Em que pese ser direito do brasileiro insistir em ajuda do presidente
norte-americano contra juiz brasileiro, os fatos mostram que isso não tem
contribuído para absolutamente nada, de vez que essa forma de medida não tem
resultado em benefício para ele.
Isso porque o juiz decide precisamente em conformidade com a
interpretação dele sobre os fatos em julgamento, cujo veredicto tem sido na
medida desejada por ele, sem qualquer respeito ao que pensa o presidente
americano.
A verdade é que as ações do brasileiro junto ao governo norte-americano
têm o condão de potencializar o antagonismo existente, de modo que a situação
se consolida em dificuldade para o próprio brasileiro, que não tem outro
recurso senão contar com a ajuda norte-americana, que tem se mostrado ineficaz
e prejudicial aos seus objetivos, conforme mostram os fatos.
Seria aconselhável que o brasileiro tivesse a sensibilidade de conduzir
as suas questões estritamente no Brasil, contando com os recursos de direito
disponíveis aqui no país.
Ao contrário disso, é preciso compreender que a continuidade de tamanha disputa certamente que somente terão perdedores, em inglória demanda sem fim.
Brasília, em 15 de junho de 2026
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