Parece incrível e até bastante estranho que país de povo eminentemente
de índole católica ou evangélica, como o Brasil, certamente com percentual
superior a 70%, o que também deve corresponder em percentual equivalente de
eleitores com a mesma crença religiosa, tenha preferência por candidato
visivelmente da linha socialista, que condiz precisamente com a filosofia
diferente do cristianismo.
Ou seja, se é verdade que o candidato socialista tem preferência dos
eleitores, fica patente a incoerência do pensamento religioso, porquanto se
houvesse o mínimo de lógica jamais os religiosos votariam em quem defende
filosofia diametralmente contrária ao pensamento cristão.
Isso porque a ideologia socialista comunga normalmente com as nefastas e
deploráveis ideias inerentes ao aborto, à ideologia de gêneros, à banalização
da violência e da criminalidade (vide a defesa das organizações criminosas), à
perseguição aos símbolos sagrados e à crença religiosa, entre outras maldades
demoníacas contrárias aos sagrados princípios humanitários.
Infelizmente, muitos brasileiros não se envergonham nem têm o menor
escrúpulo quanto à defesa da própria dignidade, quando declaram abertamente
apoio a políticos de ideologia que é notoriamente reconhecida como divergente,
em especial, dos salutares princípios que alicerçam a tradicional família
brasileira.
Entende-se que o cristão que apoio políticos socialistas, com o seu
voto, quer queira ou não, é declaradamente cúmplice com as malevolências
indicadas acima.
Enfim, apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de
se valorizarem e se dignificarem, com o uso do seu voto, somente votando em
políticos que defendam os princípios inerentes ao fortalecimento da família, da
pátria e da crença religiosa.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 16 de junho de 2026
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