sexta-feira, 31 de julho de 2026

Crise econômica

 Um empresário fez denúncia sobre gravíssima crise que assola o seu negócio, que também se estende fortemente na indústria e no comércio em geral, não se tratando de fenômeno decorrente da má gestão nesses importantes setores da economia nacional, não.

A verdade é que poucos são os segmentos que podem notar progresso, porque, em quase todas as atividades econômicas, a situação se mostra terrivelmente caótica, assoberbada de enormes problemas de administração financeira, encargos sociais e outras causas decorrentes.

Sim, o governo achou por bem turbinar a carga tributária, para potencializar a arrecadação, com a finalidade de se permitir a sanha do desperdício nos gastos públicos desenfreados, sem o menor escrúpulo de que a consequência disso seria o colapso da indústria, do comércio, do agronegócio e da própria sociedade, que não suportam mais a absurda carga tributária abusivamente descontrolada, para satisfazer à incompetência e à irresponsabilidade nos gastos públicos, que são visivelmente escancarados à luz solar.

Essa calamidade predominante na gestão pública tem gigantesco reflexo na vida dos brasileiros, principalmente nas atividades empresariais, que estão atingindo o limite de tolerância na administração dos problemas cada vez mais insolúveis, ante às dificuldades que se acumulam com o encurtamento das margens de lucro, cujo reflexo é a notória perda de empregos.

Os brasileiros precisam compreender que essa preocupante crise não é problema exclusivamente dos empresários nem do governo, que diminui a sua arrecadação com o fechamento de indústrias e comércios, mas especialmente do povo, que é a caixa de ressonância dos problemas que acontecem na administração do país, ainda mais que é o povo que apoia e elege político insensível aos problemas que prejudicam diretamente o próprio povo.

Ou seja, a crise é séria e exige que o povo se interesse e contribua para a sua solução, exatamente porque é ele que põe, com o seu voto, o político no poder e, no caso de má gestão, a culpa maior é sim do povo, que tem o governo que merece, por também sustentar no poder, mesmo praticando atos prejudiciais aos interesses da sociedade.

A verdade é que os fatos mostram, com bastante clareza, que o país imbricou no caminho sem volta da degeneração administrativa, que exige urgente mudança de rumo, à vista do notório aceno para o caos ainda mais preocupante com a sua continuidade, por conta dos fatos predominantes.

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Brasília, em 15 de junho de 2026

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