Em o notícia que circula na mídia, diz que diálogo do presidente do Banco Master, obtido pela Polícia Federal, faz citação a importante senador, que é líder do governo no Senado Federal, como intermediário para recado ao presidente do país.
Acredita-se que, nos países sérios e decentes, em termos políticos e
democráticos, há necessariamente a primazia pela rigorosa observância aos
salutares princípios da dignidade, do decoro e da moralidade, porque esses
atributos correspondem exatamente aos normais valores e grandezas de uma nação.
Como explicar que, no Brasil, a índole da maioria dos políticos se
identifica com a falta de caráter, a indignidade e o desprezo aos princípios do
respeito à coisa pública?
Como explicar que existem brasileiros que não se envergonham de
apoiarem, com o seu voto, todos esses políticos desonestos, insignificantes e
desprezíveis, como se essa falta de dignidade do eleitor não tivesse qualquer
responsabilidade pela situação caótica e preocupante que demonstra o extremo da
esculhambação imperante no próprio governo, que tem a máxima responsabilidade
pelos interesses da nação?
Não obstante, nem por isso a sua liderança no Senado Federal não tem o
menor escrúpulo em se corromper com o recebimento de propina para facilitar o
acesso ao presidente do país de bandido responsável por um dos maiores rombos
causados ao sistema financeiro nacional, sem a menor preocupação com os
princípios do decoro, da dignidade nem da moralidade, pois a conveniência
pessoal está acima das questões éticas, conforme mostram os fatos.
É muito difícil de se compreender que brasileiros ainda votam em
políticos desonestos, mesmo tendo conhecimento da sua índole depravada e
doentia.
O escândalo do Banco Master exige profunda reflexão dos brasileiros,
independentemente da sua ideologia, de vez que os princípios éticos e morais
precisam prevalecer sobre ela, à vista da importância social das atividades
políticas que nunca estiveram tão desmoralizadas.
Enfim, é chegado o momento de se eliminar da vida pública os políticos
aproveitadores, desonestos, insignificantes e desprezíveis, para o bem do
Brasil e dos brasileiros.
Acorda, Brasil!
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