sexta-feira, 31 de julho de 2026

Perda de qualidade

 

Conforme notícia veiculada na internet, o governo teria questionado um hospital sobre o critério de formação da residência médica realizada, por ele, sem observar norma que se que refere à norma sobre as cotas raciais.

Na realidade, a atualidade brasileira é o verdadeiro convite à sucessão de disparates em tudo que vem do governo, que acha normal impor aos outros diferentes daqueles que o apoiam, toda forma de imbecilidade e debilidade possíveis, entre as quais se incluem esse consagrado retrocesso de cotas raciais.

Isso nada mais é que sinônimo de incompetência oficializada para a classe de pessoas que é oficialmente considerada incapacitada para conquistar espaço no seio da sociedade, por meio de méritos próprios, em evidência da marca de deficiência intelectual, como assim precisa ser reconhecida com a força de norma jurídica, que tem o condão de contribuir para a degeneração da qualidade necessária às atividades humanas.

Trata-se de verdadeira excrescência da normalidade que se exige de país minimamente sério e evoluído, em termos de respeito aos direitos e à dignidade humanos.

À toda evidência, há nessa exigência brutal e inadmissível distorção de valores humanos, com a designação oficial de discriminação por meio da qualificação de raça declaradamente inferior das demais, que precisa ser distinguida, na marra, com atributo inexistente nela, na forma de capacidade, mérito ou dignidade para a competição, cuja disparidade intelectual tem o condão de contribuir para a notória regressão da qualidade que é imprescindível para o aperfeiçoamento da preciosidade da vida humana.

Enfim, a continuidade dessa perversa distorção social só depende da consciência dos brasileiros, quando decidirem pela definitiva limpeza da vida pública da classe política insignificante e desprezível.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 19 de junho de 2026

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