Um empresário fez denúncia sobre gravíssima crise que assola o seu negócio, que também se estende fortemente na indústria e no comércio em geral, não se tratando de fenômeno decorrente da má gestão nesses importantes setores da economia nacional, não.
A verdade é que poucos são os segmentos que podem notar progresso,
porque, em quase todas as atividades econômicas, a situação se mostra
terrivelmente caótica, assoberbada de enormes problemas de administração
financeira, encargos sociais e outras causas decorrentes.
Sim, o governo achou por bem turbinar a carga tributária, para
potencializar a arrecadação, com a finalidade de se permitir a sanha do
desperdício nos gastos públicos desenfreados, sem o menor escrúpulo de que a
consequência disso seria o colapso da indústria, do comércio, do agronegócio e
da própria sociedade, que não suportam mais a absurda carga tributária
abusivamente descontrolada, para satisfazer à incompetência e à
irresponsabilidade nos gastos públicos, que são visivelmente escancarados à luz
solar.
Essa calamidade predominante na gestão pública tem gigantesco reflexo na
vida dos brasileiros, principalmente nas atividades empresariais, que estão
atingindo o limite de tolerância na administração dos problemas cada vez mais
insolúveis, ante às dificuldades que se acumulam com o encurtamento das margens
de lucro, cujo reflexo é a notória perda de empregos.
Os brasileiros precisam compreender que essa preocupante crise não é
problema exclusivamente dos empresários nem do governo, que diminui a sua
arrecadação com o fechamento de indústrias e comércios, mas especialmente do
povo, que é a caixa de ressonância dos problemas que acontecem na administração
do país, ainda mais que é o povo que apoia e elege político insensível aos
problemas que prejudicam diretamente o próprio povo.
Ou seja, a crise é séria e exige que o povo se interesse e contribua
para a sua solução, exatamente porque é ele que põe, com o seu voto, o político
no poder e, no caso de má gestão, a culpa maior é sim do povo, que tem o
governo que merece, por também sustentar no poder, mesmo praticando atos
prejudiciais aos interesses da sociedade.
A verdade é que os fatos mostram, com bastante clareza, que o país
imbricou no caminho sem volta da degeneração administrativa, que exige urgente
mudança de rumo, à vista do notório aceno para o caos ainda mais preocupante
com a sua continuidade, por conta dos fatos predominantes.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 15 de junho de 2026
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