quinta-feira, 25 de janeiro de 2024

Pobreza consentida

 

De acordo com vídeo que circula na internet, é mostrada a precária situação dos dez estados mais pobres do Brasil, os quais são administrados por governos da esquerda, o que bem demonstra a coerência da miserabilidade do seu povo, em termos de tratamento isonômico, quando a população merece a convivências com as piores dificuldades, em todos os sentidos, não tendo a mínima perspectiva de mudança desse horrível status quo, ante a mentalidade retrógrada e insensata dos dirigentes desses estados.

À vista da afirmação de que os estados mais subdesenvolvidos do Brasil, em que seu povo se encontra em extremas dificuldades de sobrevivência, passando por privações de toda ordem, há explicação natural para esse estado de penúria social, que consiste na própria consciência do seu povo, que consegue eleger, voluntária e espontaneamente, a escória dos políticos da esquerda, que são verdadeiros aproveitadores da desgraça social, não tendo o menor interesse em mudar absolutamente nada, porque a dependência ao atraso e às precariedades convém aos inescrupulosos políticos.

Ou seja, as precárias condições de vida da população desses dez Estados é o resultado da sua consciência política, que se harmoniza perfeitamente com o que existe de mais medíocre e deprimente dos homens públicos, porque eles são os responsáveis pela situação horrorosa impingida ao povo desses estados mais pobres do Brasil, como se isso fosse motivo para se orgulhar, como tem sido, aliás, cada vez que há eleições, em que os eleitores se orgulham de terem ajudado a eleger pessoas insignificantes, desqualificadas e visivelmente incompetentes e desonestas.

Na verdade, a indiscutível situação de deprimência e bastante preocupante tem a participação direta do povo submetido à miséria mostrada nos relatos feitos no vídeo, uma vez que o mesmo povo vota nos mesmos políticos aproveitadores e oportunistas, que têm a igual mentalidade dos eleitores, que votam na certeza do recebimento de assistência do Estado, cujos valores são suficientes senão para generalizar e potencializar a situação de miserabilidade, na região.

Ou seja, há verdadeira reciprocidade no sentido de que são eleitos os piores políticos, justamente na certeza de que eles vão assegurar programas assistencialistas, que poderiam se acabar caso se pensasse em progresso para região, cujo povo prefere manter o status quo, na certeza da manutenção do estado de indigência para o povo, que se satisfaz com os programas assistencialistas.   

Não resta a menor dúvida de que essa desgraça social que se abate sobre o povo dos estados indicados no vídeo em apreço somente acontece porque os eleitores ainda não se conscientizaram de que eles podem dar um basta aos aproveitadores, os eliminando da vida pública, por meio do voto, que precisa ser utilizado como instrumento de independência da miséria generalizada.

É preciso que o povo desses estados exija dos políticos urgentes mudanças, principalmente em investimentos em empreendimentos que resultem empregos, para a gradual diminuição dos subsídios assistenciais do governo, porque somente assim será possível reverter a terrível situação de miserabilidade praticamente generalizada, que já se tornou crônica e prejudicial ao povo desses estados.

Brasília, em 25 de janeiro de 2024

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Nobel da Paz?

 

Conforme vídeo que circula nas redes sociais, noticia-se que o médico criou o protocolo de tratamento precoce para a Covid-19, incluindo hidroxicloroquina, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz.

Ele declarou que “Possa dar razões pelais quais há resistência. É muito simples. Chama-se política, lucro, arrogância e medo.”.

O médico também foi categórico ao chamar os negadores da eficácia da hidroxicloroquina/zinco de “culpados de assassinato em massa“.  

É muito provável que a indicação do médico autor do protocolo destinado ao tratamento da Covid-19 para o Prêmio Nobel da Paz tenha por base avaliação em algo que comprove a efetiva eficácia da medicação objeto do referido protocolo da autoria dele, fazendo justiça ao verdadeiro mérito, certamente pela comprovação de muitas vidas salvas pela eficácia do trabalho executado por ele.

Estranha-se que o mencionado médico não tenha sido indicado para o Prêmio Nobel da Saúde, que parece muito mais compatível com o importante trabalho realizado por ele, voltado, como se percebe, para o bem da saúde pública.

Por seu turno, é bastante curioso o choramingo até agora das pessoas que acham que um presidente de país, sem nenhuma base científica e, o pior ainda, sem o mínimo conhecimento de medicina nem de sanitarismo, tenha condições de defender o diagnóstico da hidroxicloroquina aos pacientes acometidos da Covid-19.

É preciso que as pessoas entendam que o então presidente brasileiro era exatamente a única pessoa completamente incapaz de se pronunciar acerca da orientação atinente à medicação contra a Covid-19, uma vez que ele era leigo na área médica, foi eterno e radical negacionista sobre a existência da doença, tendo chamado as pessoas de maricas, por terem ficado em casa, em prevenção contra a doença, além de ter sido contrário às orientações governamentais em combate à Covid-19, a exemplo de não tomar vacina, não usar máscara nem evitar aglomerações, tudo em dissonância com as regras fundamentais que o estadista jamais poderia menosprezar, como ele fez normalmente, sem o menor escrúpulo.

À toda evidência, o exemplo do mencionado médico não se aplica às irresponsáveis indicações do uso de medicação por pessoa leiga, que insistia loucamente sobre a necessidade do uso do hidroxicloroquina, sem base em estudo algum, senão na vontade de interferir indevidamente onde ele não tinha competência para atuar, a despeito da existência do Ministério da Saúde, principal órgão do governo que tinha a incumbência legal para cuidar dos assuntos relacionados com o combate à Covid-19.

Importa citar que esse importante órgão foi entregue à direção de militar do Exército, especialista em suprimento das guarnições militares, sem nenhuma experiência em saúde pública, o que bem demonstrou a total falta de sensatez e responsabilidade pela vida dos brasileiros.

Não à toa que é absolutamente inexplicável a monstruosa quantidade de mortes pela Covid-19, precisamente em razão do descaso na condução das políticas inerentes à saúde pública à altura da gravidade da pandemia do coronavírus, para quem apenas foi feito o absurdamente necessário, quando se exigiam medidas revolucionárias para o necessário combate, que nunca apareceram.

Enfim, faltou experiência e bom senso para que a hidroxicloroquina fosse normalmente recomendado para a população, com absoluta segurança, bastando que se determinasse estudos sobre a eficácia dela contra a Covid-19, cujas medidas deveriam ficar sob a incumbência do Ministério da Saúde, sem qualquer palpite nem interferência indevidos de ninguém, muito menos de quem nada entendia de medicina nem de sanitarismo.

Na verdade, o protagonismo errático do ex-presidente somente contribuiu para elevar a quantidade de mortes, que poderiam ter sido minimizadas caso se promovesse o devido estudos sobre a eficácia da hidroxicloroquina, com base nos quais a população poderia se encorajar à aceitação normal desse remédio.

A verdade é que, caso o então presidente do país tivesse atuado ao contrário do que agiu, certamente que ele teria sido reeleito com os pés nas costas, porque ele teria se tornado verdadeiro herói, mesmo a despeito do maldoso sistema dominante, responsável pelo afastamento dele do poder.

Infelizmente, a ignorância, a incompetência, a insensibilidade, a irresponsabilidade e especialmente a falta de assessoramento à altura contribuíram, de forma decisiva, para a alarmante quantidade de mais de 700 mil mortes, que poderia ter sido bem menos caso o combate à Covid-19 tivesse sido com eficiência, competência, sensibilidade e responsabilidade, em razão da valorização da vida humana, que não mereceu os cuidados especiais à altura da sua importância.

Brasília, em 24 de janeiro de 2024

terça-feira, 23 de janeiro de 2024

Mediocridade

Em vídeo que circula nas redes sociais, uma pessoa indaga qual teria sido o melhor e mais sensacional duelo travado entre o último ex-presidente brasileiro contra dezenas de opositores dele, tudo absolutamente sem qualquer finalidade senão de apoio à visível futilidade.

Essa monstruosidade de debates protagonizado por pessoa que fazia as vezes de estadista tem o condão de evidenciar as suas verdadeiras insensatez e insanidade, à vista da indiscutível perda de tempo empregado em causa absolutamente fútil, desagradável, desnecessária e dissonante com as reais funções presidenciais, essencialmente de interesse da sociedade e do Brasil.

É preciso que o estadista tenha a mínima noção sobre as atividades a serem executadas no principal trono da nação, obviamente em sintonia com a relevância do cargo para o qual ele foi eleito, em forma de valorização pessoal e das nobres funções do verdadeiro magistrado do país.

Convém se compreender que os insanos duelos travados no exercício presidencial não condizem com a significância da grandeza do cargo ocupado pelo estadista, que tem vinculação com a elevada importância das causas e dos assuntos do interesse maior da nacionalidade, passando ao largo de questiúnculas de somemos importância, como o envolvimento em duelos normalmente agressivos e degradantes, em que os resultados foram sempre melancólicos, justamente pela insignificância por eles representados.

Não há a menor dúvida de que a lição deixada pelo então mandatário é péssima, exatamente pela desastrosa exposição pública de alguém que deveria se ocupar exclusivamente com os assuntos relacionados com a grandeza do interesse público, de modo que as questões atinentes às agressões ou às atitudes prejudiciais ao governo ou à autoridade máxima do país deveriam ser tratadas e discutidas na e pela via adequada do Estado, inclusive, sendo o caso, por meio de medidas judiais cabíveis, como forma do desejável restabelecimento da verdade e da razão, mas jamais pessoalmente pelo próprio presidente da nação, como se ele tivesse desocupado de seus importantes afazeres presidenciais.

Na verdade, essa atitude banalizada de se alimentar estranhos debates públicos, com toda forma inapropriada de agressões, lembra o nível usual das republiquetas, em que seus dirigentes se ocupam em futilidades e inutilidades ocupacionais, exatamente diante da falta de assuntos importantes para serem decididos e resolvidos por eles, evidentemente em sintonia com a sua pouca relevância para a nação.

A conclusão natural sobre os duelos presidenciais é que, nunca se viu, na história republicana, pessoa tão apaixonada por debate público inútil ou improdutivo, que somente causou prejuízos à dignidade dele e à grandeza do Brasil, diante do deplorável desgaste que serviu apenas da exploração do interesse das pessoas igualmente apaixonadas pela medíocre banalização da nobre liturgia do verdadeiro estadista.

Brasília, em 23 de janeiro de 2024


Retrocesso

 

Conforme comunicado do Comando da Marinha, divulgado na mídia, os militares marinheiros e seus familiares devem procurar os serviços do SUS, quando precisarem de assistência médico-hospitalar, em razão das dificuldades financeiras na dotação pertinente à saúde de incumbência daquela pasta.

É evidente que, ao contrário dessa tragédia que acontece com os militares e seus familiares da Marinha, se deseja sempre o melhor para eles, em forma de aperfeiçoamento e ampliação dos benefícios propiciados a eles.

À toda evidência, ninguém merece ser atendido pelo SUS, mesmo que esse sistema preste importantes serviços de saúde pública à população, mas é preciso se reconhecer que o seu trabalho vem sendo executado de forma extremamente precária e insuficiente, em razão da escassez de recursos materiais e financeiros, aliado à enorme quantidade da população carente de assistência médico-hospitalar, em todo Brasil.

Com certeza, os marinheiros e seus familiares serão atendidos normalmente pelo SUS, em igualdade de condições com as pessoas pobres e carentes, tendo que entrar em filas intermináveis de espera para tudo e ainda a depender dos equipamentos e aparelhos extremamente precários e ineficientes.

Ou seja, a perda de qualidade do atendimento médico-hospitalar muda proporcionalmente à perda de vida das pessoas, exatamente em razão da demora para o atendimento dos doentes.

A propósito, cito o caso de pessoa que precisou ser atendida de emergência para o diagnóstico de dormência nas duas mãos.

De imediato, o médico receitou exame apropriado para se identificar a causa da dormência e passar a medicação devida, mas o exame radiológico pertinente só podia ser feito, pelo SUS, no próximo dia 21 de fevereiro, ficando a pessoa no maior sofrimento, à espera de assistência médica, com as duas mãos inoperantes e ainda com a possibilidade de se intensificarem as dormências, uma vez que o remédio receitado não surtiu nenhuma eficácia.

Enfim, por incrível que possa parecer isso que está acontecendo na Marinha é exatamente previsível, diante da aceitação e da aderência dos militares aos projetos degradantes e desumanos próprios da nefasta e incompetente esquerda, que não tem o menor escrúpulo em oferecer as piores condições de assistência médico-hospitalar aos militares, que simplesmente vão ser obrigados a aceitar essa deplorável forma de humilhação, sem esboçar qualquer forma de reação, como reclamar dos maus-tratos de assistência à sua saúde, ante à aceitação deprimente da submissão à banda decomposta da política brasileira.

Espera-se que os verdadeiros militantes, que têm vergonha na cara e primam por sua dignidade, se insurjam contra essa forma degradante e humilhante de desprezo aos marinheiros e seus familiares.

Ao ensejo, não é despropositado, de forma alguma, se afirmar que os militares estão colhendo os frutos das sementes que plantaram de espontânea vontade, infelizmente.

Brasília, em 23 de janeiro de 2024

segunda-feira, 22 de janeiro de 2024

Triste ideologia

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, o último ex-presidente dos Estados Unidos da América discursa em tom inflamado e ameaçador à esquerda, anunciando que está voltando para corrigir os desacertos impingidos àquele país.

Impressiona muitíssimo como existem pessoas simpatizantes de comunistas, incompetentes, desumanos, desonestos e aproveitadores do bem público, em plena dissonância com os comezinhos princípios da ética, da moralidade, da honestidade e principalmente da dignidade, inerentes à normalidade própria da civilidade.

Contrário senso crítico ocorre quando pessoas confessam simpatia por políticos conservadores, extremamente agressivos nos seus propósitos, que não medem as palavras nem avaliam as suas consequências, importando apenas os seus propósitos políticos.

Isso tem clara consonância com a idiossincrasia das pessoas, que defendem a ideologia que melhor se lhes apresenta consentâneo com a sua filosofia de entendimento, não importando se os princípios da esquerda sejam contrários à normalidade da civilidade moderna, porque é exatamente assim que a degradação humana convém aos seus principais agrados, em termos políticos, como se a deformação humana fosse algo tão real e verdadeiro, em total inversão dos valores sociais.

Infelizmente, de uma forma ou de outra, a humanidade é precisamente o que o resultado do homem que pensa e, pensando assim, todos a seu modo, não poderia haver senão o verdadeiro descaminho como assim quer o próprio homem, que defende as suas ideologias, mesmo que elas sejam prejudiciais ao próprio homem.

A verdade é que, por mais que o homem se esforce, a tendência é haver maior devassidão dos princípios humanos, à vista da prevalência dos interesses dos aproveitadores e oportunistas, conforme mostram os fatos políticos da história.

Convém que os brasileiros se conscientizem de que é preciso a valorização dos princípios de cidadania, com total desprezo às filosofias que levem à horrenda polarização e decadência da humanidade.

Brasília, em 22 de janeiro de 2024

domingo, 21 de janeiro de 2024

Aproveitadores?

 

Conforme vídeo que circula na internet, o candidato derrotado à reeleição é recepcionado com aplausos e entusiasmo por seus seguidores, em demonstração de muito carinho à pessoa dele.

Diante disso, uma pessoa se manifestou querendo saber se “As urnas refletiram a vontade do povo?”, ante a acalorada manifestação de carinho demonstrada, nessa ocasião.

Não há a menor dúvida de que é de suma importância se saber se “As urnas refletiram a vontade do povo”, à vista do carinho que os brasileiros demonstram perante o candidato derrotado à Presidência da República?

É mais do que cristalino o entendimento segundo o qual as urnas se harmonizam escancaradamente com os propósitos do sistema dominante, que tudo fez para afastar o então presidente do país do poder, conforme mostram os fatos.

A razão disso tem como causa principal, segundo interpretação possível, o antagonismo gerado exatamente pelo mandatário de plantão, que, por simples capricho manteve aceso debate político absolutamente desnecessário e inútil com integrantes de outro poder, que queriam precisamente a existência desse debate antidemocrático, para o consolidação de ambiente imprescindível à construção do entendimento de que ele pretendia dar golpe de estado e promover outras medidas de cunho ditatorial, em afronta aos princípios democráticos e constitucionais.

Ou seja, com base nas atitudes ingênuas do então presidente do país, foi possível se institucionalizar o monstro do sistema que teve condições de planejar e executar ideias ardilosamente concebidas com a finalidade de defenestrá-lo do poder, aproveitando de tudo que vinha das atitudes dele, assim consideradas ofensivas aos princípios democráticos e constitucionais, de modo que o mandatário do país nem se atinasse que todo esquema ardiloso tinha por objetivo resultar que as urnas também conspirassem contra ele, como se fosse a vontade soberana do povo, o que não é verdade, ante a sua manifestação espontânea e carinhosa em apoio ao ex-presidente do país.

Diante dos fatos, que se evidenciam claros, parece bastante oportuno se indagar também, igualmente nos moldes das perguntas que acompanham o vídeo, por qual razão o então mandatário brasileiro não adotou medidas capazes de se verificar a regularidade referente à operacionalização das urnas eletrônicas, a despeito de múltiplas denúncias sobre possíveis irregularidades no sistema eleitoral?

A verdade é que há sim resposta para as perguntas formularas conjuntamente com o vídeo em apreço, mas carece de justificativas para a falta de providências que poderiam passar o Brasil a limpo, bastando apenas a decretação da garantia da lei e da ordem, na forma prevista na Constituição, ex-vi do seu artigo 142.

A verdade é que a falta de competência, sensatez e iniciativa permitiu que o Brasil fosse mergulhado na pior crise político-administrativa da história republicana, em que o povo é obrigado a aceitar a existência de péssimos políticos, sem personalidade e insignificantes, que apenas se preocupam com seus planos políticos de aproveitamento das benesses do poder.

Convém que os brasileiros se conscientizem de que é preciso a limpeza da vida pública dos homens públicos aproveitadores e oportunistas, que estão na política tão somente para satisfazerem seus interesses pessoais, em detrimento das causas públicas.

Brasília, em 21 de janeiro de 2024

                

sábado, 20 de janeiro de 2024

A nossa casa

 

Um velho carpinteiro decidiu deixar de trabalhar, mesmo sabendo que ia perder seu salário, indispensável ao sustento dele e o da sua família, sob o argumento de querer apenas ficar usufruindo a companhia de seus familiares.  

Sabendo que ia perder excelente carpinteiro, o chefe dele ficou triste com a notícia, uma vez que essa pessoa representava o melhor artífice da carpintaria.

Ele teve a ideia de pedir-lhe a gentileza para a construção da última casa, evidentemente antes de ele sair da empresa.

O carpinteiro aceitou de bom grado a proposta do chefe e imediatamente começou a construção da sua última casa com os materiais fornecidos pelo patrão, mas, enquanto trabalhava, sentia que não estava colocando toda a sua paixão no seu último trabalho.

O carpinteiro percebeu que ele não estava satisfeito por ter aceitado a empreitada, diante da nítida falta de entusiasmo e dedicação que era do seu costume, quando se empenhava bastante na execução de trabalho dessa natureza.

Apesar disso, a casa tinha sido construída com muito cuidado, mas ele já estava cansado e sentia que seu chefe o havia pressionado a construir uma última casa.

Quando o carpinteiro terminou a construção, o chefe ficou muito feliz e deu-lhe a chave da casa dizendo: "Agora é a sua casa, que é meu presente para você e sua família, como recompensa por tantos anos de bons serviços.".

Como não poderia ser diferente, o bom carpinteiro sentiu enorme nó na garganta, tendo concluído, dizendo “Se ao menos soubesse que estava construindo sua própria casa, teria gastado mais esforço e talento.”.

A importante lição que podemos haurir dessa rica fábula é que a conclusão do modelar carpinteiro pode se aplicar em cada um de nós, porque construímos uma casinha todos os dias, mas nem sempre nos esforçamos o suficiente para obter o melhor de nós mesmos, em cada empreitada e isso significa que estamos perdendo excelente oportunidade para sermos exemplo do melhor na vida.

Isso também mostra que nós nem percebemos que deixamos de viver na "casa" que construímos, e nos arrependemos de dizer a nós mesmos que, se pudéssemos fazer isso de novo, as coisas seriam bem diferentes.

É importante que fiquemos atentos com tudo que acontece conosco, porque não podemos voltar atrás, para a reconstrução da nossa casa.

O certo é que nós somos os verdadeiros carpinteiros de nossas vidas e todos os dias nós construímos nossa casa com nossas próprias mãos, medindo,  cortando e polindo a madeira e empilhando tábua por tábua, sem sequer se perceber que cada obra realizada até poderia ser a melhor possível.

Ou seja, lembrem-se que a vida é o resultado do nosso projeto de construção pessoal, em que as nossas atitudes e decisões adotadas agora vão moldar o que vamos experimentar e colher amanhã, o que vale se dizer que devemos construir com sabedoria, carinho e amor.

Brasília, em 20 de janeiro de 2024