sexta-feira, 31 de julho de 2026

O mais capacitado

 

Em um país com o mínimo de seriedade e de sentimento de amor às causas nacionais, levando-se em conta a importância da grandeza e dos valores do Brasil, no momento de gravíssimas crises institucionais, políticas e econômicas, seria sensato, em termos de bom senso e racionalidade, se escolher a pessoa reconhecidamente preparada e experimentada para o importante cargo de presidente da República, na expectativa de que ela estaria realmente à altura para o enfrentamento das enormes dificuldades predominantes.

Ou seja, em termos de qualidade gerencial, ninguém estaria mais preparado para tentar resolver os graves problemas nacionais do que o governador de São Paulo, porque ele está absolutamente muito mais ajustado às questões nacionais que precisam ser solucionadas imediatamente, logo no início do governo.

O inexplicável descarte desse político, em situação extremamente delicada e difícil que atravessa o país, para o cargo de presidente do país é prova insofismável de que é preciso se agradar à vontade de político que se julga ser o dono do Brasil e pode impor o seu filho como candidato pessoal, para resolver os problemas pessoais.

Isso é mesmo que não pensar nos graves problemas brasileiros, que precisam urgentemente de solução, pois ela poderia ser muito mais facilitada sob o comando de alguém capacitado e preparado para agir e decidir com a competência necessária e exigida em situações de tamanha envergadura e complexidade.

Penso que essa decisão poderia de se colocar como candidato ao cargo presidencial depende exclusivamente dos brasileiros e não de único político decadente, porque prioritariamente estão em jogo os interesses do Brasil e não de alguém, em se tratando de causa de relevantíssima grandeza e urgência da melhor solução possível.

Concitam-se que os brasileiros, pensando especialmente nas urgentes e graves causas do Brasil, decidam que o candidato ideal para presidir o Brasil é o governador de São Paulo, à vista da predominância dos interesses nacionais e da reconhecida e comprovada capacidade gerencial dele.

Acorda, Brasil!

Brasília, em 21 de junho de 2026

 

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