sexta-feira, 31 de julho de 2026

Negação esquerdista

 

De tanto prosperar a mentira, na mente humana, como narrativa da conveniência, deveria se chegar ao ponto que ninguém mais acreditaria em única frase como sendo verdadeira, porque tudo cai na vala comum da insinceridade e da desonestidade.

Quem tanto mente, chega-se ao ponto que a verdade também é tida como mentira.

A fama do mentiroso conspira contra ele próprio, porque o seu legado termina contribuindo para a sua ridicularização, com a plena perda da credibilidade.

É inacreditável que alguém que há pouco tempo se declarava publicamente ter orgulho de ser comunista, mas não tem o menor escrúpulo em dizer que nunca foi esquerdista, em afirmação abjeta de se envergonhar pelo que realmente sempre foi na vida política.

O certo é que as suas atividades políticas condizem com a defesa de todas as maledicências do regime socialista, que é o mesmo égide comunista, como a defesa da criminalidade, da ideologia de gênero, da degradação da família, do desrespeito aos princípios religiosos, entre outras indignidades do ser humano, que estão no ideário esquerdista de ser.

Certamente que o fato de se negar a sua origem teve importante motivação política visando, estrategicamente, objetivos político-eleitorais, visto que tudo relacionado com esse político sinaliza para a manutenção no poder.

Enfim, essa história de nunca ter sido esquerdista precisa ser entendida como mais uma manobra suja e desleal aos princípios políticos, em forma de pérola de marketing político, com vistas à obtenção de dividendos em hostes eleitoreiras.

 Acorda, Brasil!

Brasília, em 18 de junho de 2026

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