Em mensagem que circula na redes sociais, importante jornalista diz que,
“Se o (omiti o nome do partido) governa, por vinte anos, por que
tanta gente ainda depende de assistencialismo?”.
Muitos brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo
por motivos fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa
incompetência da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas
pessoas carentes, que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas
à aceitação da submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.
A ajuda tanto se harmoniza com a indignificação humana, diante da
impossibilidade de melhor alternativa de se dispensar as migalhas do governo,
que não passam de paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em
que pese isso constituir visível
desvalorização do ser humano, por viver permanentemente na dependência de
assistência governamental, sem nenhuma contraprestação.
A dependência do assistencialismo governamental também tem explicação
pela notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais
necessitadas, onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela
inexistência de emprego e oportunidade de expansão econômica.
Outro ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de
carentes brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia
maquiavelicamente mantida pela esquerda de investir recursos públicos
maciçamente em programas sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos
de incentivo ao progresso, porque isso que existe tem retorno garantido de
dividendos eleitorais, em conformidade com estratégia política de conquista e
manutenção no poder.
Por fim, a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou,
no Brasil, também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos
programas assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e
privados nas suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o
desenvolvimento socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária
reversão desse terrível quadro de miserabilidade crônica.
Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de
modo que haja interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos
nas suas regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente
aqueles realmente indispensáveis.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 11 de junho de 2026
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