Segundo o célebre pensador e filósofo italiano, Nicolau Maquiavel, “Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos não
merece a liberdade. Merece a escravidão. Um país cujas leis são lenientes e
beneficiam bandidos não tem vocação para liberdade. Seu povo é escravo por
natureza”.
Não precisa de muita sabedoria nem do menor esforço para completa
compreensão do que foi oportuno e conscientemente escrito de tão certeiro ainda
no longínquo século XVI, onde já predominava o câncer da corrupção e da
devassidão das leis, em que já se imperava a impunidade e a sua leniência, por
parte do povo, tudo claro em benefício dos bandidos aproveitadores do erário,
conforme acontece na atualidade, à vista dos fatos do cotidiano.
A importante mensagem acima tem sim o propósito não só de se permitir,
mas se exigir a reflexão dos brasileiros sobre a importância da urgente
moralização das instituições públicas nacionais, à vista do império inaceitável
da devassidão predominante.
O certo é que o povo tem que se conscientizar, urgentemente, sobre a
importância da não aceitação pacífica da corrupção e do desrespeito às leis do
país, porque essa inadmissível omissão se reverte em perversidade e malefício
para o próprio povo, que se torna voluntariamente escravo da predominância da
bandidagem e dos aproveitadores do Estado.
Uma nação desenvolvida politicamente não pode prescindir da participação
ativa e decisiva do seu povo, porque isso é fundamental para o controle da
moralidade e da preservação dos bons princípios democráticos e republicanos.
Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia quanto à
aceitação da prática de irregularidades e do desprezo às normas jurídicas, na
administração do Brasil.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 17 de junho de 2026
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