sexta-feira, 31 de julho de 2026

Basta de desmoralização

 

Segundo o célebre pensador e filósofo italiano, Nicolau Maquiavel,Um povo que aceita passivamente a corrupção e os corruptos não merece a liberdade. Merece a escravidão. Um país cujas leis são lenientes e beneficiam bandidos não tem vocação para liberdade. Seu povo é escravo por natureza”.

Não precisa de muita sabedoria nem do menor esforço para completa compreensão do que foi oportuno e conscientemente escrito de tão certeiro ainda no longínquo século XVI, onde já predominava o câncer da corrupção e da devassidão das leis, em que já se imperava a impunidade e a sua leniência, por parte do povo, tudo claro em benefício dos bandidos aproveitadores do erário, conforme acontece na atualidade, à vista dos fatos do cotidiano.

A importante mensagem acima tem sim o propósito não só de se permitir, mas se exigir a reflexão dos brasileiros sobre a importância da urgente moralização das instituições públicas nacionais, à vista do império inaceitável da devassidão predominante.

O certo é que o povo tem que se conscientizar, urgentemente, sobre a importância da não aceitação pacífica da corrupção e do desrespeito às leis do país, porque essa inadmissível omissão se reverte em perversidade e malefício para o próprio povo, que se torna voluntariamente escravo da predominância da bandidagem e dos aproveitadores do Estado.

Uma nação desenvolvida politicamente não pode prescindir da participação ativa e decisiva do seu povo, porque isso é fundamental para o controle da moralidade e da preservação dos bons princípios democráticos e republicanos.

Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia quanto à aceitação da prática de irregularidades e do desprezo às normas jurídicas, na administração do Brasil.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 17 de junho de 2026

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