sexta-feira, 3 de julho de 2026

Desonestidade

 

Salvem todos aqueles lúcidos brasileiros que entendem que a corrupção é vírus letal que precisa ser erradicado, juntamente com os seus mentores intelectuais.

Na verdade, isso que se profetiza é algo mais óbvio do que a própria luz solar, diante da imperiosa coerência dos princípios da dignidade, do decoro e da moralidade.

O certo é que de nada adianta se dizer o que é prática corriqueira no Brasil se são ignorados os comezinhos princípios de moralidade e honestidade, na vida pública.

Surpreendem aqueles que se animam em oferecer iniciativa, medida capaz de se combater esse câncer que realmente tem sido extremamente prejudicial aos interesses da sociedade.

De que adiante dizer o que todo mundo sabe e que não tem nada de importante que possa contribuir para combater o que tanto causa danos aos brasileiros?

Seria interessante que os artistas e os intelectuais resolvessem não somente dizer o óbvio, mas apresentar alternativas de incentivo ao combate aos destruidores e aproveitadores do patrimônio nacional.

Uma medida da maior importância que considero fundamental é a mobilização de lideranças nacionais, compreendendo a reunião de políticos, intelectuais e sociedade, com a força de movimento avassalador contra os corruptos, fazendo o emprego de algo efetivo e concreto, não somente com apenas palavras que traduzem sim algo de importante, mas ainda é muito pouco.

Enfim, é preciso que haja mais ação do que ficar apenas dizendo obviedades, porque isso não passa de perda de tempo, enquanto a imoralidade campeia livremente.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 13 de junho de 2026

Julgamento de menor

 

Em mensagem que circula na internet, uma pessoa pergunta se é justo que menor de 16 anos possa responder por crime como se ele fosse adulto?

É infinitamente injusto que adolescente de 16 anos não seja julgado e condenado por crime que praticar, porque a criminalização precisa ser aplicada pelo crime praticado, que equivale ao dano que precisa ser reparado pelo criminoso, não importando a idade.

É preciso ficar claro que não se julga simplesmente a idade, mas sim o crime propriamente dito, que causou danos à sociedade, tendo por base a tipificação prevista em lei.

Isso vale se afirmar que o que se está em julgamento não é a idade, mas sim o crime, aquele que é mentor do dano causado à sociedade e ao seu patrimônio.

A lei brasileira fala em aplicação de penalidade para quem comete crime, com o detalhe de que, no seu bojo, não diz que existe exceção quanto à idade, porque isso é objeto de restrição em sede constitucional.

E bem de se ver que, nos Estados Unidos, já pode ser julgado e condenado o menino a partir de 6 anos de idade, que vai ser penalizado conforme as suas condições próprias da idade, em termos de dosimetria e acomodações prisionais compatíveis com as suas estaturas de idade.

Nos países evoluídos e civilizados, a maioridade penal começa aos 13 anos, na França e Polônia; aos 14, na Alemanha e Itália; aos 10 anos, na Inglaterra e Ucrânia; aos 8 anos, na Escócia.

Como se vê, é preciso se ter a consciência de que se deve julgar o criminoso e não a idade, porque o limite de idade termina servindo como incentivo à expansão da criminalidade.

Não se trata de forma alguma de adolescente receber pena de adulto, porque o adolescente deve ser penalizado pelo crime que ele tenha cometido contra a sociedade, porque ele precisa ser julgado pelo dano que tenha causado.

Como se entender que houve ilícito penal, com dano causado à vítima, e não ser possível a imputação de culpa, de responsabilidade pelo prejuízo social, sob o argumento que o criminoso é menor, somente para ser penalizado, porque ele não é menor para a prática do crime?

A impunidade e à mãe que protege e incentiva o criminoso já em tenra idade, quando a penalidade pode servir, de forma benéfica, para corrigir o menino de agora e o adulto do futuro.

Ante o exposto, sugere-se que seja aprovada a maioridade penal a partir de 10 anos, estabelecendo critérios e condições prisionais próprios para a idade, com relação ao cumprimento da pena pertinente.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 14 de junho de 2026

Sinceridade

 

Conforme menagem que circula nas redes sociais, uma pessoa afirma que o erro do último ex-presidente do país foi ele ter sido sincero e assim desempenhado o seu governo.

Data vênia, é preciso ser sincero, para se compreender que nunca pode ser considerado erro de alguém, nem mesmo em país com a predominância da mediocridade da maioria da classe política, imbuída de muita desonestidade, incompetência e irresponsabilidade.

Sob o prisma dos princípios do bom senso e da sensatez, ser sincero condiz com a prática das melhores condutas de civilidade e respeito à dignidade humana, com base nos princípios da verdade.

Na verdade, se houve sinceridade desse político, isso pode ter acontecido de forma exagerada, tendo extrapolado o sentido preciso da finalidade inerente ao espírito de sinceridade.

O que não se pode é empregar a sinceridade para agredir ninguém, fazendo acusação sem nenhum fundamento nem consistência, exatamente por falta de provas.

Ser sincero exige equilíbrio, tolerância e principalmente respeito aos princípios democráticos e republicanos, de modo que o seu uso possa refletir apenas o que for necessário, em termos se moderação e tolerância, que são o verdadeiro sentido da sinceridade.

Os seguidores desse político precisam enxergar a realidade dos fatos, reconhecendo que não havia a menor necessidade senão de o então presidente do pais apenas se preocupasse em cumprir as atribuições constitucionais inerentes ao poder Executivo, sem se imiscuir na competência de outro poder da República e muito menos ficar agredindo e criticando ninguém, porque isso não tem nada a ver com sinceridade, mas sim com incivilidade, ignorância, intolerância e principalmente falta de respeito aos princípios diplomáticos e de educação.

Convém que os políticos se conscientizem sobre a importância do aprimoramento dos princípios de civilidade e humanismo, de modo que possa prevalecer o mútuo respeito nas relações sociais.  

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 15 de junho de 2026

Painel degradante

 

Conforme painel ocupando toda lateral de enorme edifício, que foi dividido em duas partes, em que, de um lado, foram indicados os assuntos defendidos pela direita, mostrando o fortalecimento dos princípios inerentes à evolução da humanidade, e, do outro lado, a indicação da ideologia da esquerda, como a defesa da criminalidade, da ideologia de gêneros, do aborto e de tantos outros temas contrário ao aperfeiçoamento da humanidade.  

O aludido painel não é gigante apenas por sua dimensão, mas especialmente por seu conteúdo, em que se evidencia assombrosa a distinção dos temas indicados na defesa das ideologias da direita e da esquerda, quando os temas indicados de um lado trata da valorização e da dignificação humana, enquanto o outro lado deixa evidente posição que se harmoniza com a degeneração dos princípios humanitários, em forma de plena decadência como projeto que se coloca na contramão do verdadeiro sentido da vida, que seria apenas em aproveitamento das benesses próprias e essenciais ao ser humano.

Causa enorme perplexidade que essa monstruosa dicotomia de filosofia que sinaliza fator de índole política possa ainda prevalecer em sociedade que teria tudo para evoluir e jamais adotar práticas degradantes como se as medidas em si pudessem realmente ter aproveitamento como de fato tem para aqueles que se beneficiam politicamente delas, como os integrantes dos partidos de índole socialista.

A verdade é que o socialismo pratica exatamente tudo aquilo que diz com a degradação da família, com a defesa da ideologia de gênero, a banalização da criminalidade e da violência, o desrespeito às crenças religiosas e aos símbolos sagrados, entre outras deploráveis deformidades sociais que estão na sua cartilha de defesa como sendo justificáveis para o fortalecimento da sua ideologia da degradação, conforme mostram os fatos relacionados com as suas práticas políticas.

Convém que se registre a enorme perplexidade que a prevalência da ideologia da regressão e da promiscuidade social, na forma assim defendida, somente seja possível em razão do apoio recebido nas urnas, em que eleitores não têm o devido cuidado ou mesmo por simpatia votam em representantes políticos declaradamente socialistas, fato este que se confirma a cumplicidade consciente de insensatos brasileiros, que ajudam à prevalência da indignificação e da desvalorização da humanidade, com o voto de brasilei9ros.

Apelam-se por que os brasileiros se dignifiquem por meio do seu voto, tendo o cuidado de escolherem os representantes políticos que se comprometam com o trabalho em defesa dos salutares princípios capazes de contribuírem para a valorização e dignificação do ser humano.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 12 de junho de 2026

Presente de Deus!

 

Conforme mensagem que circula nas redes sociais, alguém escreveu para se acreditar na grandeza de Deus, que Ele vai enviar-lhe presente celestial, bastando dizer amém.

É incrível como ninguém tem o menor escrúpulo em disseminar mensagem cujo teor nunca será concretizado, na certeza de que Deus nunca vai enviar presente para ninguém, porque isso não é da Sua índole.

De nada adianta dizer mil vezes amém, porque isso não terá o condão de resultar em absolutamente nada, em razão da total e completa impossibilidade de surgimento de algo vindo de Deus.

Essa não é exatamente a primordial função de Deus, que funciona especialmente como o ser supremo a quem se acredita que Ele tudo pode , mas somente no plano espiritual, o que vale se afirmar, segura e exatamente por isso, que nada acontece em termos materiais vindas de Deus, a exemplo de tudo o que seja o mais sagrado vindo senão por meio da crença que existe nas pessoas, a depender muito do mérito, por meio da sua fé religiosa.

A verdade é que tem tudo de heresia o teor de mensagem que insinua a possibilidade de recompensa, em forma de presente, pelo simples fato de se dizer "amém", como se isso tivesse o poder misterioso de se criar presente vindo de Deus, que é algo sem a menor plausibilidade para se questionar a fé das pessoas que são levadas à decepção de não serem atendidas depois de acreditar nessa mensagem notoriamente enganosa e mentirosa.

Apelam-se por que as pessoas sejam honestas e sinceras, apenas promovendo a disseminação de mensagens bíblicas que realmente tenham condições de materialidade, diferentemente do teor constante do texto referenciado. 

Brasília, em 15 de junho de 2026

Incoerência ideológica

 

Parece incrível e até bastante estranho que país de povo eminentemente de índole católica ou evangélica, como o Brasil, certamente com percentual superior a 70%, o que também deve corresponder em percentual equivalente de eleitores com a mesma crença religiosa, tenha preferência por candidato visivelmente da linha socialista, que condiz precisamente com a filosofia diferente do cristianismo.

Ou seja, se é verdade que o candidato socialista tem preferência dos eleitores, fica patente a incoerência do pensamento religioso, porquanto se houvesse o mínimo de lógica jamais os religiosos votariam em quem defende filosofia diametralmente contrária ao pensamento cristão.

Isso porque a ideologia socialista comunga normalmente com as nefastas e deploráveis ideias inerentes ao aborto, à ideologia de gêneros, à banalização da violência e da criminalidade (vide a defesa das organizações criminosas), à perseguição aos símbolos sagrados e à crença religiosa, entre outras maldades demoníacas contrárias aos sagrados princípios humanitários.

Infelizmente, muitos brasileiros não se envergonham nem têm o menor escrúpulo quanto à defesa da própria dignidade, quando declaram abertamente apoio a políticos de ideologia que é notoriamente reconhecida como divergente, em especial, dos salutares princípios que alicerçam a tradicional família brasileira.

Entende-se que o cristão que apoio políticos socialistas, com o seu voto, quer queira ou não, é declaradamente cúmplice com as malevolências indicadas acima.

Enfim, apelam-se por que os brasileiros reflitam sobre a importância de se valorizarem e se dignificarem, com o uso do seu voto, somente votando em políticos que defendam os princípios inerentes ao fortalecimento da família, da pátria e da crença religiosa.

Acorda, Brasil! 

Brasília, em 16 de junho de 2026

quarta-feira, 1 de julho de 2026

Publicação do meu 87º livro


É com muita alegria no coração que concluo mais uma obra literária, com a publicação do meu octogésimo sétimo (87º) livro, cuja efeméride tem se tornado motivo de importante estímulo para o acréscimo de saudáveis energias que alimentam minhas fontes criadoras e inspiradoras, considerando que necessito delas para a continuidade das profícuas atividades de escrever textos sobre os múltiplos fatos da vida.

Neste livro, resolvi homenagear, com especial carinho, a memória em forma de lindas lembranças do belíssimo pomar que existia no Sítio Canadá, que representa grande parte da minha maravilhosa infância, pois ali vivi os melhores momentos de vida.

Entendo que essa forma de resgate da história diz muito com o carinho que guardo desse paraíso terrestre, que é a melhor forma de amor à diversidade das fruteiras tão exuberantes, que produziam as mais deliciosas frutas do Nordeste.

Tenho a alegria, em agradecimento a Deus, por eu ainda conseguir memorizar importantes lembranças desse lugar belíssimo e fantástico, que permanece em mim, na forma de muitas e eternas saudades, dizendo que isso me faz muito feliz em ter vivido bons tempos no chamado sítio do Canadá.

Em coerência com a dedicatória do livro, a capa tem a fotografia de mangueira, carregada de frutos, em reafirmação da homenagem e do amor ao referido sítio.

Transcrevo, a seguir, com eterno carinho, meu sentimento de amor ao saudoso e amado sítio dos meus sonhos.

                                      “DEDICATÓRIA

Tenho enorme satisfação de dedicar este livro à memória do extraordinário e inesquecível pomar que existia, na minha infância, no Sítio Canadá, em Uiraúna, Paraíba, que, indiscutivelmente, foi o desejável paraíso terrestre imaginado de belezas mil, em termos especialmente de plantas frutíferas.

Nunca se viu tantas delícias de frutas em único lugar, das mais saborosas e ricas de diversidades vitamínicas, a exemplo da manga, de diversas espécies, com destaque para a Maranhão, que é a mãe das mangas, o caju, a goiaba, o araçá, a pitomba, o coco, o maracujá, o limão, a jaca, a macaúba, a pinha, a graviola, a banana, a cajarana e muitas outras, tudo em grande quantidade.

Tinha outra fruta rara conhecida pelo nome de condessa, que era uma espécie resultante do cruzamento entre a pinha e a atemoia, cuja doçura me encantava muito por seu sabor especial.

Nesse mesmo lugar, existia o canavial mais imponente que se tinha conhecimento na região, que fornecia as canas necessárias à moagem anual, para a produção da rapadura, do mel, do alfenim, da batida, delícias especiais vindas do sítio.

Por certo, esse sítio de importantes frutas foi algo extremamente marcante na minha infância, por ele ter sido o local preferencial que vivi intensamente, por muito tempo, logo cedo do dia, sempre colhendo frutas, por todo o ano.

Sem que nem eu sentisse, o sítio servia de verdadeira terapia, porque eu subia nas plantas para tirar as frutas e isso exigia arte e esforço, a depender do local onde estava a melhor fruta.

Sim, tenho lindas e eternas lembranças desse lugar maravilhoso, que certamente satisfez a minha necessidade por saborosas frutas, essenciais ao meu desenvolvimento físico e mental, me proporcionando muita saúde.

Nunca vai sair da minha memória as belezas de farturas e sua abundância de frutas produzidas nesse sagrado sítio, na certeza de que Deus estava presente ali, cuidando permanentemente do Seu paraíso.

Como não ter enorme saudade de cada palmo de lugar onde existia sempre uma fruteira diferente na proximidade, a inspirar o desejo de se deliciar de suas frutas?

Enfim, sei perfeitamente que todo aquele formidável paraíso realmente existiu, tendo ficado indelevelmente na minha lembrança, na memória que faço questão de guardar com muita saudade comigo, porque aquilo sim era algo mui especial e fantástico.

A alegria e a felicidade se renovam em mim, neste momento, quando sinto o coração pulsar agitado de um misto de alegria e tristeza, respectivamente pela felicidade de ter vivido bons e felizes momentos nesse jardim de delícias e pela certeza de que nesse lugar reina, na atualidade, a eterna tristeza da inexistência de qualquer planta frutífera.

Fico agradavelmente satisfeito em evidenciar o sentimento guardado em mim sobre as ótimas lembranças e o amor que permanecem em mim sobre o maravilhoso sítio da minha infância.

Aproveito o ensejo para agradecer a magnanimidade de Deus de ter me possibilitado usufruir todas as deliciosas frutas produzidas no extraordinário pomar do amado Sítio Canadá, de quem venho acumulando naturais e eternas saudades...!”.

            Brasília, em 1º de julho de 2026