quarta-feira, 21 de junho de 2023

Lixoduto?

 

Em vídeo que circula na internet, um parlamentar alega, sob a forma de mensagem, a dificuldade da administração e da governança, tendo reflexo na impunidade da criminalidade, aproveitando para atribuir a culpa às “amarrações jurídicas”, que dificultam a aplicação das medidas necessárias e das penas capazes de propiciar a reparação dos danos causados à sociedade, diante dos alarmantes prejuízos protagonizados pela banalização da precariedade da gestão pública e da criminalidade, que se alastram de toda ordem e de forma incontrolável, em todas as regiões brasileiras.

Por causa das “amarrações jurídicas”, até mesmo a incompetência administrativa se engalfinha e não consegue resolver as comezinhas questões extremamente prejudiciais aos interesses nacionais, conforme mostra essa deplorável constatação feita por importante parlamentar atualmente da oposição, que narra, em detalhes, a existência de empresa pública criada exclusivamente para jogar dinheiro dos contribuintes no lixo.

O pior é que, no caso descrito pelo congressista, mesmo em situação visivelmente prejudicial aos interesses nacionais, o governo de então foi absolutamente incapaz de adotar medidas necessárias à solução da gravidade predominante, sobre a pueril alegação, pasmem, de dificuldades burocráticas criadas para mantê-la em funcionamento, exatamente por falta de iniciativa gerencial dele, ou seja, por pura incompetência administrativa.

A verdade é que prevaleceu a predominância da incompetência, sempre persistente no governo de então, que até conseguia identificar o problema, mas se deparava com enormes incapacidade e incompetência para formular as medidas necessárias ao seu saneamento.

À toda evidência, à vista da constatação da inutilidade de empresa pública que apenas gastava e ainda gasta bilhões de reais, sem qualquer finalidade pública, como demonstração de completo desperdício de dinheiro público, o governo com o mínimo de sensibilidade, competência e responsabilidade públicas, teria providenciado projeto de lei, devidamente preparado com os argumentos necessários a justificar a extinção dessa empresa, tendo por base, sobretudo, a sua desnecessidade como empresa estatal, por não produzir absolutamente nada para a satisfação pública, além da imperiosa conveniência da economicidade e da preservação patrimonial dos brasileiros.

A verdade é que a continuidade de empresa que só dava prejuízos ao erário teve o condão de se confirmarem incompetência administrativa, irresponsabilidade e principalmente cumplicidade com o desmazelo na gestão dos recursos públicos, porquanto os fatos comprovaram pacificamente a debilidade quanto à iniciativa na adoção de medidas necessárias à proteção da coisa pública.

Esse é o caso típico em que o administrador público precisa ser responsabilizado, ante a falta de medidas pertinentes e capazes para a solução do gravíssimo problema existente na empresa inútil, que nada produzia, quanto mais que não há notícia sobre a adoção de medidas saneadoras nem mesmo na via judicial, com vistas à substituição dos aproveitadores do dinheiro público, da oposição, por ladrões do próprio governo, conforme esse era o propósito anunciado pelo parlamentar, mas nem isso o governo foi capaz de implementar, por falta recursos técnicos.

Isso só confirma a plena incompetência administrativa, quando se tem certeza do desvio de dinheiro público, em razão da comprovação de que a empresa nada produzia para a satisfação do interesse público, mas nada foi feito para estancar a sangria do dinheiro jogado no “lixoduto”.

Infelizmente, esse lamentável episódio deve ser um de muitos de soberba incompetência que ainda não vieram a público, mostrando que a administração pública brasileira ainda precisa evoluir muito, para se alcançar o mínimo de eficiência e eficácia quanto aos fins para a qual ela existe, de apenas satisfazer aos interesses do bem comum, sob os auspícios dos princípios da gestão otimizada dos recursos públicos.

Brasília, em 21 de junho de 2023

Antidemocracia?

 

Esse momento marcante da atualidade brasileira, em que ditador cruel, sanguinário e desumano é recepcionado com honraria militar se harmoniza perfeitamente com o status quo, em que o governo brasileiro, eleito pelo povo e pelo sistema dominante, age em harmonia com os regimes ditatoriais, apoiando o monstruoso presidente venezuelano, como se ele tivesse alguma dignidade.

Há nisso verdadeira frustração aos salutares princípios da democracia e da constitucionalidade, sem que nada tivesse sido feito para questionar nem contestar contra a volta da  parte política decomposta ao poder, em que pesem as inúmeras suspeitas na operacionalização do sistema eleitoral brasileiro.

 A presença de presidente ditador desumano, no Brasil, se adequa ao ambiente de completo conformismo com a degeneração da administração pública do Brasil, que foi banalizada, em termos de mediocridade, a ponto de passar a ser normal se prestigiar, com honras militares, em ambiente de normalidade democrática, pessoa indigna e insignificante como se autoridade de respeito ela fosse.

Na verdade, é preciso se reconhecer que essa tragédia referente à  desmoralização e à degeneração dos princípios republicanos e democráticos são decorrentes da vontade soberana de antibrasileiros e sistema predominante, que contribuíram em apoio à volta ao poder da banda poluída da política brasileira.

Isso vale dizer que a atualidade político-administrativa brasileira de se prestigiar, sem o menor pudor, mandatário desumano e sanguinário não resiste a qualquer forma de estranheza, uma vez que esse deprimente episódio se coaduna com a estrita vontade do povo, que não teve a mínima sensibilidade para perceber que o seu apoio a político em plena decadência moral, sem nenhuma qualificação política, somente resultaria em situação deplorável como essa, em que pessoa desprezível e repulsiva merece deferência incompatível com o que ele realmente faz jus.

Por se tratar de ditador truculento e desumano, ele somente merece desprezo à altura da sua insignificância, a tal ponto que ele jamais deveria sequer ter sido recebido no Brasil, se o governo brasileiro tivesse índole diferente da dele, em termos de ideologia política, quanto ao necessário respeito aos direitos humanos e às liberdades individuais e diplomáticas.

A verdade é que os tempos são verdadeiramente outros, em que é simplesmente normal a prática da degeneração dos princípios republicanos e humanitários, em nome da ideologia política, em que o povo é somente um detalhe, embora a sua insignificância política tenha a capacidade de colocar no poder político absolutamente sem nenhuma importância, à vista desse lamentável evento, em que o governo brasileiro patrocina a reunião, no Brasil, dos presidentes de esquerda da América do Sul, onde certamente nada foi discutido sobre a defesa dos direitos humanos e das liberdades democráticas, como prova de valorização dos interesses do povo.

Enfim, diante desse deplorável episódio, em que mandatário ditador desumano recebe tratamento de autoridade como ser digna ele fosse, somente confirma o ditado popular que o povo tem o governo que merece, exatamente porque o seu titular foi apoiado pela insensatez de brasileiros.

Brasília, em 21 de junho de 2023

Insensibilidade?

 

Conforme mensagem que circula na internet, o último ex-presidente do país teria concluído o seu governo sem gastar um centavo do Cartão Corporativo, que é espécie de crédito liberado para ele gastar à vontade e em que bem quiser.

Essa extraordinário economia de dinheiro público pelo ex-presidente do país tem a mais contundente resposta, segundo confessou a ex-primeira-dama do país, que disse que não houve gasto porque o então mandatário é autêntico “pão-duro”, pasmem, até mesmo com relação aos gastos pessoais.

Na verdade, isso não serve para absolutamente nada, salva para confirmar que ele deixou de participar do incremento do PIB, quando foi peso morto no consumo e no aumento da produção interna do país.

No contexto geral, isso nada representa em forma positiva para se aquilatar o quê?

Teria sido de suma importância se o ex-presidente do país tivesse sido incontrolavelmente esbanjador do dinheiro do sacrificado contribuinte, exatamente porque ele nem precisava justificar coisíssima alguma, mas tivesse a importante sensibilidade para se conscientizar de que a falta da intervenção militar foi a maior punhalada que ele deu nas costas de cada um dos apoiadores dele, que imploraram feitos loucos.

Não obstante, o mandatário preferiu também se fazer de mouco, em harmonia com o seu injustificável silêncio palaciano, se tornando indiferente aos apelos por intervenção militar.

Infelizmente, a imperdoável omissão presidencial teve o condão de se entregar o poder à parte decomposta da política brasileira, a despeito das suas notórias incompetências e reconhecida maneira de aderência à desonestidade e aos esquemas criminosos, a exemplo dos escândalos do mensalão e do petrolão, além das denúncias de inúmeras irregularidades na operacionalização do sistema eleitoral brasileiro, que exigiam, no mínimo, fiscalização quanto à busca da verdade.

A traição perpetrada contra os interesses nacionais tem a característica da prática consciente do crime de lesa-pátria, diante da certeza de que a entrega do poder a políticos sabidamente inescrupulosos era o mesmo que ser cúmplice com a perpetuação da tragédia anunciada, diante da certeza de que estava selado o futuro funesto para o Brasil e os brasileiros.

Torna até risível ficar, agora, mostrando proeza protagonizada pelo ex-presidente, logo como tentativa de se comparar com a monstruosidade dos gastos inescrupulosos de parte de quem nunca teve pudor algum diante dos recursos públicos, como se essa comparação levasse a alterar o deplorável status quo.

Ou seja, tanto faz o presidente anterior não gastar absolutamente nada  do cartão corporativo como o atual extrapolar todos os limites da racionalidade econômica, porque tudo somente poderia ser diferente se o presidente de então tivesse decretado a intervenção militar, posto que, assim, tudo poderia ter sido diferente, inclusive que a besta fera continuaria apenas como lenda fantasiosa e não aprontando contra os interesses dos verdadeiros brasileiros.

Enfim, seria muito mais proveitoso que o ex-presidente tivesse sido inveteradamente gastador, ao invés de “mão-de-vaca”, em termos de economicidade pessoal, como ora se confirma, mas tivesse, ao contrário, tido a mínima sensibilidade para compreender que a sua traição ao Brasil valeu a desgraça que vem preponderando contra a nação e os brasileiros.

Brasília, em 21 de junho de 2023

terça-feira, 20 de junho de 2023

O amor

 

Segundo a versão do padre Joãozinho, no seu pensamento de hoje, “O amor perfeito é amar de graça, sem interesse ou troca, sem busca de satisfação. Amar os inimigos é um amor assim! Aquele que me odeia, não me dá nenhuma satisfação; aliás, não me dá nenhuma razão para amá-lo. A lógica racional seria não amar, porque ele não me ama. Mas Jesus inverteu esta lógica! Amar quem não me ama, me dá a garantia de que este amor não tem nenhum tipo de interesse; portanto, ele é um amor semelhante ao amor de Deus, que nos amou quando ainda éramos seus inimigos (Mt 5,43-48).”.

É evidente que eu não ousaria discordar do sábio padre Joãozinho, mas entendo, na ordem do livre pensamento, que o verdadeiro sentido do amor é exatamente não haver condições para que ele se realize espontaneamente, em nome da causa maior da aceitação como princípio de incondicionalidade, uma vez que, do contrário, deixaria de sublimar o seu verdadeiro desiderato, na sua essência de acolhimento cristão, que tem com princípio somente o amor ao próximo.

A verdade é que somente pode existir uma forma de amor, que é aquela que só contempla a possibilidade de acolhimento, tolerância, aceitação e compreensão, tendo por propósito a construção do consenso e da convergência no relacionamento aceitável entre as pessoas, independentemente de suas idiossincrasias.

Na concepção cristã, somente deve prevalecer a forma clássica do amor, que dispensa qualquer outra maneira de adjetivação para ele, como, por exemplo, o amor perfeito, o amor verdadeiro, o amor puro, o amor divino ou qualquer outra tentativa de assemelhar à sua importância, exatamente porque ou tem o amor de raiz, que é totalmente diferente do amor que simplesmente se amolda ao momento ou à circunstância.

Ou seja, não existe amor perfeito ou imperfeito, mas sim deve prevalecer somente o amor, na sua essência, que é aquele instituído por Deus e pronto, porque, do contrário, tem-se o desamor.

Brasília, em 20 de junho de 2023

Testas juninas!

 

Já estamos em plena animação dos festejos próprios do mês de junho, sob a influência dos poderosos Santo Antônio, São João e São Pedro, que recebem carinhosas homenagens e ganham festas em todo país, de Norte a Sul, em forma de entusiasmados arraiais.

Embora todos os santos sejam muito queridos, a festa mais empolgante é mesmo a de são-joão, quando crianças e adultos se vestem de roupas caipiras e caem na folia das danças de quadrilha, pulam a fogueira, participam do casamento na roça, pescam brindes surpresas e se empanturram de deliciosas comidas próprias da época, com destaque para as gostosuras feitas à base do milho, como a canjica, o curau, a pamonha, o milho assado, o bolo, a pipoca, além de cachorros-quentes, churrasquinhos, pés de moleque e tantas outras delícias irresistíveis.

Há que se notar que as festas juninas são as comemorações mais vivas e animadas do Nordeste, com destaque para as que são realizadas em Campina Grande, Paraíba, e Caruaru, Pernambuco, que atraem multidões de todo país e do exterior.

Não obstante, os festejos juninos são marcantes em todas as cidades do interior, que se engalam com os arranjos próprios da época para os festejos juninos, em animados acontecimentos que ficam marcados para sempre na memória, principalmente com relação ao som das músicas célebres e inesquecíveis, como essa transcrita a seguir.

Olha pro céu, meu amor.

Vê como ele está lindo.

Olha pra aquele balão multicor.

Como no céu vai sumindo.

Olha pro céu, meu amor.

Vê como ele está lindo.

Olha pra aquele balão multicor.

Como no céu vai sumindo.

Foi numa noite igual a esta que tu me deste o coração.

O céu estava assim em festa, porque era noite de São João.

Havia balões no ar, xote, baião no salão.

E no terreiro o teu olhar,

Que incendiou meu coração.”.

Como não se encantar com os hinos tão simbólicos e marcantes como esse do são-joão, que se eternizam no tempo, deixando em nós muita saudade de passado glorioso de amores e sonhos que essa época proporciona de pura felicidade e lembranças dos bons momentos vividos?

Salve os queridos Santo Antônio, São João e São Pedro, por servirem de inspiração para a realização de festejos que propiciam a construção de sonhos e a efetivação da felicidade nos corações das pessoas.  

Brasília, em 20 de junho de 2023

Basta de inocuidade!

 

Conforme vídeo que veicula nas redes sociais, um atuante parlamentar faz várias denúncias atribuídas ao governo e ao sistema dominante, mas não apresentou nenhuma prova nem indicou qualquer medida visando ao saneamento dos desvios de finalidades públicas recriminados por ele.

Fica-se a imaginar qual seja mesmo a real finalidade das denúncias apresentadas por esse brilhante parlamentar, em debulhar uma infinidade série de maldades protagonizadas pelo sistema dominante, porquanto essa marcante deplorabilidade, em si, não significa absolutamente nada, objetivamente falando, em termos de desqualificação dos mentores dos indiscutíveis desvios de conduta funcional, notoriamente prejudiciais aos princípios da verdade, da moralidade e das finalidades essencialmente públicas?

Ou seja, em síntese, imagina-se que, na prática, de nada adianta o congressista ficar mostrando, com a mais intensa veemência, as gravíssimas deficiências e prejudicialidades protagonizadas pelo sistema decomposto da República, porque isso só tem o único resultado em forma da inocuidade e da mediocridade, quando ele não oferece nenhuma proposta alternativa para a mudança do status quo.

Em termos de iniciativa e inteligência, essas denúncias poderiam ser aproveitadas para a efetivação de medidas apropriadas à tentativa de saneamento das mazelas que estão imperando soberanamente no seio da República, sem qualquer embaraço, embora sejam visíveis as suas monstruosas consequências de incontrolável esculhambação protagonizada pelo sistema prevalente.

Na verdade, a sanha da mediocridade na administração do país se alimenta justamente da seiva da mentalidade inútil, ineficiente e ineficaz de quem tanto discursa, em vão, apenas divagando longamente, para apontar as mazelas prejudiciais aos interesses dos brasileiros e tudo fica no mesmo, no quartel de Abrantes, porque falecem iniciativas objetivando ao devido saneamento do que está errado ou precisando de mudanças de rumo.

O ideal é que o brilhante e esforçado parlamentar abdique de abrangentes divagações que não levam a coisa alguma e tenha a iniciativa de apresentar os seus projetos em defesa das causas nacionais, por meio de medidas efetivamente práticas e objetivas, na elaboração de projetos específicos, com capacidade para a efetiva contribuição à solução dos malefícios consistentes no abuso de autoridade e na adoção de atos e decisões ao arrepio dos ditames constitucionais, conforme são do conhecimento dele, posto que de nada adianta ficar somente reclamando e apontando as deficiências da administração pública.

Ante o exposto, concita-se no sentido de que o nobre parlamentar em causa reflita melhor a sua verdadeira missão para a qual foi eleito, evitando falar bem menos, por não resultar em absolutamente nada, sendo de maior importância, por ser necessariamente produtivo e se harmonizar com a verdadeira finalidade parlamentar, que ele se dedique à elaboração de projetos especificamente destinados à solução das gravíssimas mazelas protagonizadas pelo sistema predominante.

Brasília, em 20 de junho de 2023

segunda-feira, 19 de junho de 2023

O socialismo brasileiro?

Conforme pronunciamento do presidente do país,  que foi veiculado em vídeo, na internet, os brasileiros, segundo ele, precisam ter pouco dinheiro, para que todos possam consumir, porquanto não é justo que poucos tenham muito dinheiro e outros tantos não tenham nada.

Essa é a ideia absurda do nefasto socialismo, em que é preciso que haja a igualdade entre as pessoas, o que significa se afirmar que ninguém pode ter nada, conquanto o Estado deva controlar a economia do país, acabando com o direito à propriedade, à riqueza, à indústria, à empresa, ao capital da iniciativa privada, porque ninguém vai puder ter dinheiro para aplicar e investir em coisa alguma e toda riqueza do Brasil passa para o exclusivo controle do Tesouro Nacional.

Ou seja, a mentalidade socialista aflorada do presidente do país soa para as pessoas ingênuas, desinformadas e de certa forma da atual pobreza como algo extremamente importante como medida de governo, quando ele fala que todos vão ter dinheiro para gastar e isso significa o sonho da pobreza em geral.

Na verdade, o presidente do país não passa de verdadeiro mentiroso e enganador da população que não tem acesso à verdade e o que seja realmente o sistema socialista defendido e protagonizado como milagroso por ele, que nada mais é do que a pior forma de governo que transforma toda população atual, como pobre, remediados e ricos, em pessoas iguais.

Ou seja, com base na deplorável ideia do político, todas as pessoas são igualadas na pobreza e na miséria, sem direito a dinheiro algum, em que todos os brasileiros passam a depender exclusivamente das migalhas do governo, sendo alimentados por meio de cartilhas que controlam a quantidade de alimentos e gêneros minimamente necessários para a subsistência humana da miséria e da indigência, que são próprias dos horrorosos regimes socialistas.

As pessoas desinformadas precisam saber que essa desgraça de sistema extremamente perverso, cruel e desumano com base no socialismo já existe e funciona normalmente nos país de regimes socialista e comunista, como, por exemplo, a Venezuela e Cuba, onde as pessoas são tratadas à pão e água, sem direito a comprar os seus alimentos e os demais produtos básicos, exatamente porque elas não têm dinheiro nem empregos.

É preciso ficar muito claro que as pessoas não têm dinheiro precisamente porque não tem emprego para ninguém, pois o país deixa de produzir e de fabricar produtos, em razão de não haver empresa nem indústria constituídas com capital das pessoas, porque tudo que existir será de propriedade do Estado.

A verdade é que o Estado passa a manter sob o seu controle tudo que ele precisar para o abastecimento da população, o que significa dizer que todas as riquezas são somente do governo, em que as pessoas deixam de pagar impostos e de receber salários, salvo aqueles que exercem atividades essenciais, mas em valores irrisórios, como no caso de Cuba, em que um médico ganha quarenta dólares por mês, que não compra absolutamente nada com esse dinheiro, se ele precisar comprar alimentos.

Como visto, o certo mesmo é que o Brasil, a depender da vontade do presidente do país, à vista do seu diabólico pronunciamento gravado em vídeo, caminha a passos largos para desembocar em tenebroso e desumano socialismo, caso os verdadeiros brasileiros permitam que essa ideia maluca e demoníaca venha a se concretizar, sob o patrocínio de pessoa extremamente insana e irresponsável, que apenas pensa nos seus propósitos políticos de permanência no poder, sob a estratégia protetora do terrível e monstruoso regime socialista.

É preciso que as pessoas de bem e boa vontade se conscientizem de que esse infeliz e desastroso pronunciamento do político como a semente que ele pretende plantar nas terras brasileiras, caso não haja forte e veemente reação da sociedade contra os direitos humanos e as liberdades individuais e democráticas, no sentido da necessidade de se brigar pela manutenção das qualidades de vida de povo livre e independente, que possa decidir soberanamente por seus destinos políticos.

Urge que as autoridades e os verdadeiros brasileiros se despertem para os reais perigos que podem advir com a implantação da horrorosa e insana ideia lançada pelo mandatário brasileiro, que pensa em socialização do povo brasileiro, o que significa o fim de uma nação e do seu povo.

            Brasília, em 19 de junho de 2023