terça-feira, 30 de junho de 2026

Assistencialismo

 

Em mensagem que circula na redes sociais, importante jornalista diz que, “Se o (omiti o nome do partido) governa, por vinte anos, por que tanta gente ainda depende de assistencialismo?”.

Muitos brasileiros dependem dos programas assistencialistas do governo por motivos fundamentais, que levam inexoravelmente a esse estado de completa incompetência da gestão pública, que tem gravíssimo reflexo diretamente nas pessoas carentes, que, abandonadas pelas circunstâncias da vida, são obrigadas à aceitação da submissão ao assistencialismo vegetarista e vergonhosos.

A ajuda tanto se harmoniza com a indignificação humana, diante da impossibilidade de melhor alternativa de se dispensar as migalhas do governo, que não passam de paliativos extremamente necessário, nas circunstâncias, em que pese  isso constituir visível desvalorização do ser humano, por viver permanentemente na dependência de assistência governamental, sem nenhuma contraprestação.

A dependência do assistencialismo governamental também tem explicação pela notória falta de investimentos públicos e privados nas áreas mais necessitadas, onde os bolsões de pobreza são acentuados, justamente pela inexistência de emprego e oportunidade de expansão econômica.

Outro ponto da maior importância para a extrema penúria da multidão de carentes brasileiros diz respeito diretamente à maldosa filosofia maquiavelicamente mantida pela esquerda de investir recursos públicos maciçamente em programas sociais, ao invés de investimentos em obras e projetos de incentivo ao progresso, porque isso que existe tem retorno garantido de dividendos eleitorais, em conformidade com estratégia política de conquista e manutenção no poder.

Por fim, a dependência ao assistencialismo governamental se consolidou, no Brasil, também pelo desgraçado conformismo dos brasileiros beneficiários dos programas assistencialistas, que poderiam exigir investimentos públicos e privados nas suas regiões de muita carência, como forma de fomentar o desenvolvimento socioeconômico, que poderia contribuir para a necessária reversão desse terrível quadro de miserabilidade crônica.

Apelam-se por que os brasileiros se despertem da letargia dominante, de modo que haja interesse das pessoas carentes financeiramente por investimentos nas suas regiões, em troca dos programas sociais, que permaneceriam somente aqueles realmente indispensáveis.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 11 de junho de 2026

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