Em mensagem, o papa disse, a propósito de tantas interpretações
absurdas, que a família é a constituição do homem e da mulher.
Embora possa parecer complexa e
intrincada a conclusão do santo papa sobre a união de pessoas de sexo igual, é
muito provável que a sua sábia interpretação tenha lastro na origem da vida, em
que Deus teria criado, segundo o que consta escrito na Bíblia, o homem e a
mulher, estabelecendo que a partir desse casal se formaria a família abençoada
pelas inteligência e magnanimidade celestiais.
Nessa importante oportunidade, se fosse interessante para Deus, Ele não
somente teria feito Adão e Eva, mas também uma mulher e outra mulher e um homem
e outro homem, permitindo ambas e ambos conviverem desde logo para se instituir
a união entre sexos iguais, como terminou acontecendo com a evolução da
civilidade.
Felizmente, a história conta exatamente o que entende o papa, que a
união aceita pela igreja de Deus é feita somente entre um homem e uma mulher,
na versão originária de casal, assim concebido pelo criador do universo.
A verdade é que a convivência entre pessoas do mesmo sexo se trate de
algo indissolúvel, porque isso é forma mais do que natural que o ser humano
resolveu adotar para a consolidação da sua felicidade e certamente não é mera
opinião papal que vai alterar o comportamento das pessoas.
Trata-se apenas de opinião papal,
sem qualquer influência na vida de ninguém, especialmente porque sentimento
pessoal independe do que as pessoas possam pensar de certo ou errado, quando a
felicidade está acima de todos os conceitos da vida.
Brasília, em 19 de junho de 2026
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