terça-feira, 30 de junho de 2026

Chute no balde

 

Em mensagem que circula nas redes sociais, alguém tem a franqueza de afirmar que a grande vontade de chutar o balde é vencida pela imperiosa necessidade de precisar enxugar a água derramada.

A verdade é que a vontade de se chutar o balde parece ser a única alternativa, nas situações de dificuldades, mas as cabeças quentes das pessoas não permitem imaginar as terríveis consequências desse ato impensado, pois isso pode desencadear maiores transtornos, com repercussões ainda piores do que o simples problema.

O bom senso aconselha que é possível se imaginar que para tudo tem solução, por mais complicada que pareça a situação.

Acontece que o brasileiro é muito precipitado e sempre recorre para a lei do menor esforço e nada melhor que chutar o balde, antes mesmo de pensar o suficiente sobre a sua encrenca consequência.

O certo mesmo é que normalmente a reflexão acontece quando tudo já foi de água abaixo, causando estrago ainda maior que a crise que existia.

A verdade é que a prudência e a sensatez são a mãe para a solução de todos os problemas, que existem justamente por falta de sensibilidade.

Enfim, pensem e reflitam que o único objeto feito para se chutar é a bola, que existe para a alegria dos brasileiros, enquanto o balde, este sim, tem a função nobre apenas de depósito do precioso líquido da vida.

Brasília, em 17 de junho de 2026

Agradar a Deus

 

Em mensagem que circula na internet, alguém escreveu o seguinte texto: “A vida é muito mais leve quando você entende que só precisa agradar ao Criador e não às criaturas.”.

Acredita-se, com absoluta certeza, que pode haver equívoco na citação acima, que é preferível agradar ao Criador e não às criaturas, quando os ensinamentos bíblicos dizem, muito sabiamente, exatamente o contrário.

Ali há clara sugestão para a boa prática de se agradar e amar o próximo, porque assim estar-se-á agradando o Deus de amor.

Na verdade, não passa do desejo notoriamente egoístico a vocação de se agradar o Deus e desprezar o seu semelhante, porque isso não condiz com a verdade que tem sido disseminada pelo próprio Jesus Cristo, que pregou que agradar a Deus é amar o seu próximo.

À toda evidência, a leveza da vida consiste em se amar concomitantemente as pessoas e a Deus, porque esse conjunto de dedicação ao amor satisfaz especialmente às obras divinas, em cristalina harmonia com as maravilhas da vida, precisamente com o melhor propósito para a construção do melhor sentimento de amor no coração.

A verdade é que não faz sentido cristão algum somente amar e agradar a Deus, quando Ele ensina que a fonte essencial da vida se encontra no seio das pessoas, porque são elas que realmente dependem uma das outras para a consolidação do bem comum, sob a comunhão das bênçãos e do amor celestiais.

Enfim, as pessoas precisam cultuar as verdadeiras lições do Evangelho de Jesus Cristo, que estão alicerçadas justamente no agradar e amor primordialmente o próximo, porque esse ato de grandeza humana agrada também e diretamente ao Criador, que é fonte de inspiração de todas as bondades da vida. 

Brasília, em 15 de junho de 2026

O plano de Deus

 Segundo mensagem que circula nas redes sociais, Deus tem plano para as pessoas, que são administrados por Ele.

Na verdade, não passa de imaginação sem o menor fundamento se afirmar que somente há um plano, que é dominado por Deus.

Não existe plano nem de Deus nem de ninguém por parte celestial.

Deus não planeja nada para nada nem para ninguém, de vez que isso não é da sua índole espiritual, que é a sua natureza perante os homens.

É preciso se compreender que Deus tem a importância de ser supremo espiritual, em que, por isso, Ele serve como instrumento para que a nossa crença, na forma de fé religiosa, se confia que tudo podemos com a ajuda Dele e isso é tudo de bom, pois acreditamos que Deus tem realmente esse dom maravilhoso de anteparo de nossos desejos, de nossos sonhos, em termos de se concentrar Nele as esperanças pela realização de nossos objetivos.

É evidente que tudo isso ajuda a compreender facilmente que Deus não tem condições de ter plano de coisa alguma, para ninguém.

Na realidade, se alguém tem plano, isso é algo pessoal, que deseja a realização de sonho para o próprio bem, mas não havendo qualquer vinculação com plano de Deus, porque ele inexiste.

 Acreditem nos planos, porque estes são da maior importância, mas somente aqueles produzidos pessoalmente, porque aqueles atribuídos a Deus não existem.

            Brasília, em 13 de junho de 2026

União de grupos

 

De repente, surge alguém em um grupo entre quatro existentes dos mesmos integrantes da Turma 162 da Escola de Especialistas de Aeronáutica sugerindo a unificação de todos, evidentemente em somente um, de vez que  tem sido comum a postagem das mesmas mensagens, ao mesmo tempo, em todos os grupos, mostrando verdadeira perda de tempo.

A unificação dos grupos é medida do maior significado, em termos de racionalidade, que somente acontece se todos os integrantes estiverem imbuídos do melhor sentimento de boa vontade.

Aliás, o sentimento que se tem, no momento, é o melhor possível e parece ser a única alternativa para que esse propósito se concretize, certamente para a alegria de todos, que reconhece a importância da nossa prova de compreensão e sensatez.

Apelo para que os administradores de todos os grupos, que são importantes, cada qual, se sensibilizem e convirjam para o fim de concluírem pela unificação de todos em apenas no grupo de maior concentração, de modo que todos os integrantes decidam migrar para o “Grupo da 162”.

Eu estou de pleno acordo com a unificação e torço para que isso seja o pensamento de todos.

Amém!

Brasília, em 12 de junho de 2026

Assistencialismo

 

Em mensagem que circula na redes sociais, importante jornalista diz que, “Se o (omiti o nome do partido) governa, por vinte anos, por que tanta gente ainda depende de assistencialismo?”.

Muitos brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo por motivos fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa incompetência da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas pessoas carentes, que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas à aceitação da submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.

A ajuda tanto se harmoniza com a indignificação humana, diante da impossibilidade de melhor alternativa de se dispensar as migalhas do governo, que não passam de paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em que pese  isso constituir visível desvalorização do ser humano, por viver permanentemente na dependência de assistência governamental, sem nenhuma contraprestação.

A dependência do assistencialismo governamental também tem explicação pela notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais necessitadas, onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela inexistência de emprego e oportunidade de expansão econômica.

Outro ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de carentes brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia maquiavelicamente mantida pela esquerda de investir recursos públicos maciçamente em programas sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos de incentivo ao progresso, porque isso que existe tem retorno garantido de dividendos eleitorais, em conformidade com estratégia política de conquista e manutenção no poder.

Por fim, a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou, no Brasil, também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos programas assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e privados nas suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o desenvolvimento socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária reversão desse terrível quadro de miserabilidade crônica.

Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de modo que haja interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos nas suas regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente aqueles realmente indispensáveis.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

Maioridade penal

 

Diante da medida aprovada na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, de que foi aprovado projeto que trata da redução da idade

de acorda com essa decisão?

Trata-se de medida incompleta, quando se poderia ser considerada idade bem menor de 16 anos, porque a diferença é de apenas dois anos, quando no mundo evoluído e civilizado, em termos penal e criminal, a maior idade penal já começa aos 13 anos, como na França e Polônia; aos 14 anos, na Alemanha e Itália; na Inglaterra e Ucrânia, aos 10 nos; nos Estados Unidos da América, onde a idade é definida pelos estados, a partir dos 6 anos, pois menores podem ser julgados como adultos, tendo em conta a gravidade do crime por ele praticado.

Na verdade, quem comete crime, pouco importa a sua idade penal, mas sim a gravidade dolosa, em que, para a vítima, pouco importa se ela foi prejudicada criminalmente por bebê ou idoso, posto que importa mesmo é a incidência e a gravidade do crime havido, se por criança ou marmanjo.

É preciso se considerar que o julgamento do crime consumado deve ser levado em conta exclusivamente o dano causado à sociedade.

Nesse caso, tem a menor importância, pelo menos em termos objetivos e práticos, sob o interesse e a ótica da lei penal e criminal, é se fazer a devida justiça, quanto à reparação do prejuízo causado à sociedade e, nesse caso, de nada importa sopesar a idade do criminoso, mas sim o prejuízo que ele tenha praticado contra alguém e isso é o que deve interessar de verdade para o fim a que se destina o julgamento do réu.

Não se venham afirmar que o crime foi praticado por uma criança inocente, porque, se realmente inocente ela fosse, jamais ela cometeria qualquer crime, de tão inocente por conta da sua tenra idade, que se assim fosse jamais existiria crime no seio das pessoas de pouca idade e nem precisaria se cogitar em estabelecer idade mínima para fins penais.

Trata-se precisamente de medida que se pretende adotar porque existe enorme incidência de múltiplos crimes no seio da criançada, em que muitos são da maior gravidade, em nível de periculosidade ainda superior aos crimes praticados por adultos, porque a índole criminosa não tem idade, quando ele vem acontecendo ainda muito cedo, justamente devido à injustificável impunidade.

Na minha opinião, quem praticou crime, precisa ser julgado exata e precisamente pela gravidade do crime doloso que tenha praticado, pouco importando, no caso, a sua idade, pois o que realmente precisa ser levado em consideração é a dosimetria ou os parâmetros compatíveis com a idade, no caso específico de criança de menor idade, que nem por isso ela tem o direito legal de não ser julgado, somente por conta da idade, porque o que se julga não é a idade, ma sim o crime por ela praticado.

Como não se entender exatamente isso, como se a criança tivesse o direito assegurado por lei para praticar crime e ficar impune por causa da idade, como se esta servisse de atenuante especial para a sua monstruosidade?

Por fim, não se trata de questão eminentemente humanitária, porque, se fosse assim, não haveria crime algum, mas sim de julgamento, na forma da lei, para a reparação de dano criminoso causado a alguém ou ao patrimônio de terceiro, que precisa ser julgado tal e qual como exige a norma jurídica cabível ao caso, independentemente de idade.

Ante o exposto, é importante que se tenham o entendimento legal de que todos os crimes precisam ser julgados segundo o seu grau de dano penal e criminal causa à sociedade, não importando quem os tenha causado, especialmente porque a vítima foi prejudicada por alguém, sem distinção de quem tenha causado o dano, se criança ou adulto, porque isso em nada diminui o prejuízo em havido.

Acorda, Brasil!Parte inferior do formulário

Brasília, em 11 de junho de 2026

Atividade política

               Conforme  mensagem  que  circula  na  internet,  a  Polônia  decidiu  proibir  as atividades, no país, do partido comunista.

A verdade é que os políticos comunistas chegam ao poder senão por meio do voto da mediocridade dos eleitores que os apoiam e os defendem a ideologia das trevas, que se mostra absolutamente contrária ao progresso da humanidade, por disseminar princípios retrógrados aos benefício da dignidade social.

Essa situação de absoluta vulgaridade, por incrível que seja, somente acontece pela deliberada vontade popular, porquanto o poder se conquista pelo voto da maioria dos eleitores e esse quórum foi atingido por quem pretendiam a implantação do pior regime para o país, entendendo que esse pior é exatamente o melhor para a nação e o povo que comunga com a degeneração social.

Embora a índole do brasileiro seja, por natureza, repulsiva ao regime comunista, a maioria dos eleitores não faz a menor ideia sobre o que isso significa em termos de política e gestão pública, pois, para eles, o que importa mesmo é a pessoa que representa o governo, independentemente da sua tendência ideológica, precisamente como é a vigente situação política brasileira, em que o país é comandando por um comunista declarado e a opinião realmente vem sendo sopesada na balança da democracia estabelecida por quem tem o poder de avaliação política, segundo os parâmetros da sua interpretação sobre os fatos do quotidiano.

Concitam-se por que os brasileiros, inclusive os menos informados, reflitam profundamente sobre a real importância de governo comunista, exatamente nas condições atuais, em que o país experimenta completa estagnação de desenvolvimento socioeconômico, diante da inexistência, principalmente, de investimentos em projetos destinados ao fomento do progresso, como a realização de grandes obras de impacto e outros programas voltados aos investimentos privados, com atrativos para o interesse do capital externo.

O certo é que o governo comunista tem sido visivelmente incapaz de promover ações visando ao crescimento do Brasil, senão apenas administrando as políticas de conveniência à continuidade no poder, na melhor forma que satisfaz ao interesse do seu quadro eleitoral.

Apelam-se por que os brasileiros se interessem em valorizar a real grandeza do Brasil, no sentido de escolher o futuro presidente que tenha preparo e experiência capazes de implantação de medidas voltadas para o desenvolvimento socioeconômico.

Acorda, Brasil! 

            Brasília, em 10 de junho de 2026