz espiritual da crença, que se fortalece quando se acredita na existência de Deus em nós.

Brasília, em 22 de fevereiro de 2026

Mudança pessoal

 

Uma pessoa se manifestou no Facebook, dizendo, se referindo a si mesmo, que “O processo de mudança é lento, dói fugir de tudo. Se transformar é uma tarefa difícil, em contrapartida, quem não muda, não evolui.”.

É evidente que a mensagem em tela se refere à mudança para o nível pretendido para a valorização humana, em que se objetiva o atingimento da felicidade pessoal, com a progressiva renúncia daquilo que não mais satisfaz.

Isso necessita do emprego de muitos critérios, principalmente de sensibilidade e justiça pessoais, na forma de procedimentos capazes de superação de obstáculos.

Em se tratando de mudança de situação nesse estágio precário, a maior dificuldade, sem dúvida alguma, é a conscientização de que existe a prevalência do inferno astral, para se entender que algo urgente precisa ser feito para suscitar a mudança pretendida.

Só a compreensão pessoal de que existe algo dissonante com a normalidade e que a mudança de atitudes é extremamente imprescindível e, consequentemente, já se estabelece importante e corajoso começo de maravilhoso objetivo de vida saudável.

Louvem-se as pessoas que se conscientizam sobre a imperiosa necessidade de mudança, evidentemente para melhor, porque também existe a mudança para pior e esta não exige sacrifício algum.

Aquela mudança já é relevante sinal da reconquista do amor pessoal, que é forma indispensável para a construção do bem e da felicidade pessoais.

Brasília, em 21 de fevereiro de 2026

Envelhecer

Em mensagem que circula na internet, alguém aconselha que “Não fique triste por envelhecer, que é um privilégio negado a muitos.”.

Esse conselho para não se entristecer em se envelhecer nem deveria existir e muito menos a justificativa de que se trata de privilégio que muitas pessoas não têm, porque tudo isso não passa de utopia, quando ficar velho é inevitável e uma realmente em forma da dádiva divina de se viver longamente, sem se ater se a outros foi negado viver mais tempo.

A verdade é que existir faz parte do processo de vida, sendo evidente que depende de vários fatores o merecimento de longa permanência terrestre.

Agora, não faz o menor sentido se invocar o fato de muitos sequer envelheceram, como forma de incentivar à glorificação do bom viver muito, porque isso não tem nenhuma correlação temporal.

Na verdade, impõe-se que vivamos sem se imaginarmos que outras pessoas ficaram pelo caminho mais cedo, porque importa mesmo é pensarmos somente em se viver não como um privilégio que outros não tiveram, porque a vida deve ser pensada com naturalidade como ela realmente se apresenta.

O importante é se viver naturalmente, sempre com o sentimento de felicidade, apesar do envelhecimento, que é apenas uma das fases da vida, que não deve ter espaço para essa de preocupação, por qualquer motivo, uma vez que envelhecer praticamente condiz com o acúmulo das maravilhas inerentes à vida.

Salve o envelhecimento, se ainda alegre, melhor!

            Brasília, em 20 de fevereiro de 2026 

Risada

 

Conforme apelo feito na internet, alguém propõe deixar risada, mostrando imagem exemplificativa, por motivo da proclamação do insucesso do desfile da escola de samba que usou dinheiro público para menosprezar princípios da dignidade humana.

É preciso ficar patente que não se trata de se deixar risada coisa alguma, mas sim a indignação pela obrigação da tolerância à mediocridade da mentalidade de pessoas que criam motivos absolutamente desnecessários, diante do insucesso ou desgraça de seus adversários políticos, como nesse caso envolvendo o resultado negativo do desfile de escola de samba que usou recursos dos contribuintes para homenagear político e menosprezar a dignidade da família cristã, em total desrespeito aos direitos humanos.

Que o resultado sobre o desempenho da citada escola de samba satisfaz o instinto perverso das pessoas que se alimentam do ódio e da vingança, isso parece não restar a menor dúvida, diante do prazer mórbido da alegria e da incitação para o riso, em forma de vangloria pela desgraça, enfim, havida como recompensa das maldades.

Na verdade, a mensagem em causa serve de exemplo vivo e explícito do sentimento inescrupuloso das pessoas de alimentarem a nefasta e demoníaca polarização política, que tem no seu bojo a marca da perseguição, do desamor e da negativa de compaixão, algo que tem muito com as pessoas sem dignidade, sem caráter e sem civilidade.

Enfim, fica-se a imaginar por qual motivo as pessoas se satisfazem em disseminar motivos de discórdia e desavença, mesmo que haja plausibilidade para tanto?

Não obstante, à luz dos salutares princípios humanitários e ainda diante da imperiosa necessidade sobre a prevalência do bom relacionamento social, tudo indica que a melhor opção seria sempre se evitar a discórdia e a provocação, porque sempre existe o revide com o peso da vingança e da maldade, em eterna e demoníaca potencialização da deplorável polarização política.

Urge que os brasileiros do bem se conscientizem sobre a necessidade da sua recivilização política, de modo que o respeito à dignidade possa ser padronização no relacionamento entre os adversários políticos.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 20 de fevereiro de 2026

 

Aconchego

 

Diante de texto da minha lavra, que faz referência ao amado casarão do Sítio Canadá, a querida tia Terezinha escreveu amável mensagem, na forma a seguir.

Bonita mensagem. Você só diz a verdade desse Casarão. Acho lindo você meu amado sobrinho. Não esqueço sua beleza de menino quando botava no meus braços só para beijar e afagar não esqueço sua beleza de criança e até hoje a tia não esquece o sobrinho Antonio de Volneir, como a gente chamava.”.

O meu carinho para a tia Terezinha querida, que me encanta com o seu carinho.

Ah, como eu gostaria de dizer o quanto o casarão corresponde do meu amor por ele, pois temos enorme sintonia de cumplicidade, desde a minha origem até quando estive nos seus recintos, nos longínquos anos de 50 e parte de 60.

Certamente que o meu cordão umbilical foi colocado em local especial das terras próximas dele e isso faz com que eu me sinta sempre presente em sentimento com tudo que diz com o casarão.

A verdade é que, quando as maravilhosas lembranças desse paraíso são despertadas, normalmente quando aparece a sua linda e emocionante imagem, eu me convido a falar um pouco do que sinto e o que me vem à mente são sentimentos de muito amor e gratidão, tanto a Deus, que me permitiu que eu me aportasse nesse encanto de casarão, como às pessoas queridas que lá moravam, diante da sua bondade cristã e amor familiar.

Tenho motivos suficientes para dizer sobre a grande importância do casarão para mim, porque ali foi meu seguro ninho de calor, aconchego e amor.

Brasília, em 19 de fevereiro de 2026

 

Sentimento exagerado

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, um parlamentar demonstra exagerado sentimento de alegria ao informar que a escola de samba que fez uso de dinheiro pública para homenagear o principal político brasileiro, em que pese este ano ser eleitoral, e menosprezar a dignidade de político e da honrada família brasileira foi rebaixada no carnaval carioca de 2026.

O fato em si, que demonstra o malogro do resultado do desempenho de escola de samba que teria sido beneficiada com recursos públicos para a protagonização da maldade contra os princípios políticos e da família cristã, parece digno de nota e até merece ser mostrado como exemplo de que a disseminação da maldade somente deveria render os resultados pertinentes às suas maledicências.

No caso vertente, isso parece que foi feito, visto que a justiça veio espontaneamente, diante do merecimento natural por conta da deliberada vontade de causar enormes danos a outrem, conforme mostram os fatos que aconteceram na avenida.

Não se trata, em absoluto, de motivo para se vangloriar pelo castigo que aconteceu contra a maldade, porque nem sempre isso acontece com tanta frequência, quando a punição nem sempre aparece tal qual imediatamente com o mérito que teve a escola de samba carioca, que teve o seu pior carnaval, justamente por ter resolvido desafiar completamente os benignos e salutares principais humanitários.

A escola de samba foi generosamente contemplada com o valioso prêmio do mérito pela maldade protagonizada no carnaval, fato que materializa a profecia que manda dar a César o que é de César e ao justo o que é de justiça.

Bem, tudo isso já é fato e são favas contadas, mas não deixa de constranger a forma da reação de parlamentar que se pôs transtornado de alegria, diante do resultado das avaliações na avenida, por não parecer que essa deva ser a postura normal de ninguém diante de decisão que parece ser justa e cabível ao caso.

Louve-se pela justiça operada com as necessárias presteza e rapidez, mostrando que ainda se pode acreditar na esperança, que deve ser realmente a última a desaparecer.

Brasília, em 18 de fevereiro de 2026

O garoto genial

 

Conforme vídeo que circula na internet, um menino de aproximadamente 10 anos consegue construir incrível carro de marca importante, com a sofisticação de rodas, assentos, painel e todos os demais detalhes próprios de automóvel, apenas com o uso de palhas especiais de palmeira.

Junto com a imagem do obra-prima do genial menino, acompanhava pedido de se atribuir nota ao talentoso garoto.

Na realidade, para o gênio, não existe nota capaz de avaliar o seu talento e as suas magníficas e perfeitas obras, porque elas superam todos os quesitos capazes e possíveis aplicáveis às suas excelentes criações, à vista da notável exposição delas, que são realmente extraordinárias.

Acontece que a capacidade humana não pode estabelecer critério de avaliação para quem demonstra que está muito além da nossa compreensão para enxergar o quanto esse garoto é capaz, criativo e inteligente, que mereceu o dom inspirado por Deus para a espontânea realização de verdadeira obra fantástica, .

Louve-se a grandeza intelectual desse garoto gênio, porque ele precisa receber o reconhecimento por conta do seu grandioso e notável talento.

Que Deus seja bastante generoso com o poder criativo de gênio das artes plásticas, na pessoa dessa criança, para que ela realize relevantes e geniais trabalhos artísticos.

Salve a precoce sabedoria desse grande garoto artista.

Brasília, em 18 de fevereiro de 2026

Questão de Prudência

 

Em mensagem publicada nas redes sociais, alguém escreveu, mostrando a imagem do último ex-presidente do país, que “A vitória de (omiti o nome do político), este ano,  é inevitável. Ele vai ganhar no primeiro turno.”.

Mesmo que o ex-presidente do país tivesse condições políticas para se candidatar ao cargo presidencial, à toda evidência, nas condições atuais, ele nunca estaria apto a exercer, com eficiência e plenitude, qualquer função pública, muito menos a principal delas,  diante do enorme desgaste psicológico e emocional pelo qual foi submetido nos últimos tempos, porque isso exige bom tempo para a recuperação.

A situação psicológica dele se agravou bastante com o seu confinamento no presídio, principalmente em razão de se tratar de prisão sem causa plausível, mas apenas em razão de narrativa decorrente de interpretação jurídica dos atos que deram causa à condenação à sua prisão.

É imprescindível que o político somente assuma a incumbência de exercer cargo público eletivo quando realmente ele tiver adquirido as suas plenas habilidades, tanto de competência como, principalmente, psicológicas, para não somente o necessário conforto pessoal, mas especialmente para o bem da nação, que certamente são atributos que não estão, no momento, presentes na pessoa dele, à vista das dramáticas situações que ele vem enfrentando, notadamente no que se refere à sua saúde e mais especificamente quanto ao envolvimento dele com a Justiça.

A verdade é que de nada adianta se cogitar que o ex-presidente do país volte às atividades públicas, se ele apresenta gravíssima pendência de diversas ordens, que certamente poderiam constituir enormes dificuldades para o seu desempenho, cujas consequências poderiam contribuir para causar prejuízos irreparáveis principalmente à nação e ao seu importante histórico político.

Os brasileiros que desejam o bem do ex-presidente do país precisam se conscientizar de que o melhor para ele, em termos políticos, é adiar o máximo possível a sua volta às atividades políticas, para quando muito depois da sua plena habilitação para o exercício de cargo público eletivo, quando ele se apresentar livre  e desembaraçado dos empecilhos, de qualquer natureza.

Enfim, é preciso que os brasileiros do bem entendam que é muito importante a presença do ex-presidente do país, na vida pública, desde que ele esteja em plenas condições de atender, com plenas competência e segurança, à confiança de seus seguidores e aos interesses do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 27 de fevereiro de 2026

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

A ONU

 

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU) “alerta para o colapso financeiro iminente da entidade, depois da saída dela dos EUA, à vista do fim dos repasses financeiros para o órgão.”.

A Organização das Nações Unidas foi instituída precisamente para promover a consolidação da paz entre os países membros, o que significaria a demanda de esforços para nunca existirem conflitos e muito menos guerras.

Ou seja, a existência dessa entidade tinha como especial pressuposto que tudo seria dedicado à preservação da paz mundial permanente, pelo menos em termos escritos literalmente no papel, obviamente na concordância dos seus integrantes.

Na prática, a história mostra que muitos conflitos e guerras aconteceram e acontecem mundo afora e não se tem notícia de que a ONU tenha conseguido impedir ou terminar, por força da sua autoridade, uma única guerra nem estabelecida a sonhada paz.

Como corolário disso, tudo leva a se concluir, diante dos fatos históricos, que esse importante órgão não tem nenhuma serventia para a importante finalidade para a qual ele foi instituído, que foi para a garantia da paz mundial, em que pese a disponibilização de suntuosos recursos para o custeio e a manutenção das suas pomposas estruturas orgânicas destinadas ao absolutismo vácuo do mero e inútil realismo fantástico.

À toda evidência, a ONU funciona como órgão extremamente inoperante e figurativo de apenas muita opulência e pompa, vistos os pífios resultados obtidos, em termos dos objetivos pretendidos de paz, diante da inexistência de algo concreto e palpável resultante do seu trabalho.

Como consequência natural, propõe-se a sua completa e efetiva reestruturação, caso se pretendam a existência de instituição competente e capaz de se assegurar a verdadeira paz mundial ou, ao contrário disso, a sua imediata extinção, já que o seu currículo histórico é de completa inutilidade, salvo melhor juízo.        

  Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

A importância do homem

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém disse que “Mulher que cria filho sem pai aprende, desde cedo, que não precisa de homem para nada.”.

Nesse caso específico, se pode afirmar, pela evidência, que a assertiva em referência tem todas as características originárias de sofisma, quando a existência do próprio filho depende do homem, fato este que põe por terra a afirmação segundo a qual a mulher "não precisa de homem para nada.", quando ela cria sozinha o seu filho.

Talvez se possa alegar que a mulher só depende do impulso inicial e depois, logo em seguida, ainda nos primórdios, não precisa de homem para nada, o que é verdade absoluta.

Sim, é preciso se compreender que, nesse caso, o homem é fundamental, porque, sem nada dele, também sequer existe o filho da mulher.

Ou seja, sem a participação do homem, nem existiria filho para ser criado.

Enfim, a mensagem em tela não reflete total realidade, salvo por mero eufemismo, quando apenas é verdade se afirmar que a mulher pode, sim, criar seu filho, sem a ajuda do homem, mas não é verdade que ela, na literalidade, "não precisa do homem para nada.", em se tratando da existência e da criação do seu filho.

  Brasília, em 31 de janeiro de 2026

Desprestígio

 

Conforme notícia veiculada na mídia, o governo vem liberando normalmente suntuosas quantias para a classe artística, com amparo na Lei Rouanet, em dissonância com o total desprezo à classe dos professores, que teve aumento salarial do pífio percentual 0,17%. 

A imagem mostrada em vídeo sinaliza a explícita realidade do atual governo, que privilegia abertamente a classe artística com gordas, graciosas e generosas verbas, enquanto os professores têm o valor do seu reajuste salarial em míseros e insignificantes 18 reais.

Agora, é preciso se imaginar que é também a principal classe profissional que mais prestigia e apoia os candidatos do partido das trevas, mas somente ela mereceu o quinhão de desprezível mixaria, em forma de reposição remuneratória, dando a entender o real valor merecido por ela, em termos da sua importância, no momento, ou seja, absolutamente nenhuma.

É exatamente isso que significa a concessão de aumento salarial, que tem tudo de extremo desprezo como recompensa ao apoio dos nobres professores, que nunca foram tão humilhados e desvalorizados, logo por quem merece enorme apoio e carinho, principalmente nas eleições, quando o seu voto é, basicamente, para os candidatos do partido do governo.

Se esses fatos são verdadeiros, resta a expressiva lição que precisa ser urgentemente aprendida logo por quem são os mestres no nobre ofício de ensinar os salutares princípios da dignidade e da grandeza humana, algo que acaba de ser elevado ao patamar da insignificância e da humilhação perante quem faz jus ao especial  e mais sublime respeito e consideração: os professores.

Ao contrário, eles foram duramente desvalorizados com a falta da devida avaliação sobre a importância do seu relevante e fundamental trabalho valorizado pela sociedade como os verdadeiros trabalhadores profissionais da educação.

Diante da demonstração de gigantesco desprezo à classe de professores, a sua dignidade precisa ser respeitada e resgatada, por meio do seu apoio a políticos que realmente apoiam e valorizem o fundamental trabalho do magistério, principalmente no que diz respeito ao seu salário, que precisa ser compatível com a importância do seu trabalho perante a sociedade.

Acordem, professores!

Brasília, em 1º de fevereiro de 2026

O vice na chapa

 

Em mensagem postada nas redes sociais, é feita a indagação quem votaria na chapa composta pelo filho do ex-presidente do país e o governador de Minas Gerais, para presidente e vice-presidente da República?

Infelizmente, muitos brasileiros da direita ou simplesmente a sua maioria estão satisfeitos com a indicação do nome do candidato para o cargo presidencial, por ter sido derivada da vontade exclusiva do cacique-mor, sem consultar absolutamente ninguém, como se ele fosse o dono do Brasil e tivesse o direito soberano de dizer o que é bom para a nação.

Trata-se de candidato, ao que parece, com indicação já consolidada e tanto isso é verdade que já estão à procura do seu vice, em chapa que materializa o sentimento incontestável do chefe do clã familiar, como única e definitiva opção para o Brasil.

Ninguém mostra preocupação para o estado falimentar predominante do país, que estar a exigir competência, preparo e experiência gerencial do futuro mandatário, para o enfrentamento dos gravíssimos problemas nacionais, que são predicativos visivelmente inexistentes no filho do ex-presidente, que nunca esteve à frente de governo, a exemplo do político cujo nome se cogita para a sua chapa, como vice.

À toda evidência, caso houvesse seriedade, consciência política e interesse em cuidar com a dignidade de propósitos os assuntos inerentes ao Brasil, a chapa seria encabeçada pelo político que se cogita para vice-presidente, ao invés do contrário, precisamente por haver consonância com a situação predominante no país, em termos de qualificação gerencial.

É lamentável que brasileiros se deixem enganar por ideologia que apenas os conduzem a enxergar a opinião do líder-mor, em detrimento dos interesses supremos do Brasil, que sempre hão de ter prioridade nas decisões nacionais, principalmente neste momento de crônicas crises nas instituições nacionais, em que urge se pensar no melhor político em condições de enfrentá-las, com os devidos preparos, competência, eficiência e responsabilidade, com a esperança de que se pretende fazer o melhor para o Brasil, em forma de amor somente ao país.

Diante das enormes dificuldades de toda ordem, política, jurídica, econômica e administrativa, prevalentes no Brasil, ainda há esperança de que os brasileiros de verdade possam refletir mais precisamente para que o candidato da direita ao cargo presidencial seja derivado do consenso emanado das lideranças políticas, dos intelectuais e dos eleitores, como forma de se satisfazer todos os segmentos dos brasileiros do bem que estão preocupados com a normalização do país.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 4 de fevereiro de 2026

Caminhada

 

Em momento de visível recaída intelectual, alguém houve por bem imitar a caminhada de iniciativa de congressista e imaginar a corrida de jumentos, sob o argumento de que seria integrantes de oposição ao parlamentar.

Nada contra quem é inteligente para criar ideias e ainda quem as dissemina, porque isso depende muito da sensibilidade criativa das pessoas.

Na verdade, a importância das criatividades deve ser o seu sentido imaginado como algo para se resultar algum atrativo em benefício da cultura, da educação, da história, da política ou de qualquer assunto, mas sempre com o objetivo que justifique a criatividade.

Diferentemente disso, alguma mentalidade deformada houve por bem se inspirar em ideia maravilhosa da caminhada em curso, para atiçar o espírito de porco, tendo a infeliz ideia de provocar, desnecessária e injustificadamente, com o propósito de turbinar ainda mais o nefasto antagonismo, ao formalizar o trote dos jumentos, em alusão aos seguidores da esquerda, que têm total razão não apenas de repudiar a forma de atrevimento e insultos como o respeito à dignidade humana.

Ao comparar pessoas com animais, fica mais do que explícita a forma de ódio ao ser humano, como forma de materializar o sentimento de vingança e humilhação, porque é exatamente assim que pensam o idealizador da ideia e os que se associam a ele, imaginando que eles são seres irracionais.

Sim, o bom senso e a sensatez acenam claramente que essa maneira de se comportar não condiz em nada com os princípios de civilidade e humanismo, em especial no que se refere ao sentimento pessoal segundo o qual não se deve desejar para outrem aquilo que não se quer para si.

Enfim, convém que a sensibilidade humana não permita que as pessoas que os brasileiros se animalizem, simplesmente por conta de suas convicções políticas, que precisam ser aprovadas para o seu aperfeiçoamento como pessoa educada e civilizada.

Acorda, Brasil!

  Brasília, em 14 de fevereiro de 2026

Carnaval?

 

Mensagem publicada na internet indaga se “Você é a favor de cancelar o carnaval e investir tudo em saúde?”.

Qual seria o verdadeiro sentido de se cancelar o carnaval, em prejuízo da alegria do povo?

O carnaval ainda é considerado um dos principais festejos populares e por isso mesmo precisa ser, ao contrário, incentivado e festejado, com muita moderação.

Convém, por isso, se manter e apoiar cada vez mais a participação das pessoas nas festas momescas, porque se trata de importante oportunidade de diversão para o povão.

Acontece que a sua promoção deve ser arcada por quem se interessar na sua realização, pagando as despesas pelo divertimento com o dinheiro do próprio bolso.

Agora, nunca o dinheiro público deveria ser destinado para evento que poucos se beneficiam, em prejuízo do resto da sociedade, sem participar da festa.

É importante que o administrador público tenha muita sensibilidade para compreender que os recursos públicos devem, sempre, merecer a devida priorização, somente sendo aplicados em obras e serviços que possam resultar em benefício para a sociedade, especialmente na melhoria da assistência dos serviços de incumbência do poder público.

O poder público existe exatamente para cumprir com a eficiência e a competência inerentes ao gerenciamento da coisa pública, estando sempre atento às principais necessidades da população e não permitindo a farra com os escassos recursos dos sacrificados contribuintes.

A propósito de se propor o cancelamento do carnaval com dinheiro público, eu me lembro, com muita saudade, que os carnavais da minha existência em Uiraúna, nos idos dos anos 60, eram os mais animados e felizes do mundo, em que todos brincavam à exaustão, sem haver um tostão de dinheiro senão dos próprios foliões, que cumpriam e acompanhavam rigorosamente o ritmo dos festejos comandados pelo Rei Momo.

Bons tempos aqueles que não existiam recursos públicos, mas os carnavais eram sempre os melhores em cada ano, todos patrocinados precisamente por quem quisesse brincá-los, evidentemente nos limites das suas posses, em que ia para o salão, com a animação de orquestra, quem tinha dinheiro e os outros brincavam na rua mesmo, onde a folia rolava a todo vapor e na maior animação.

Enfim, a ocasião sugere, muito a propósito, que seja lembrado aos bons e ciosos gestores públicos que os recursos públicos, pelo próprio nome, devem ser vinculados, na sua essência, às atividades que gerem benefício geral para a sociedade e que qualquer outra destinação deles, no caso específico do carnaval, constitui discricionariedade gerencial indevida que caracteriza, em princípio, segundo a avaliação social, gravíssima irregularidade, sob o prisma de não haver resultado em proveito da sociedade, no seu conjunto.

Isso mostra que compete à sensibilidade do gestor público a avaliação sobre a priorização dos recursos existentes, que devem ser canalizados exclusivamente para fins que demandam a satisfação social.

Sim, é preciso se comemorar a alegria do carnaval, diante do vislumbre do extravasar da alegria da maior folia popular da Terra, mas restringindo a participação de recursos públicos, que devem se destinar, com exclusividade, segundo os princípios do bom senso e da sensatez, às obras e aos serviços que possam satisfazer ao interesse da população.

Acorda, Brasil!                  

  Brasília, em 9 de fevereiro de 2026

Salvadores?

 Em mensagem postada na internet, foi escrito o seguinte texto: “Os lendários salvadores da nossa pátria.”, em alusão ao último ex-presidente do país e aos seus três filhos que militam na política, visto que foi mostrada a fotografia deles.

Na definição do dicionário de português, o dígrafo "salvar" significa afastar a ruína, o acidente, o dano, a desgraça, o infortúnio, de modo a se preservar e contribuir para algo realmente benéfico, enfim, pôr algo a salvo das precariedades, no caso, o Brasil.

Pois bem, eis que aparece, no Facebook, em fotografia, a imagem de importantes políticos, integrantes de não menos relevante clã familiar, acompanhada, pasmem, da expressão: "Os quatro salvadores do Brasil".

Gente, a que ponto se permite que o Brasil tenha chegado em momento tão vexatório de poder se afirmar a existência de salvadores da pátria, sem nunca terem realizado, na prática, nada, absolutamente nada capaz de justificar tamanha proeza, posto que não existe registro senão de família que forma carreiristas na profissão política, sem nunca terem feito algo expressivo e notório, em termos de salvamento de nada, em prol do Brasil e dos brasileiros.

Muito pelo contrário, se o Brasil se encontra mergulhado em perigosa tragédia, isso se deve à omissão referente à falta de verificação sobre a regularidade das últimas eleições presidenciais, quando as vozes levantaram insinuando possíveis irregularidades na operacionalização das urnas, quando, sobre isso, houve a indevida e ilegal decretação do seu sigilo, contrariando o princípio constitucional que obriga a transparência dos atos da administração pública.

A implantação da garantia da lei e ordem tinha respaldo no disposto do art. 142 da Lei Magna, cuja finalidade era apenas verificar a regularidade das últimas eleições.

Não obstante, a omissão permitiu a volta da banda podre da política brasileira ao poder, com todos os seus predicativos de incompetência, desonestidade, ineficiência, maldades e irresponsabilidades próprias dos regimes socialistas, conforme isso vem acontecendo no Brasil, que registra todas as mazelas possíveis de péssima gestão pública, conforme os reflexos acumulados nas contas públicas, com acentuados déficits orçamentários, em forma de gigantescos rombos nos resultados financeiros, devido aos gastos abusivos e incontroláveis.

Não passa de propaganda enganosa e maquiavélica, essa assertiva da indicação de salvadores da pátria, quando se tem o registro do contrário, que é exatamente o rastro de estragos e danos ao país e aos brasileiros, em forma de gestão absolutamente pernicioso aos interesses do Brasil, conforme mostram os fatos, evidentemente por conta da inadmissível omissão que, do contrário, poderia ter evitado toda essa tragédia vivida pelo Brasil.

Na verdade, é exatamente por conta de falsas afirmações como essa que o Brasil se encontra encastelado até a alma nesse infinito abismo, sem perspectivas de saída, eis que o sistema dominante se apoderou da situação e não deverá permitir a volta de outros igualmente aproveitadores ao poder, tão cedo.

Pobre Brasil, que conta com salvadores da pátria inúteis políticos integrantes de clã familiar que se passam por heróis de coisa alguma, precisamente por nunca terem feito nada, em termos substanciais e de verdade, em nome da salvação do país da tragédia nem dos danos causados aos brasileiros.

Enfim, os brasileiros de verdade precisam criar vergonha e dignidade, quanto à consciência sobre a necessidade da eliminação da vida da pública dos aproveitadores da ingenuidade dos eleitores que ainda acreditam em milagre inexistente, na forma de falsos salvadores da pátria.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 7 de fevereiro de 2026