Conforme notícia veiculada na internet, o governo teria questionado um
hospital sobre o critério de formação da residência médica realizada, por ele,
sem observar norma que se que refere à norma sobre as cotas raciais.
Na realidade, a atualidade brasileira é o verdadeiro convite à sucessão
de disparates em tudo que vem do governo, que acha normal impor aos outros
diferentes daqueles que o apoiam, toda forma de imbecilidade e debilidade
possíveis, entre as quais se incluem esse consagrado retrocesso de cotas
raciais.
Isso nada mais é que sinônimo de incompetência oficializada para a
classe de pessoas que é oficialmente considerada incapacitada para conquistar
espaço no seio da sociedade, por meio de méritos próprios, em evidência da
marca de deficiência intelectual, como assim precisa ser reconhecida com a
força de norma jurídica, que tem o condão de contribuir para a degeneração da
qualidade necessária às atividades humanas.
Trata-se de verdadeira excrescência da normalidade que se exige de país
minimamente sério e evoluído, em termos de respeito aos direitos e à dignidade
humanos.
À toda evidência, há nessa exigência brutal e inadmissível distorção de
valores humanos, com a designação oficial de discriminação por meio da
qualificação de raça declaradamente inferior das demais, que precisa ser
distinguida, na marra, com atributo inexistente nela, na forma de capacidade,
mérito ou dignidade para a competição, cuja disparidade intelectual tem o
condão de contribuir para a notória regressão da qualidade que é imprescindível
para o aperfeiçoamento da preciosidade da vida humana.
Enfim, a continuidade dessa perversa distorção social só depende da
consciência dos brasileiros, quando decidirem pela definitiva limpeza da vida
pública da classe política insignificante e desprezível.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 19 de junho de 2026
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