segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

O sorriso

 

Em vídeo que circula nas redes sociais, foram lançados sorrisos de personalidades brasileiras, evidentemente mostrando a sua satisfação por seus feitos, nas respectivas áreas de atuação, que realmente são dignos de exposição, diante das suas valiosas contribuições à sociedade.  

Com raríssima exceção, trata-se de sorrisos que valem ouro, por evidente amor às causas do Brasil, porque eles significam a pureza de povo que valorizam os princípios e as tradições ricas de inteligência e amor aos valores e às grandezas do Brasil.

Infelizmente, na atualidade, sobrariam o sorriso de muitas poucas personalidades, porque a maioria expressiva delas é completamente indigna de representar o mais sagrado sentimento das raízes brasileiras.

Sim, os lindos sorrisos dos anos de glória ficaram nos igualmente anos maravilhosos, porque os dias atuais não merecem senão o taciturno semblante da desonestidade, da desmoralização e do infortúnio, representados por personagens da mais triste e decadente classe social revestida de intrínsecas indignidades, em desprezo dos símbolos sagrados da brasilidade.

Enfim, é preciso que se nutre urgente esperança nos corações dos verdadeiros brasileiros, no sentido de que os lindos e sinceros sorrisos dos heroicos personagens do passado sirvam de inspiração para a leva de novos brasileiros com a potencialidade que tanto o Brasil precisa para o soerguimento desta amada pátria.

Amém!

Brasília, em 24 de fevereiro de 2025

domingo, 23 de fevereiro de 2025

Brasília 1973

 

Em vídeo que circula na internet, é mostrado um pouco da história de Brasília, em especial, fatos que aconteceram no ano de 1973, quando, na cidade, reinava muita tranquilidade, embora a movimentação das pessoas já era bastante ativa, em acompanhamento da constante imigração, na busca de oportunidades.  

Bons tempos que sempre existiram, em todos os momentos, em Brasília, principalmente no seu início de criação, em que existiam muitos empregos.

Com muita alegria, digo que eu já fazia parte do seu povo, nos anos de 1973, referenciado pelo vídeo em referência, posto que eu cheguei na nova capital  do Brasil em 8 de março de 1966 e pude acompanhar, pari passu, a verdadeira transformação da cidade que é monumento mundial, por sua arquitetura moderna e futurista.

Pessoalmente, entendo que nenhuma cidade brasileira oferece aos brasileiros amplas oportunidades como Brasília, que foi preparada para o desenvolvimento, em todos os quadrantes, estando realmente preparada para servir de modelo para as demais cidades do país.

Vou completar 59 anos de vivência em Brasília e nunca me faltou a alegria de viver, tendo em vista que aqui sou feliz, por eu ter conseguido realizar todos os meus projetos de vida, em termos de família, trabalho e todos os demais objetivos planejados, tudo com o melhor aproveitamento possível, em forma de satisfação das necessidades imagináveis para a vivência boa e muito feliz, tendo tudo ao meu alcance.

Sim, foi aqui em Brasília que também criei gosto pela arte literária, tendo a oportunidade, com as graças divinas, de me iniciar na escritura de textos, não importando a qualidade da literatura, mais, nessas condições, já produzi mais de 6500 crônicas, reunidas em exatos 79 livros, versando sobre os fatos da vida, em que eu tenho o prazer de dizer o meu sentimento acerca dos acontecimentos referentes às relações sociais, principalmente no que diz respeito à economia, à política, à saúde, entre tantos outros assuntos do dia a dia, que são de interesse da sociedade.

Enfim, me solidarizo com o progresso vertiginoso de Brasília, que tem sido exemplo para o Brasil e o mundo, mercê da sua enorme capacidade empreendedora e de indiscutível sucesso, em benefício do Brasil e dos brasileiros.

Brasília, em 23 de fevereiro de 2025

O Sertão

 

Em belíssima poesia, o célebre poeta do Sertão, Vandenildo Oliveira, se esmera em decantar, a um só tempo, as mazelas e as belezas dessa querida região, onde nascemos, crescemos e fomos forjados basicamente como somos, com os defeitos e as qualidades próprias de quem passou por todas as experiências de vida.  

Ó Sertão maravilhoso, que tem o bafejo peculiar das invernadas, quando, de repente, de interior árido e seco mesmo se transforma no oásis banhado de água e fartura de alimentos, oferecidos pelas benesses divinas que propiciam os encantos festejados por todos depois das maviosas garantias celestiais.

Sim, vejo em mim os dizeres do texto, porque sou parte dessa vivência sertaneja de todo ano precisar do amparo celestial das chuvas que nascem dos céus, em socorro à região aflita, na ânsia das benignas mudanças climáticas, sempre a depender da generosidade celestial, para o arejamento das ideias e afazeres dos sertanejos.

O texto do versátil poeta Vandenildo retrata com a maestria que lhe peculiar, em forma de sábios, precisos e autênticos relatos, retratando importantes momentos do altruísmo nordestino de ser, sempre contrito no seu aperreio do cotidiano de toda a sua vida, que tem sido realmente tal e qual sempre sob as esperanças das melhores invernias, razão maior de ser o bravo sertanejo, que se compraz em viver tal e qual nessa vida feliz.

O Sertão é exatamente isso o que o diz a poesia do mestre Vandenildo, sempre mostrando a autenticidade dele.

Isso é a alma de quem o viveu, com todas as dificuldades que ensinam para o resto da vida.

É muito bom sentir a força do sertão...

Brasília, em 23 de fevereiro de 2025

A professora Maria do Céu

 

Diante da republicação, pelo Facebook, de texto da minha lavra, em que fiz homenagem à estimada professora Maria do Céu Fernandes, em dedicatória que fiz em um de meus livros, eu escrevi a mensagem a seguir.

Já se passaram mais de sessenta anos que recebi maravilhosas aulas da querida e admirável professora Maria do Céu Fernandes, mas as lembranças dela, em sala de aula, são vivas até hoje, vendo-a andando passos calmos e decisivos entre os alunos, com a formulação das ideias de quem acabara de se formar em pedagogia, com a vocação professoral que precisava transmitir o melhor da sua vocação de ensinar com a desejável qualidade possível.

Ela era muito exigente e até inflexível, tudo em conformidade com os seus objetivos de melhor qualificar o aprendizagem e fazer com que os alunos realmente estudassem exatamente na maneira apropriada de aprender as matérias ensinadas por ela.

Na verdade, o seu estilo rígido de ensinar me beneficiou bastante, porque veio ao encontro do que eu mais queria, que era aprender, tanto que eu sempre fui, sem falsa modéstia, o melhor aluno da sala, graças ao desempenho disciplinar e educacional imprimidos por ela.

Tenho muito a agradecer à primorosa professora Maria do Céu, por suas importantes lições de amor à arte de ensinar, sempre com a preciosidade de transmitir o melhor do saber dela, que fora bem aproveitado por mim, porque eu acompanhava as suas aulas com o máximo de atenção, cujo resultado se refletia nas provas de avaliação, que deixava dona Dalila, minha querida e saudosa mãe, muito feliz com o desempenho do seu pimpolho, que caprichava nas notas constantes do boletim, que ela sempre se encarregava de pegar.

O flagrante da foto constante da publicação retrata o exato momento em que eu entregava à professora Maria do céu o livro que eu dediquei a ela, por ocasião da belíssima homenagem que fiz ao amado e saudoso Grupo Escolar Jovelina Gomes, em que me esforcei com o carinho que nutro em mim de enaltecer momentos de regozijo vividos nesse importante educandário, nos idos dos meus estudos, vamos dizer assim, infantis ou iniciais da carreira escolar.

Na ocasião, eu fiz o lançamento do meu livro de número 30, dos 79 já publicados, fazendo aquela homenagem não à altura que o Jovelina Gomes bem merece, mas com a dedicatória feita no livro, com as palavras que achei apropriadas para serem expressas nele, em forma de carinho, agradecimento e gratidão a quem teve marcante contribuição ao sucesso que colecionei na minha trajetória de vida escolar e profissional, porque as primeiras lições do saber são tão importantes como todas as outras.

Fico feliz diante da republicação, pelo Facebook, dessa passagem mágica e maravilhosa da minha vida, em ter a oportunidade especial de abraçar a minha querida professora Maria do Céu Fernandes, sempre lembrada por mim com muito carinho.

Brasília, em 23 de fevereiro de 2025

sábado, 22 de fevereiro de 2025

Botija

 

Diante de crônica discorrendo sobre histórias fantásticas sobre a existência de botijas, dizendo que elas poderiam contribuir para o enriquecimento dos felizardos e também de quem se obriga a assumir alguma forma de castigo ou promessa, como compensação pelo prêmio, eu escrevi a mensagem a seguir. 

Contam que, no início do século passado, alguém foi sorteado com a "mega-sena", ao ser iluminado ou castigado com a indicação de botija que ficava no alpendre do casarão do Canadá.

A fortuna foi escondida na direção da queda da água da chuva vinda de uma biqueira.

Dizem que, ao amanhecer, estava o buraco estampado, que mais foi revelado sobre o que teria ocorrido, se realmente alguém fez essa caridade de ter conseguido tirar alma penada do sofrimento.

Uma conclusão é certa, no sentido de que nunca se soube quem foi o felizardo ou o infeliz que teria sido o protagonista dessa façanha, porquanto ninguém se acusou e apresentou riqueza aparente.

Também não se tem notícia se a alma do enterrador da botija obteve a permissão para ultrapassar os limites rumo à sua morada celestial final.

O certo é que, nos tempos passados, a riqueza pertencia a poucas pessoas, em especial, os fazendeiros, que, não tendo bancos, notadamente no interior, preferiam guardar as suas economias nas profundezas da terra, na certeza da plena segurança.

Confesso que, sabedor da existência de botijas, quando eu ainda morava em Uiraúna, nunca perdi a esperança de ser milionário com a indicação de uma delas, mas as minhas orações não mereceram acolhida pelos deuses da sorte.

Brasília, em 21 de fevereiro de 2025

Por que sem técnico?

 

Em mensagem que circula na internet, o site Net Botafogo alerta que o time da Estrela Solitária continua sem técnico, dando a entender que essa lacuna é bastante prejudicial aos interesses do clube.

O ideal é que o time com a grandeza do Botafogo jamais deveria estar sem o seu técnico, porque o treinador permanente é a pessoa competente e especializada para orientar a equipe quanto aos objetivos a serem alcançados e é assim que procedem os grandes clubes bem-organizados que primam pela eficiência do trabalho em equipe, que não pode ser prejudicada por tanto tempo sem treinador efetivo, como tem sido verificado com a longa espera do comandante da equipe.

É verdade que o time com a qualidade do Botafogo não pode ser treinado por qualquer técnico que não esteja à altura do seu nível, que ainda pretende defender os títulos recentemente conquistados, sob pena de fragoroso fracasso, precisamente por falta de entrosamento.

A esperança é a de que o novo técnico assuma a equipe do Botafogo, o mais rapidamente possível e com o trabalho da melhor qualidade pretendida, sob pena de que essa injustificável demora possa contribuir para comprometer seriamente o resto da temporada, que nem quase se iniciou, mas com já enorme contratempo que não se admite em clube que deveria ter por meta melhor organização como tem acontecido com relação à contratação de jogadores, que já foram adquiridos os passes de quase um time inteiro, em que pese a saída de apenas alguns importantes jogadores.

Enfim, que essa terrível espera possa ser recompensada com a contratação de técnico de qualidade e experiência que se encaixe perfeitamente aos melhores propósitos objetivados pelo Glorioso!

Brasília, em 22 de fevereiro de 2025

 

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2025

Publicação do meu 79º livro


Tem sido motivo de muita alegria no meu coração a conclusão de mais uma obra literária, como neste caso, quando acabo de escrever o meu septuagésimo nono (79º) livro, cujo acontecimento é motivo de importante estímulo para o acréscimo de saudáveis energias que alimentam minhas fontes criadoras e inspiradoras, considerando que necessito delas para a continuidade das profícuas atividades de escrever textos sobre os múltiplos fatos da vida.

Desta vez decidi prestigiar e homenagear a amada igreja matriz Jesus, Maria e José, que são os sagrados padroeiros de Uiraúna, Paraíba, a minha terra natal, contando a história da minha vivência com esse monumento histórico da cidade.

Entendo que isso é forma de me situar no passado precioso da minha história de vida, com o resgate de fatos relacionados com esse templo sagrado, cujas lembranças povoam ainda muito presente em mim.

Agradeço a Deus, por ter conseguido guardar na memória esses lampejos da história de época bem distante, mas eles têm importância no presente, porque se trata da riqueza cultural que guardo comigo.

Em coerência com a dedicatória do livro, a capa tem a marca símbolo de Uiraúna, que é a casa da Sagrada Família de Nazaré, onde moram, simbólica e permanentemente, Jesus, Maria e José, que cuidam de proteger o povo e a cidade de Uiraúna.

Transcrevo, a seguir, com carinho, um pouco das minhas lembranças sobre a história da saudosa igreja matriz de Uiraúna.

                                 “DEDICATÓRIA

Dedico este livro, com o maior sentimento de carinho, à amada igreja da minha terra natal, Uiraúna, Paraíba, que tem por padroeira a Sagrada Família de Nazaré, nas pessoas santas de Jesus, Maria e José, com o aproveitamento das lembranças de fatos da minha tenra idade, até os meus 17 anos vividos nessa cidade.

A igreja foi fundada no século XIX, pelo padre José de França Coutinho, pároco de Belém, que teria construído, em 1874, oratório para guardar a Sagrada Família de Nazaré, mas a paróquia somente foi instituída em 3 de maio de 1923, pela diocese de Cajazeiras.

Na minha época, Uiraúna já era detentora do galardão de “Terra dos Sacerdotes”, por justo merecimento, em razão de muitos filhos do município terem se ordenado padres, por força da sua vocação para a importante missão de evangelização dos ensinamentos de Jesus Cristo.

Pois bem, a minha ligação com a igreja começou com o meu batizado, ainda quando eu era “anjinho” mesmo, e continuou a partir de quando eu já fui encaminhado para as atividades religiosas para frequentar as missas e participar de todos os eventos patrocinados por ela, passando pela primeira comunhão, dando continuidade à formação religiosa de crença à grandeza divina.

Não há a menor dúvida de que a minha crença religiosa foi gerada e consolidada a partir da forte ligação com a igreja de Uiraúna, porque eu sempre participei efetivamente de todas as atividades que ali eram realizadas para a congregação da comunidade religiosa.

A lembrança à igreja matriz Jesus, Maria e José é verdadeira viagem ao património religioso da minha infância, que, por tradição familiar, as pessoas eram praticamente obrigadas ao convívio com as programações estabelecidas pelo pároco de então, cuja presença nos eventos se fazia sentida por toda comunidade.

Entre as principais atividades, ganham destaques as festas de janeiro, em homenagem aos padroeiros Jesus, Maria e José, com os seus eventos religiosos especiais e alegres, como as novenas, a procissão, as missas solenes, a animação da banda de música Jesus, Maria e José, as quermesses, os leilões, os fogos de artifício e o entusiasmo do pessoal vindo dos sítios e da redondeza, em verdadeira congregação de religiosos.

O pároco da minha época era o lendário padre Antônio Anacleto, pessoa carismática, que tinha a áurea santificada por sua sabedoria cristã, sendo o evangelizador que conduzia o seu rebanho com o máximo de carinho, merecendo a admiração e o respeito de todos.

Lembro-me de padre Anacleto como o verdadeiro pastor cheio de bondade no coração, que acolhia a todos com paciência e amor sacerdotal, cujo carinho permitia que ele tivesse o hábito de abençoar individualmente as pessoas, com o seu cumprimento atencioso.

Ele sempre estava vestido da tradicional batina, que carregava em um dos bolsos moedinhas, que eram distribuídas à meninada que pedisse a bênção a ele.

Como de costume, quando eu enxergava o vigário, lá estava eu para pegar a moedinha, depois da tradicional bênção sacerdotal.

O padre Anacleto era muito engraçado nos seus sermões, que eram sempre esperados nas missas, porque ele sempre trazia um assunto para puxar a “orelha” de algum fiel, dizendo discretamente que teria ficado sabendo de acontecimento tal, sem mencionar o nome de ninguém, mas o assunto em si já corria à solta na cidade e tudo era motivo de risos.

Acredita-se que o padre Anacleto foi o único vigário que dava leite, no bom sentido, em razão de ele ter ficado famoso por distribuir o leite em pó que vinha dos Estados Unidos da América, na década de sessenta, por iniciativa do importante programa conhecido por Aliança para o Progresso, que foi concentrado na casa paroquial, cuja atividade foi popularmente denominada de o “Leite do Padre”, que, na verdade, a igreja apenas se incumbiu da sua distribuição.

Sem a menor dúvida, Uiraúna já teve a importante oportunidade de conviver com verdadeiro santo, o nosso saudoso e amado padre Anacleto, que fez o milagre de manter, com muita sabedoria, a comunidade cristã unida em torno do Evangelho de Jesus Cristo, cuja missão foi desempenhada com o melhor do esmero cristão, em benefício da comunidade que sempre esteve feliz sob a orientação religiosa desse homem de alma santa.

Como dever de justiça, ressalta-se a grandiosa pessoa do inesquecível sacristão Epitácio Correia, que foi fiel e eterna figura do zelador paroquial, cuidando com os mínimos zelos de tudo que era preciso para se manterem na devida ordem as atividades da igreja matriz, que esteve sempre muito limpa e em funcionamento impecável, graças à sua sagrada devoção aos princípios religiosos e ao amor a esse templo sagrado.

O que se dizer do coro da igreja, com a magistral entoação de hinos lindamente apropriados às solenidades pertinentes, sob a sonorização de vozes maviosas, que a todos encantavam.         

Certamente que, na igreja matriz, hauri importantes lições e ensinamento de fé, devoção, costumes saudáveis e princípios sobre a prática do amor, tesouros esses que me foram franqueados por importantes religiosos da época.

Agradeço a Deus por ter tido grandes oportunidades para aprender muitas lições de amor ao próximo, tendo por base inspiração ricas práticas religiosas, considerando que a minha formação cristã se deu exatamente no âmbito da saudosa e amada igreja da Sagrada Família de Nazaré, berço do meu fortalecimento religioso.

Finalmente, afirmo que meu coração bate muito forte, por força da alegria que sinto em ter oportunidade para dedicar este livro à amada igreja matriz Jesus, Maria e José, da minha querida terra natal, Uiraúna, com a expressão da sublime reafirmação do amor que nutro por ela, em homenagem que tem a força da gratidão e do agradecimento pelas lições religiosas e humanas hauridas naquele recinto sagrado.

Muito obrigado.”.

Brasília, em 21 de fevereiro de 2025