Conforme mensagem que circula na internet, a Polônia decidiu proibir as atividades, no país, do partido comunista.
A verdade é que os políticos comunistas chegam ao poder senão por meio
do voto da mediocridade dos eleitores que os apoiam e os defendem a ideologia
das trevas, que se mostra absolutamente contrária ao progresso da humanidade,
por disseminar princípios retrógrados aos benefício da dignidade social.
Essa situação de absoluta vulgaridade, por incrível que seja, somente
acontece pela deliberada vontade popular, porquanto o poder se conquista pelo
voto da maioria dos eleitores e esse quórum foi atingido por quem pretendiam a
implantação do pior regime para o país, entendendo que esse pior é exatamente o
melhor para a nação e o povo que comunga com a degeneração social.
Embora a índole do brasileiro seja, por natureza, repulsiva ao regime
comunista, a maioria dos eleitores não faz a menor ideia sobre o que isso
significa em termos de política e gestão pública, pois, para eles, o que
importa mesmo é a pessoa que representa o governo, independentemente da sua
tendência ideológica, precisamente como é a vigente situação política brasileira,
em que o país é comandando por um comunista declarado e a opinião realmente vem
sendo sopesada na balança da democracia estabelecida por quem tem o poder de
avaliação política, segundo os parâmetros da sua interpretação sobre os fatos
do quotidiano.
Concitam-se por que os brasileiros, inclusive os menos informados,
reflitam profundamente sobre a real importância de governo comunista,
exatamente nas condições atuais, em que o país experimenta completa estagnação
de desenvolvimento socioeconômico, diante da inexistência, principalmente, de
investimentos em projetos destinados ao fomento do progresso, como a realização
de grandes obras de impacto e outros programas voltados aos investimentos
privados, com atrativos para o interesse do capital externo.
O certo é que o governo comunista tem sido visivelmente incapaz de
promover ações visando ao crescimento do Brasil, senão apenas administrando as
políticas de conveniência à continuidade no poder, na melhor forma que satisfaz
ao interesse do seu quadro eleitoral.
Apelam-se por que os brasileiros se interessem em valorizar a real
grandeza do Brasil, no sentido de escolher o futuro presidente que tenha
preparo e experiência capazes de implantação de medidas voltadas para o
desenvolvimento socioeconômico.
Acorda, Brasil!
Brasília, em 10 de junho de 2026
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