Em um país com o mínimo de seriedade e de sentimento de amor às causas
nacionais, levando-se em conta a importância da grandeza e dos valores do
Brasil, no momento de gravíssimas crises institucionais, políticas e
econômicas, seria sensato, em termos de bom senso e racionalidade, se escolher
a pessoa reconhecidamente preparada e experimentada para o importante cargo de
presidente da República, na expectativa de que ela estaria realmente à altura
para o enfrentamento das enormes dificuldades predominantes.
Ou seja, em termos de qualidade gerencial, ninguém estaria mais
preparado para tentar resolver os graves problemas nacionais do que o
governador de São Paulo, porque ele está absolutamente muito mais ajustado às
questões nacionais que precisam ser solucionadas imediatamente, logo no início
do governo.
O inexplicável descarte desse político, em situação extremamente
delicada e difícil que atravessa o país, para o cargo de presidente do país é
prova insofismável de que é preciso se agradar à vontade de político que se
julga ser o dono do Brasil e pode impor o seu filho como candidato pessoal,
para resolver os problemas pessoais.
Isso é mesmo que não pensar nos graves problemas brasileiros, que
precisam urgentemente de solução, pois ela poderia ser muito mais facilitada
sob o comando de alguém capacitado e preparado para agir e decidir com a
competência necessária e exigida em situações de tamanha envergadura e
complexidade.
Penso que essa decisão poderia de se colocar como candidato ao cargo
presidencial depende exclusivamente dos brasileiros e não de único político
decadente, porque prioritariamente estão em jogo os interesses do Brasil e não
de alguém, em se tratando de causa de relevantíssima grandeza e urgência da
melhor solução possível.
Concitam-se que os brasileiros, pensando especialmente nas urgentes e
graves causas do Brasil, decidam que o candidato ideal para presidir o Brasil é
o governador de São Paulo, à vista da predominância dos interesses nacionais e
da reconhecida e comprovada capacidade gerencial dele.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 21 de junho de 2026
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